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O Centro de Tecnologia de Vacinas (CTVacinas) da Universidade Federal de Minas Gerais (UFGM) anunciou estar próximo da última etapa na produção de uma vacina nacional contra a mpox, destinada em testes humanos.
Segundo publicação da Agência Brasil, a empresa informou que está desenvolvendo um Dossiê para enviar à Anvisa.
“A equipe está produzindo o chamado Dossiê de Desenvolvimento Clínico de Medicamento (DDCM) para enviar à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e, assim, receber o sinal verde para começar os testes em humanos”, comunicou.
A vacinação brasileira obteve maior projeção depois que a doença foi declarada como emergência em saúde pública de importância internacional, por conta da disseminação global e com potencial de nova pandemia pela Organização Mundial da Saúde (OMS).
O imunizante, porém, já estava sendo produzido há 2 anos, desde a primeira emergência global provocada pela doença. A UFMG afirmou que a dose brasileira utiliza um vírus atenuado e não replicativo, tornando o imunizante “extremamente seguro”, inclusive para uso entre imunossuprimidos e gestantes.
De acordo com a instituição de ensino, os primeiros testes tiveram bons resultados, demonstrando “indução de neutralizantes, resposta celular e resposta robusta contra a doença”.
A enfermidade infecciosa é causada pelo mpox, vírus que afeta seres humanos e também animais. Entre os sintomas da doença estão febre, dores musculares, fadiga, lesões cutâneas e Linfadenopatia.
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Navi Pillay
"Talvez dividiria com Trump".
Disse a vencedora do Prêmio Nobel da Paz de 2026 nesta sexta-feira (9), a jurista sul-africana Navanethem "Navi" Pillay ao brincar com a reação do público e declarou que, se os aplausos continuassem, "talvez dividiria o prêmio com Trump". Em tom descontraído, a premiada questionou se o anúncio era real: "Como advogada e juíza, ainda quero verificar se tudo isso é verdade", brinca.