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ufc 329
Conor McGregor rebateu as especulações de que teria entrado lesionado para a luta contra Max Holloway no UFC 329. O irlandês sofreu uma lesão no joelho direito durante o combate do último sábado, o que gerou análises e comentários nas redes sociais sugerindo que o problema físico já existia antes do início da disputa.
Em publicação no X (antigo Twitter), nesta sexta-feira, o ex-campeão do UFC negou qualquer condição prévia e explicou um momento registrado antes da luta, quando aparentou perder o equilíbrio ao retirar o tênis ao lado do octógono. "Mais uma bobagem. Não tive problema nenhum. Tirei o tênis na lateral do octógono, com o pé suado, sem meia, e tirei o tênis com a sola do pé livre. Foi um breve desequilíbrio. Se tanto", afirmou.
Na sequência, McGregor garantiu que estava em plenas condições físicas para o confronto. "Eu estava preparado. Em forma. Saudável. Meu motor, meu oxigênio, meu sangue, meus batimentos cardíacos, nunca estiveram em melhor condição. Da próxima vez darei um gritinho para a câmera para criar a ilusão de que algo mais está acontecendo", completou.
Aos 38 anos, o irlandês tem apenas mais uma luta prevista em seu contrato com o UFC. Embora ainda não haja definição sobre um possível retorno ao octógono, McGregor afirmou que, caso volte a competir, seu adversário ideal seria novamente Max Holloway. "Tem que ser Holloway", declarou.
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Ricardo Alban
"A República enfrenta um teste de integridade inédito. As sucessivas crises que ocorrem em Brasília colocam as instituições em risco. Os recorrentes episódios podem lançar o Brasil num momento de especial gravidade, pois a confiança da população nos poderes públicos é alicerce da democracia".
Disse o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban ao alertar para o risco que as instituições brasileiras correm com a crise vivida pelo Supremo Tribunal Federal (STF).