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A Polícia Civil do Espírito Santo concluiu, na última segunda-feira (6), o inquérito do falecimento de uma bebê de três meses ocorrido no fim de julho, no município de Barra de São Francisco. As autoridades locais concluíram que a criança foi morta pelos pais para ser "oferecida ao diabo" com o crime.
O pai da criança, um homem de 21 anos, foi indiciado por homicídio triplamente qualificado cometido por motivo torpe, asfixia e contra menor de 14 anos. A mãe da criança morta, uma adolescente de 17 anos, foi indiciada por ato infracional análogo aos mesmos crimes por ser menor de idade.
Segundo o delegado Daniel Azevedo, da Delegacia Regional de Barra de São Francisco, uma testemunha do caso relatou que a mãe da criança ligou para ela momentos antes e efetuar o crime, após o assassinato a jovem ligou para informando a conclusão do ato.
"O casal já havia sido detido na data do crime, mas, no desenrolar das investigações, ficou demonstrado que os pais da criança a asfixiaram com o objetivo de praticar um ritual de magia, em que sacrificaram o bebê como oferenda ao diabo".
O casal já havia sido detido antes. O homem foi preso e ela foi encaminhada para a UFI (Unidade Feminina de Internação). O caso segue agora para o Ministério Público do Espírito Santo, que vai decidir se irá denunciar o casal pelos crimes apontados pela polícia.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Sandro Filho
"Não é flerte, não é namoro, não é casamento. É só uma decisão de um cidadão e agora um deputado eleito acreditando que um candidato a presidente é melhor do que o outro para trazer investimentos tanto para o meu estado quanto para o meu país".
Disse o deputado federal eleito Sandro Filho (PP) rechaçou a caracterização de que sua movimentação política represente um "flerte", "namoro" ou "casamento" com o bolsonarismo.