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Coluna

Doutor Pet: 1º de abril – algumas “mentiras” sobre pets que muita gente ainda acredita

Por Centervet, Doutor Pet, Dia da Mentira

Doutor Pet: 1º de abril – algumas “mentiras” sobre pets que muita gente ainda acredita
Foto: Centervet

No Dia da Mentira, algumas histórias são só brincadeira. Outras, no entanto, atravessam o tempo e acabam sendo repetidas como verdade — especialmente quando o assunto são cães e gatos. Na rotina veterinária, muitas dessas crenças ainda aparecem com frequência. E entender melhor cada uma delas ajuda a olhar para a saúde dos pets de forma mais completa.

 

“GATO TEM 7 VIDAS”
A origem dessa ideia vem da impressionante habilidade dos gatos em se protegerem em quedas e situações de risco. Eles possuem um reflexo de endireitamento bem desenvolvido, que permite ajustar o corpo durante a queda — o que, em muitos casos, reduz o impacto. Mas isso não significa ausência de risco. Traumas, fraturas e lesões internas ainda são possíveis, principalmente em ambientes urbanos.

 

“CACHORRO ENXERGA TUDO EM PRETO E BRANCO”
Esse é um dos mitos mais conhecidos — e também um dos mais interessantes de explicar. Os cães possuem visão dicromática, o que significa que enxergam cores, mas em uma escala diferente da humana. Eles percebem principalmente tons de azul e amarelo, enquanto cores como vermelho e verde tendem a aparecer de forma mais neutra. Em contrapartida, apresentam excelente percepção de movimento e melhor adaptação à baixa luminosidade — características importantes para a espécie.

 

“MAU HÁLITO É NORMAL”
Esse é um ponto muito comum no dia a dia dos tutores. O mau hálito, na maioria das vezes, está relacionado ao acúmulo de placa bacteriana e tártaro, que pode evoluir para doença periodontal. Esse processo acontece de forma progressiva, envolvendo inflamação gengival e possíveis alterações mais profundas na cavidade oral. Por isso, a avaliação periódica da saúde bucal e, quando indicado, a realização de procedimentos como a tartarectomia fazem parte do cuidado preventivo.

 

“GATO NÃO PRECISA DE ACOMPANHAMENTO FREQUENTE”
Os gatos têm um comportamento naturalmente mais discreto, o que muitas vezes leva à percepção de que demandam menos atenção clínica. No entanto, essa característica também faz com que alterações passem a ser mais despercebidas no início. Mudanças sutis de comportamento, apetite ou rotina podem ser os primeiros sinais de alguma condição — e o acompanhamento regular permite uma leitura mais precisa dessas variações ao longo do tempo.

 

Um olhar mais atento faz diferença
Mais do que corrigir mitos, o objetivo é ampliar a forma como os tutores enxergam o cuidado com seus pets. Pequenos detalhes, quando bem observados, ajudam a construir uma rotina mais preventiva, equilibrada e alinhada com as necessidades reais de cada animal.

 

E aí, qual dessas você já ouviu? Se alguma dessas ideias já fez parte da sua rotina, vale a pena olhar para esses pontos com um pouco mais de atenção. Em caso de dúvida, a orientação de um médico veterinário é sempre o melhor caminho. E manter os check-ups em dia é uma forma simples de acompanhar a saúde do seu pet ao longo do tempo.

 

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Centervet Costa Azul (24h)
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