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umbrella
Solange Almeida bem que valorizou, mas "perdeu" para Rihanna. Um dos maiores hits da banda Aviões do Forró, 'Se Não Valorizar', sucesso na voz de Sol, ainda dá dinheiro para alguém, mas não é para a banda brasileira.
Em entrevista ao podcast 'Que Nem Tu', a baiana contou que todos os royalties e arrecadações da música, uma versão do sucesso 'Umbrella', de Rihanna, vai para os donos originais da música, C. Tricky Stweart, Terius Nash, Shawn Carter e Thaddis Laphonia Harrell.
"Eu posso cantar a música da Rihanna onde eu quiser no mundo, eu posso subir em qualquer plataforma porque eu tenho direito de cantar e tudo, que é monetizado, quem recebe é a gringa lá, eu não ganho nada com isso. Se fosse eu tava milionária, só queria cantar eu não tava atrás dos royalties que eu ia receber, eu só queria que as pessoas me conhecessem. E esse objetivo eu consegui", disse.
Sol relembrou o processo para incluir a música no DVD e disse que por pouco a faixa não fez parte do projeto. "A música entrou nos 59 do último tempo, tipo assim, faltava 1 hora mais ou menos e nada da gringa mandar uma liberação. E eu já chorando, 'como é que pode a música não vai subir no DVD', faltando 10 minutos, infelizmente a gente vai ter que liberar o DVD, vai subir sem Umbrella. Aí o telefone toca, liberou", contou.
O que aconteceu com Sol foi o mesmo que aconteceu com a banda Filhos de Jorge, que após lançar Ziriguidum, uma versão da música Yiri Bom, composta pelo artista cubano Silvestre Méndez, precisou fazer um acordo com os detentores dos direitos autorais da música e apareceram apenas como versionistas, não tendo lucro com a faixa.
"Não temos direitos sobre a música, todo dinheiro que a gente fez com a música ficou com a Pier Music e os familiares do compositor. Financeiramente não ganhamos nada, mas, por outro lado ganhamos visibilidade. E o conselho que eu dou é, quando for fazer isso, procurem os compositores originais, as editoras, peçam a autorização, façam o acordo e registrem", contou Gileno Gomes ao Bahia Notícias em 2021.
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André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.