Bahia comemora baixo número de lesões musculares no início da temporada
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O Bahia, além de comemorar os resultados dentro de campo, aproveitou o início do mês de março para exaltar a competência dos profissionais que atualmente cuidam e trabalham diretamente na prevenção de lesões.
Oficialmente, quase 70 dias depois do início de trabalho da nova comissão técnica, apenas um jogador teve lesão muscular confirmada. O zagueiro Chicão, duas semanas atrás, apresentou estiramento muscular de grau 1 e ficou ausente das atividades no campo por uma semana.
O atacante Williams Santana, outro atleta que se queixou de dores musculares no início da temporada, não apresentou lesão no exame médico e por isso está fora desta lista. Os goleiros Douglas Pires e Omar, com dores na costela e quadril, respectivamente, também são outros atletas que não integram a lista de lesões musculares do elenco tricolor.
Para Reverson Pimentel, preparador físico do clube, o trabalho merece elogios. Mas, ao mesmo tempo, não pode perder o foco ou empolgar. "Dentro do calendário brasileiro, com jogos a cada três dias, além das viagens, o mais importante agora é comemorar e manter o foco muito grande. Nosso objetivo é diminuir o máximo o risco de lesões para que o treinador possa escalar o melhor", comentou.
Durante a preparação do grupo, por exemplo, jogadores participam dos treinos com um equipamente capaz, em tempo real, de transmitir dados para um table que fica sob responsabilidade do fisiologista. Lá, Mauricio Maltez acompanha distância percorrida, batimentos cardíacos, velocidade média, quantidade de tiros de corrida e mapa de calor no campo. Outro investimento está no uso do 'GPS' no calção dos atletas, no decorrer das partidas, para que seja apresentado um relatário sobre distância percorrida, velocidade média, quantidade de tiros de corrida e outros detalhes envolvendo o desempenho físico.
O trabalho de prevenção envolve o departamento médico, físico, fisioterapeutas, fisiologista e nutricionista.
