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united labz
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a apreensão e a proibição de todos os medicamentos da marca United Labz. A medida, publicada no Diário Oficial da União nesta terça-feira (1º), vale para todos os lotes e impede a fabricação, importação, distribuição, armazenamento, transporte, comercialização, propaganda e uso dos produtos.
Segundo a Anvisa, a marca não possui registro, notificação ou cadastro na agência. No ato, o órgão informa ainda que a empresa responsável pela fabricação dos produtos é desconhecida. As informações são do g1.
A resolução responde a uma denúncia de anúncios e propaganda da venda dos medicamentos. A United Labz mantém páginas na internet nas quais anuncia produtos voltados principalmente ao tratamento da obesidade. Em seu site, por exemplo, há oferta de produtos anunciados como tirzepatida e menção à retatrutida.
A Resolução-RE nº 3.440, de 31 de agosto de 2026, determina:
- apreensão dos produtos;
- proibição de fabricação;
- proibição de importação;
- proibição de armazenamento;
- proibição de distribuição e transporte;
- proibição da comercialização;
- proibição de propaganda;
- proibição do uso.
As medidas atingem qualquer pessoa física ou jurídica e também veículos de comunicação que participem da divulgação ou comercialização dos produtos.
Segundo a agência, a venda dos medicamentos sem autorização sanitária viola a Lei nº 6.360/1976, que estabelece as regras para medicamentos e outros produtos sujeitos à vigilância sanitária.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Júlio Pinheiro
“Eu acho que na democracia cabe a representação de qualquer forma, desde que ela seja validada pelas urnas. Eu entendo que a rede social é um instrumento, ela não pode ser a base política, porque a base política ela precisa expressar anseios da sociedade que sejam calcados em coisas concretas, certo?".
Disse o deputado estadual eleito Júlio Pinheiro (PT), ao comentar em entrevista ao Bahia Notícias no Ar, na Antena 1 Salvador (100.1) nesta segunda-feira (21), sobre a popularização da modalidade de “políticos influencers”, aqueles parlamentares que se elegem com forte apelo das redes sociais e conteúdos virais. Segundo o ex-prefeito de Amargosa, “na democracia cabe a representação de qualquer forma”, mas é necessário avaliar o conteúdo produzido e incentivado pelos candidatos nas redes sociais.