Artigos
A dança como território de liberdade e transformação social
Multimídia
Angelo Coronel rejeita ideia de Senado como “puxadinho” do Planalto e diz que não será “chapa-branca” de presidentes
Entrevistas
Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra
vice de bruno reis
O deputado federal, Alex Santana (Republicanos), defendeu que o seu partido ocupe o cargo de vice na legenda encabeçada pelo prefeito Bruno Reis (União Brasil), nas eleições municipais, em 2024.
O parlamentar contou que não deseja "empurrar" e tirar a atual vice-prefeita, Ana Paula Matos. Porém, o deputado apontou que por conta do trabalho realizado pelo partido no cenário político e na gestão municipal, a sigla teria o direito de almejar um maior espaço na prefeitura de Salvador.
“Não é empurrar, eu acho que cada um tem seu espaço. Mas, com certeza eu acho que pela representatividade de voto, pelo trabalho que o Bispo Marinho faz, o deputado Marinho e todo trabalho que o Republicanos realiza, eu acho, que é de direito a gente querer um espaço melhor, é normal”, observou.
Santana comentou também a respeito da sucessão na presidência da Câmara dos Deputados.
“É muito difícil, pois existem alguns nomes de baianos. Como baiano, preferimos essa relação com algum baiano. Mas o meu partido, a gente tem uma ligação com Marcos Pereira, a gente espera que, dentro dessa disputa de braço, a gente fique com o melhor. Torço para que o meu partido consiga emplacar o presidente da Casa, é mais fácil a gente estar com essa relação obviamente”, indicou.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ricardo Alban
"A entrada de importações de até 50 dólares sem tributação é o mesmo que financiar a indústria de países como a China, principal exportador de produtos de baixo valor para o Brasil, especialmente no setor têxtil. O prejuízo é direto a quem fabrica e comercializa em território brasileiro".
Disse o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban ao comentar a aprovação da medida provisória 1357/2026, que revogou a chamada “taxa das blusinhas”. Segundo Alban, a medida representa um retrocesso econômico, cria uma condição de desigualdade para o setor produtivo brasileiro e pode colocar em risco mais de 100 mil empregos.