Artigos
Eleições 2026 e Violência Política de Gênero
Multimídia
Duda Sanches critica segurança do estado e dispara sobre violência: "a Bahia já virou o Rio de Janeiro"
Entrevistas
Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
vinho falso
Na última sexta-feira (27), uma operação conjunta entre o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), a Polícia Militar (PM) e a Polícia Civil do Paraná resultou na apreensão de aproximadamente 800 caixas com mais de 10 mil litros de vinho falsificado em Campina Grande do Sul, na região metropolitana de Curitiba.
Durante a inspeção, foram encontrados corantes, conservantes, aromatizantes e açúcar, substâncias proibidas na produção de vinho, o que indicou a adulteração do produto. O Mapa, que regula a padronização, classificação, registro, inspeção, produção e fiscalização de bebidas, coletou amostras das bebidas e do álcool para análise.
Segundo o chefe do Serviço de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal do Paraná, Fernando Mendes, o local onde as bebidas eram fabricadas apresentava condições extremamente insalubres, com acúmulo de sujeira e presença de odor de fezes próximo à área de envase. O local possuía um barracão equipado para a produção, envasamento e armazenamento de bebidas. Mas o proprietário não possuía nota fiscal ou autorização para a fabricação.
Fernando Mendes explicou que a detecção de fraudes em bebidas pode ser feita por meio da identificação de substâncias proibidas e pela verificação das condições de higiene do local de produção. Mendes reforçou também a importância de a população adquirir produtos apenas com identificação do responsável e com o devido registro no Mapa.
O Ministério da Agricultura e Pecuária monitora e fiscaliza rigorosamente a produção e comercialização de bebidas para garantir a segurança e a qualidade dos produtos consumidos pela população.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Léo Kret
"Estou aqui ó, com meu pai, com minha mãe, na minha casa. Dizendo que eu estou presa. Meu nome apenas foi mencionado numa investigação com um contrato que eu nem assino".
Disse a ex-vereadora de Salvador e cantora Léo Kret ao se pronunciar após ter se tornado alvo de busca e apreensão durante uma operação do Ministério Público, por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco).