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voto dividido
O candidato ao Governo da Bahia ACM Neto (União) afirmou nesta quarta-feira (9) que a oposição pode contar com eleitores que apoiam o candidato do PT à Presidência da República, mas pretendem escolher outro nome para comandar a Bahia. O ex-prefeito de Salvador afirmou que esse tipo de combinação de votos faz parte da liberdade de escolha do eleitor e criticou o que classificou como uma tentativa de vincular as disputas nacional e estadual.
Para Neto, não há necessidade de seguir o mesmo partido em todos os cargos. “Ele está vendo que tem uma parcela do eleitorado que vota no presidente do partido dele, mas que, para governador, vota com a gente”, declarou em entrevista à Rádio Metrópole.
Neto também disse que a decisão pode variar entre os cargos em disputa, permitindo que o cidadão escolha deputados, senador, governador e presidente de diferentes siglas. Ao comentar sua própria postura, o candidato afirmou que também possui preferências políticas, mas que elas devem ficar abaixo da autonomia do eleitor.
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Ricardo Alban
"A República enfrenta um teste de integridade inédito. As sucessivas crises que ocorrem em Brasília colocam as instituições em risco. Os recorrentes episódios podem lançar o Brasil num momento de especial gravidade, pois a confiança da população nos poderes públicos é alicerce da democracia".
Disse o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban ao alertar para o risco que as instituições brasileiras correm com a crise vivida pelo Supremo Tribunal Federal (STF).