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ussiel tavares
A Polícia Federal (PF) deu início à quinta etapa da Operação Sisamnes, que apura um esquema milionário de lavagem de dinheiro montado para esconder o pagamento de propinas supostamente usadas na compra de decisões judiciais no Superior Tribunal de Justiça (STJ), nesta terça-feira (13). De acordo com informações do Metrópoles, um dos alvos desta nova fase é o advogado Ussiel Tavares, ex-presidente da Ordem dos Advogados do Brasil em Mato Grosso (OAB-MT).
Foram cumpridos 11 mandados de busca e apreensão, quatro deles em Mato Grosso. Além disso, ordens de bloqueio de valores e sequestro de bens que totalizam R$ 20 milhões foram realizados. Os investigados também tiveram seus passaportes apreendidos e estão proibidos de sair do país.
As investigações indicam que a organização criminosa atuava por meio de uma rede financeira e empresarial dedicada à lavagem de dinheiro. O esquema teria sido criado para eliminar ligações diretas entre os pagadores de propina e os servidores públicos corruptos, dificultando o rastreamento das transações e sua conexão com decisões judiciais fraudadas.
Além de Ussiel Tavares, a operação também mirou uma ex-secretária do advogado Roberto Zampieri, falecido em 2024 em Cuiabá. Zampieri já havia sido mencionado em etapas anteriores da investigação.
Segundo a Metrópoles, a OAB-MT informou que acompanhou as diligências da PF por meio do Tribunal de Defesa das Prerrogativas (TDP) e ressaltou que eventuais infrações éticas serão analisadas pelo Tribunal de Ética e Disciplina (TED). “O caso será avaliado para as medidas cabíveis”, disse a entidade.
Ussiel Tavares começou sua carreira na advocacia em Mato Grosso em 1985. Foi conselheiro estadual da OAB-MT a partir de 1989 e presidente da seccional entre 1998 e 2003.
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Pérolas do Dia
Flávio Bolsonaro
"Lula vai ficar do lado de criminosos?"
Disse o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao fazer duras críticas à atuação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na área da segurança pública. Flávio, pré-candidato do PL a presidente nas eleições de outubro, citou o projeto de lei antifacção, aprovado pelo Congresso Nacional em fevereiro e que ainda não foi sancionado por Lula.