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Coluna

Desafio Ambiental: Schneider Electric avança em ESG para revolucionar a eficiência energética

Por Lenilde Pacheco

Desafio Ambiental: Schneider Electric avança em ESG para revolucionar a eficiência energética
Foto: Schneider Electric/Divulgação

As análises sobre o desenvolvimento sustentável no Brasil demonstram o grande potencial em energias renováveis e a população cada vez mais consciente da necessidade de preservação ambiental. Mas ainda são inúmeros os desafios, o que torna ainda mais relevantes os resultados mensuráveis e transparentes da Agenda ESG, associados ao impacto positivo para os negócios e sociedade. A Schneider Electric, gigante de gerenciamento e automação de energia, é uma das empresas que considera inadiável a concretização de metas ambientais, sociais e de governança.

 

Líder em transformação digital da energia e automação, a Schneider acaba de anunciar os resultados do segundo trimestre de 2025, que marcam a reta final do programa Schneider Sustainability Impact (SSI) 2021–2025. Faltando seis meses para o encerramento do ciclo, a pontuação do SSI atingiu 8,06 de 10 no trimestre de abril a junho, com avanço nos principais pilares de sustentabilidade. Essa agenda socioambiental inclui parceria com Senai-Cimatec para qualificação profissional de jovens nos municípios baianos de Salvador e Feira de Santana.

 

 

Na capital baiana, a capacitação no Senai-Cimatec reuniu 300 alunos em eletricidade predial; 100 estudantes em instalações fotovoltaicas; 100 jovens em eletropostos. No Senai Dendezeiros, foram certificados 250 alunos em eletricidade predial e 17 alunos em instalações fotovoltaicas. Os investimentos feitos pela Schneider em laboratórios fotovoltaicos, por exemplo, continuarão contribuindo para a formação de novas turmas na Bahia.

 

No segundo trimestre de 2025, a Schneider Electric ultrapassou a meta de treinar 1 milhão de pessoas em gestão de energia, em vários continentes – um dos pilares de seu compromisso com a transição energética inclusiva e o empoderamento de jovens. Esse marco é impulsionado pelo Programa de Educação e Empreendedorismo Jovem, mantido em 60 países. A iniciativa capacita comunidades em situação de vulnerabilidade com habilidades técnicas e empreendedoras para participarem da transição energética.

 

A transição para uma economia de baixo carbono ampliou a demanda por profissionais qualificados em áreas como automação, eficiência energética e sustentabilidade. Instalar sistemas elétricos de forma segura em residências, indústrias e infraestruturas críticas faz parte dessa transformação. Segundo a McKinsey & Company, há um déficit global de mais de 2,8 milhões de eletricistas; a Bahia e o Brasil também vivem essa realidade.

 

O compromisso de treinar 1 milhão de pessoas em gestão de energia até o final de 2025 está quase concluído: a Schneider já comemora a capacitação de 928 mil profissionais. “Descarbonizar não pode ser uma ação isolada — é preciso associar esse propósito ao desenvolvimento de habilidades, por isso queremos ampliar o acesso à qualificação técnica e fortalecer a inclusão digital. Investir na formação das pessoas é o melhor caminho para alcançar esse objetivo, conectando educação, inovação e desenvolvimento sustentável”, afirma Rafael Segrera, presidente da Schneider Electric para a América do Sul e chair do grupo de trabalho Empregos e habilidades verdes da iniciativa Sustainable Business COP30.

 

A Schneider Electric também relata avanços em indicadores centrais de sustentabilidade. Desde 2018, a companhia ajudou seus clientes a economizarem, em todo o mundo, 734 milhões de toneladas de emissões de CO?. Os esforços de descarbonização da cadeia de suprimentos permitiram que as emissões operacionais de CO? dos 1.000 principais fornecedores da Schneider Electric fossem reduzidas em 48%, ficando a apenas dois pontos da meta para o final do ano. O resultado reflete o impacto crescente do Projeto Zero Carbono.

 

“Nomeada empresa mais sustentável do mundo, em 2025, pelo ranking da Corporate Knights, a Schneider considera a educação um dos motores mais poderosos da transformação de longo prazo”, afirma Karolina Gutiez, gerente sênior de Comunicação. “Superar a marca de 1 milhão de pessoas treinadas em gestão de energia é um momento de orgulho e uma prova do que é possível quando propósito se transforma em ação. Com seis meses restantes, o nosso programa Schneider Sustainability Impact 2021–2025 vai gerar um impacto duradouro”.

 

 

A Schneider foca em sustentabilidade para edifícios, infraestruturas, data centers e residências. Atua há 64 anos no Brasil, com mais de três mil colaboradores e diversas unidades fabris e comerciais. Oferece soluções que reduzem emissões e otimizam o uso de recursos. Possui 13 filiais comerciais, uma delas em Salvador. Globalmente, possui um ecossistema de 150 mil colaboradores que operam em mais de 100 países para garantir proximidade aos clientes e partes interessadas.

 

Os compromissos socioambientais da Schneider Electric concentram-se na descarbonização da sua cadeia de valor, utilizando materiais sustentáveis nos produtos, promovendo a eficiência energética. A empresa está alinhada aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODSs) da ONU, como o acesso à energia e fortalece a economia circular, através de programas como o Green Premium, que medem a pegada ambiental dos seus produtos e promovem a transparência para os clientes. Gera confiança junto aos stakeholders, além de mitigar riscos.