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O estudante de nutrição Arthur Cortines Laxe Ferreira da Conceição, de 18 anos, perdeu a visão do olho direito após ser atingido por um tiro de bala de borracha na noite do último domingo (3), nas proximidades da ala sul do Maracanã, no Rio de Janeiro. O caso aconteceu depois da partida entre Flamengo e Vasco, que terminou empatada em 2 a 2, na 14ª rodada do Brasileirão.
Arthur, que é aluno da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), teria presenciado uma confusão após um roubo de celular na região do estádio. Durante a movimentação, ele acabou encurralado por policiais militares montados a cavalo. Um dos agentes disparou, e o projétil atingiu o rosto do estudante.
Após ser ferido, o jovem foi levado para o Hospital Souza Aguiar. Na manhã desta segunda-feira (4), Arthur será submetido a uma cirurgia plástica na Casa de Saúde São José.
A mãe do estudante, Christine Cortines, relatou o impacto da lesão e afirmou que o filho perdeu a visão de forma irreversível.
"Meu filho perdeu a visão. Ele foi mutilado. É irreversível. E se fosse com o filho de um deles?", desabafou.
O caso ocorreu em meio ao esquema de segurança montado para o clássico entre Flamengo e Vasco. Ainda não há, até o momento, informação sobre eventual procedimento interno envolvendo o policial responsável pelo disparo.
A Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) inaugurou, nesta quarta-feira, o primeiro banheiro sem gênero da instituição no campus Maracanã. A iniciativa é da Superintendência de Equidade Étnico-racial e de Gênero e tem como objetivo garantir um espaço acessível a todas as pessoas, independentemente de orientação sexual, identidade ou expressão de gênero.
O banheiro está localizado no 10º andar, bloco C, do Pavilhão Reitor João Lyra Filho. A proposta integra ações voltadas à promoção da inclusão, do respeito à diversidade e da convivência no ambiente universitário.
O projeto foi desenvolvido em parceria com a professora Grassine de Oliveira, doutoranda da Escola Superior de Desenho Industrial (Esdi/Uerj), responsável pela arte gravada na parede interna do espaço. Grassine integra a comunidade LGBTQIAP+ e se identifica como pessoa transgênero não-binária. As informações são do Globo
A ministra dos Povos Indígenas do Brasil, Sonia Guajajara, vai receber o título de doutora honoris causa da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) na próxima quarta-feira (28).
Segundo a Agência Brasil, é a primeira vez que uma universidade brasileira concede sua mais importante honraria para uma pessoa indígena. A cerimônia de entrega será aberta ao público, a partir das 16h da próxima quarta, no Teatro Odylo Costa Filho, localizado no Campus Maracanã.
O título de doutor honoris causa é o mais importante concedido pela Uerj, e foi aprovado em sessão do Conselho Universitário no ano passado.
A honraria pode ser atribuída a personalidades eminente, nacional ou estrangeira, que tenham se destacado singularmente por sua contribuição à cultura, à educação ou à humanidade.
Segundo o relatório que embasou a decisão do conselho, a homenagem à Sonia Guajajara “permite reconhecer o conhecimento indígena como um saber autêntico e extremamente importante para o povo brasileiro”.
"Sonia Guajajara é uma ativista reconhecida internacionalmente. Desde que assumiu o ministério tem atuado pela demarcação de terras indígenas e lutado contra o desmatamento que afeta essas comunidades", diz a Uerj.
No âmbito acadêmico, a ministra tem graduação em Letras pela Universidade Estadual do Maranhão e pós-graduação em Educação Especial.
Em 2024, foi ganhadora do Prêmio Campeões da Terra 2024, maior honraria do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), na categoria Liderança Política.
Em 2022, foi eleita uma das 100 pessoas mais influentes do ano pela revista Time. Também atuou em diversas organizações indígenas, como a Coordenação das Organizações e Articulações dos Povos Indígenas do Maranhão (Coapima), Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (Coiab), e foi coordenadora executiva da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib).
Em 2018, Sonia foi candidata à vice-presidência do Brasil na chapa com Guilherme Boulos (PSOL) e, em 2022, foi eleita deputada federal (PSOL) pelo estado de São Paulo. Atualmente, está à frente do Ministério dos Povos Indígenas.
Citando a mobilização dos brasileiros no último paredão do Big Brother Brasil 20, que contou com mais de 1,5 bilhão de votos (clique aqui e saiba mais), Tatá Werneck pediu o mesmo empenho para ajudar duas universidades do Rio de Janeiro no combate ao coronavírus.
“Agora que passou o paredão todos devem estar mais calmos :). Tomara que eu consiga a mesma mobilização para arrecadar doações pra UERJ e UFRJ. Eu estou pedindo pros amigos doarem ou apenas postarem. Postar não custa né?”, escreveu a atriz e apresentador em sua conta no twitter, nesta quarta-feira (1º).
“Acho maravilhoso o BBB e ver as pessoas se mobilizando. Nesse momento é muito importante se entreter! Saúde mental é fundamental. Mas uma coisa não exclui a outra. Eu prometi ao diretor do hospital que conseguiria e vou conseguir”, acrescentou a artista, que rebateu críticas sobre seus esforços para ajudar instituições públicas.
“Doar para instituição federal e estadual? Acho que a gente pode melhorar isso daí em! Vamos doar para turma que está ficando desempregada e tem família para tratar com um salário mínimo, e a gente pode também não comprar toda a comida dos mercados, tem gente que só pode comprar uma vez por mês”, sugeriu um seguidor.
“Vamos lá: já doei cestas pra Rocinha , Vidigal, Cidade de Deus e bastante álcool gel pra cada uma delas. Estou pagando o aluguel e contas de muita gente que nem conheço e pedem ajuda. Uma merda ter que divulgar o que já ajudou mas se eu estou pedindo doação eh pq sei o que estou falando”, rebateu Tatá, acrescentando que “uma ajuda não exclui a outra” e que “proteger as pessoas que estão arriscando a vida para salvarem vidas é fundamental”. “Os dois lados da torcida se juntando a gente consegue salvar UERJ e UFRJ em UM DIA!”, destacou.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Mário Frias
"Só te agradecer, meu irmão. Vamos mexer com o coração de muita gente e vai ser muito importante para o nosso país, tá? Preciso de vez em quando te falar como as coisas vão andando, tá?".
Disse o ex-secretário especial de Cultura ao comentar com o banqueiro Daniel Vorcaro sobre a articulação do filme biográfico “Dark Horse”, sobre Jair Bolsonaro.