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vidro
Durante a Lavagem do Bonfim, na quinta-feira (15), a Secretaria Municipal de Ordem Pública (Semop) apreendeu 2.225 bebidas acondicionadas em vasilhames de vidro, o que é proibido em eventos de grande porte devido ao risco de acidentes, podendo causar ferimentos graves e comprometer a segurança coletiva.
As equipes realizaram ações de fiscalização e ordenamento do comércio informal ao longo de todo o percurso, com o objetivo de garantir a segurança dos participantes, a organização do espaço público e a convivência harmoniosa entre fiéis, ambulantes e demais trabalhadores.
O secretário municipal de Ordem Pública (Semop), Décio Martins, destacou a relevância do trabalho realizado.
“Nosso foco é preservar a tradição da Lavagem do Bonfim, garantindo segurança, organização e respeito ao espaço público. A fiscalização não teve caráter punitivo, mas preventivo. É fundamental que as pessoas se conscientizem e não comprem bebidas em vasilhames de vidro, pois isso coloca vidas em risco em uma festa dessa magnitude”, afirmou o secretário.
Passar o cerol na mão, ou melhor, na pipa, pode ser proibido na Bahia. Isso ocorre porque o deputado Marcinho Oliveira (União) apresentou na Assembleia Legislativa (AL-BA) um projeto de lei que proíbe o uso, posse, fabricação e comercialização de cerol e outros produtos cortantes aplicados em linhas de pipas em todo o estado. Sob o número 25709/2025, a proposta protocolada nesta terça-feira (18) tem o objetivo de reduzir os riscos de acidentes graves, principalmente para motociclistas e pedestres.
O texto estabelece penalidades para quem descumprir a norma. Pessoas físicas flagradas utilizando ou portando linhas cortantes poderão ser multadas. Caso o infrator seja menor de idade, os pais ou responsáveis deverão arcar com a penalidade. Já os estabelecimentos que comercializarem esses produtos estarão sujeitos a uma multa e podem ter a inscrição estadual cassada em caso de reincidência.
Na justificativa do projeto, o deputado ressalta que a brincadeira de soltar pipas é uma tradição, mas o uso de cerol a transforma em uma atividade perigosa e potencialmente fatal. Ele cita registros de acidentes no estado e menciona que outras unidades da federação, como São Paulo, Paraná, Pernambuco, Pará, Acre e Ceará, já contam com leis semelhantes.
“O uso de cerol pode fazer a brincadeira tornar-se muito perigosa, podendo até ser fatal. A mistura de cola com vidro moído, popularmente conhecida como “cerol”, aplicadas nas linhas utilizadas para empinar pipas ou papagaios há tempos é proibida em razão do risco que se emprega à integridade física das pessoas. Em todo o estado, há notícias de muitas ocorrências em consequência do uso do “cerol” aplicado em linhas de pipa que muitas vezes atingem o pescoço de motoqueiros e transeuntes”, escreveu o deputado.
O projeto aguarda tramitação na AL-BA, passando por análise das comissões antes de seguir para votação em plenário.
A discussão sobre o uso de cerol também está em andamento no Senado Federal, onde, desde o ano passado, tramita um projeto que visa proibir a comercialização e o uso de linhas cortantes em todo o país. Em novembro, a Comissão de Esportes aprovou o PL 339/2024, que prevê a proibição da mistura da venda do produto.
Em trecho da BR-420, no trecho entre Jaguaquara e o distrito de Stela, um acidente deixou diversos cacos de vidro na pista na tarde desta quarta-feira (18), um caminhão carregado de vidros tombou no local. O motorista e seu ajudante não se feriram, mas a carga precisou ser removida por uma equipe da Prefeitura.
Em um vídeo obtido pelo Blog do Marcos Frahm, parceiro do Bahia Notícias, é possível observar diversos cacos de vidro ainda sendo retirados da estrada. A informação é que dois caminhões colidiram no mesmo trecho, um deles carregado de verduras.
Veja o trecho:
? Acidente com caminhão carregado de vidros causa transtornos na BR-420 em Jaguaquara
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) December 18, 2024
Confira o vídeo ? pic.twitter.com/AGo9rK0jwo
Motoristas que utilizam a rodovia reclamam das condições da pista, especialmente dos declives, que aumentam o risco de acidentes, principalmente para veículos pesados. Segundo os relatos, caminhões costumam trafegar no meio da via para evitar tombamentos, colocando em risco outros veículos e usuários da rodovia.
A BR-420, nesse trecho de aproximadamente 10 km, é de responsabilidade do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT). A série de acidentes recentes levanta questionamentos sobre a manutenção da rodovia e a necessidade de melhorias na infraestrutura para garantir a segurança dos usuários.
Considerado grupo de risco pela idade, 84 anos, Mauricio de Sousa tem seguido à risca as orientações sanitárias para evitar o contágio e a proliferação do coronavírus. Nos últimos dias o quadrinista mostrou algumas das novas estratégias para manter os afetos durante a pandemia.
Em sua conta no Instagram, ele publicou fotografias registrando as visitas dos filhos, sem contato físico. “O filho caçula Marcelo e a namorada Luisa vieram me visitar pela janela da cozinha e nos desejar (a mim e Alice) uma feliz Páscoa”, escreveu Mauricio em uma publicação, na qual aparece diante da pia da cozinha, com as visitas ao fundo.
“Neste domingo de Páscoa a filha Marina (já barrigudinha),seu marido Rafael e a cachorrinha Penha nos fizeram uma visita por trás dos vidros. Papo gostoso, saudade se desmanchando, a Páscoa se completou enquanto o Bidu (confinado comigo e Alice) também demonstrava felicidade com a proximidade da Penha. Momentos diferentes, marcantes e tão importantes para a família”, disse o criador da Turma da Mônica, junto com a foto da família, através da porta de vidro.
Veja as fotos:
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Flávio Bolsonaro
"Lula vai ficar do lado de criminosos?"
Disse o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao fazer duras críticas à atuação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na área da segurança pública. Flávio, pré-candidato do PL a presidente nas eleições de outubro, citou o projeto de lei antifacção, aprovado pelo Congresso Nacional em fevereiro e que ainda não foi sancionado por Lula.