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virgin atlantic
Uma das maiores companhias aéreas do Reino Unido, a Virgin Atlantic, escolheu o preconceito e o estereótipo para divulgar os novos voos que vão oferecer para o Brasil em 2024.
Em uma publicação no perfil oficial da empresa no Twitter nesta segunda-feira (5), a empresa comemora a estreia dos voos para São Paulo (SP) em um vídeo em que Juliana Paes e outro ator aparecem seminus dançando ao som de um samba.
Na legenda, o Brasil é caracterizado como “casa do samba, caipirinhas, praias, belas maravilhas naturais e rica história arquitetônica”. Nenhuma destas características aparece na peça de divulgação.
Ao invés das belas maravilhas naturais e rica história arquitetônica do país, os passageiros do voo do Virgin Atlantic podem contar com o som do samba. As máscaras de Carnaval ocupam o lugar das de oxigênio, e a paisagem fica por conta dos comissários de bordo fantasiados de passistas.
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Nos comentários da publicação, usuários questionaram a ação e criticaram a estratégia preconceituosa da empresa.
“Como a Juliana se prestou a este papel? O puro suco do estereótipo”, comentou uma. “Nem acredito no que estou vendo” e “Vocês têm brasileiros na equipe?”, também fez parte dos comentários deixados por brasileiros.
Assista:
New city, new country, new continent ????????
— virginatlantic (@VirginAtlantic) June 5, 2023
We’re so excited to be flying to São Paulo, Brazil. Home of samba, caipirinhas, beaches, beautiful natural wonders and rich architectural history. The first flights take off 13 May 2024 and go on sale in August. Viva! pic.twitter.com/dGOot4WvKf
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ricardo Alban
"A entrada de importações de até 50 dólares sem tributação é o mesmo que financiar a indústria de países como a China, principal exportador de produtos de baixo valor para o Brasil, especialmente no setor têxtil. O prejuízo é direto a quem fabrica e comercializa em território brasileiro".
Disse o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban ao comentar a aprovação da medida provisória 1357/2026, que revogou a chamada “taxa das blusinhas”. Segundo Alban, a medida representa um retrocesso econômico, cria uma condição de desigualdade para o setor produtivo brasileiro e pode colocar em risco mais de 100 mil empregos.