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O relançamento do álbum 'Elis', clássico de Elis Regina de 1973, pela Universal Music, está sendo alvo de uma polêmica. As informações são da coluna de Ancelmo Gois do jornal 'O Globo'.
O maestro e arranjador César Camargo Mariano, ex-marido da artista, notificou a gravadora pelo relançamento, afirmando que a Universal não poderia ter autorizado a nova remasterização sem consultá-lo. “O disco foi verdadeiramente mutilado”, disse.
Mariano, que foi diretor musical, arranjador e pianista do trabalho original, fez um desabafo nas redes sociais: “Estou sendo procurado para dar minha opinião sobre o lançamento da nova versão. E respondo que ouvi, com tristeza.”
Em entrevista ao jornal 'O Globo', João Marcelo Bôscoli, afirmou que o 'Elis' era um dos discos cujo áudio menos o satisfazia, além de receber queixas dos fãs.
“O som que a Elis Regina ouvia no estúdio ela não ouvia depois no álbum em casa. Ela não gostava de ouvir os álbuns”, contou, acrescentando que respeitou a estrutura musical do disco em seu trabalho.
De acordo com Ancelmo Gois, o caso está sendo conduzido pela advogada Deborah Sztajnberg.
O cantor Léo Santana recebeu um quadro de Diamante durante participação em um bloco no pré-carnaval do Rio de Janeiro neste sábado (31). A homenagem foi entregue pela Universal Music Brasil em reconhecimento ao desempenho da música “Desliza (Ólhinho no Corpinho)”.
?? Léo Santana recebe quadro de Diamante por “Desliza” durante bloco no Rio de Janeiro
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) January 31, 2026
Confira ?? pic.twitter.com/3Mepz7lEkM
O single, gravado em parceria com a cantora Melody, alcançou a marca de 177 milhões de streams nas plataformas digitais, consolidando-se como um dos hits do artista.
A entrega ocorreu durante o desfile do bloco comandado por Léo Santana no Circuito Preta Gil, no Centro da capital fluminense.
O Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) denunciou em 21 de setembro Paulo Lima, presidente da Universal Music, pelos crimes de cárcere privado contra a ex-esposa, a escritora Helena Lahis, e de acesso ao e-mail dela sem permissão.
De acordo com o TAB UOL, Paulo Lima é acusado de internar compulsoriamente a mulher em outubro de 2019, após ela pedir o divórcio. Helena passou 22 dias numa clínica psiquiátrica e de reabilitação no bairro de Botafogo, no Rio de Janeiro, impedida de contato com quem não fosse da família.
Em 2021, Paulo Lima já havia sido indiciado pela Polícia Civil. O inquérito resultou na denúncia do MP-RJ, que inclui os médicos Maria Antonia Serra Pinheiro, amiga do casal, e Gabriel Landsberg, o diretor técnico da clínica. O processo corre em segredo de Justiça.
DENÚNCIA
Ainda de acordo com o TAB UOL, o Ministério Público também denunciou a médica Maria Antonia Serra Pinheiro por cárcere privado. No documento consta que o internamento foi “indevido” e “abusivo”, que gerou sofrimento moral e mental à vítima.
Segundo o TAB UOL, o MP-RJ aponta que a médica nem “sequer apresentou à clínica - ou mesmo elaborou - laudo médico com o diagnóstico da paciente e as razões pelas quais entenderia imprescindível a sua internação forçada”.
Em nota ao TAB UOL em novembro do ano passado, o advogado Alexandre Lopes, responsável pela defesa de Maria Antonia, disse que ela “apenas sugeriu a ida de Helena a uma clínica especializada para avaliação psiquiátrica, por conta de relatos da família”.
A defesa alegou ainda que Helena foi avaliada por outros médicos após internação e que “era visitada todos os dias por seus familiares”.
Ainda segundo o TAB UOL, com relação ao médico Gabriel Landsberg, diretor técnico da clínica Clif, o órgão entende que houve tentativa de fraude processual. Landsberg quis prejudicar o inquérito durante a saída de Helena da clínica, diz o promotor.
“Abordou a vítima, de forma insistente e incisiva, buscou convencê-la a assinar documento declarando que sua internação havia sido voluntária, retirando, portanto, o caráter coercitivo da presença de Helena naquele local”, diz a denúncia.
À pedido dos herdeiros, a 9ª Câmara Civil do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro determinou a realização de uma nova perícia sobre o valor das obras de João Gilberto.
De acordo com informações da coluna de Ancelmo Gois, a decisão se dá dentro da disputa judicial que se arrasta há 20 anos entre o músico - agora representado pela família - e a gravadora EMI, que atualmente pertence à Universal Music.
Em 2015, a gravadora foi condenada a pagar mais de R$ 170 milhões de direitos autorais ao artista, mas recorreu e, com base em perícia, o valor caiu para R$ 13 milhões.
Com a mudança, os familiares de João Gilberto colocaram em suspeição o perito e agora, segundo a publicação, o TJ não chegou a apreciar a suspeição do profissional, mas entendeu que pela importância do caso seria necessária uma nova análise. Desta vez, a perícia será realizada por Jarbas Barsanti, dirigente da Associação dos Peritos Judiciais do Estado do Rio de Janeiro.
Após recorrer à Justiça do Rio de Janeiro, para que a Universal Music não pudesse comercializar suas músicas em formato digital, Gilberto Gil fechou um acordo milionário com a gravadora. A informação é da coluna de Lauro Jardim, no jornal O Globo.
O impasse se dava porque a multinacional usava um contrato assinado na década de 1970 - época que sequer existia a internet - para explorar financeiramente as obras do cantor e compositor baiano nas plataformas digitais.
O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (STJ-RJ) confirmou em segunda instância, nesta terça-feira (26), a vitória do cantor e compositor João Gilberto sobre a Universal Music, por três votos a zero.
De acordo com informações do colunista Lauro Jardim do site O Globo, a ação movida por João originalmente tinha como ré a EMI, hoje incorporada pela Universal Music. O músico alegava que direitos autorais não foram pagos pela gravadora desde 1964.
A EMI já chegou a ser condenada a pagar os royalties sobre seus discos - os três primeiros álbuns de João, "Chega de saudade" (1959), "O amor, o sorriso e a flor" (1960) e "João Gilberto" (1961).
Na ação, que Gilberto foi vitorioso, o artista acusou a Universal de ter esvaziado o patrimônio da EMI para não ter que pagar o que lhe deve. Segundo o colunista, cabe recurso à decisão desta terça ao Supremo Tribunal de Justiça (STJ).
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ricardo Alban
"Permitir a entrada de importações de até 50 dólares sem tributação é o mesmo que financiar a indústria de países como a China, principal exportador de produtos de baixo valor para o Brasil, especialmente no setor têxtil. O prejuízo é direto a quem fabrica e comercializa em território brasileiro".
Disse o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban ao comentar sobre a revogação, pelo governo Lula, do imposto de importação de 20% cobrado sobre compras internacionais de até US$ 50, a chamada “taxa das blusinhas”, resultará na perda de empregos e impactará principalmente as micro e pequenas empresas brasileiras.