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O grupo oficial de animadoras de torcida do Bahia, conhecido como Tricolíderes, divulgou nota após a prisão de Emile Quessia Oliveira da Silva Sena, apontada como suspeita de participação no sequestro de três mulheres no Salvador Shopping, no último domingo (15).
No comunicado, o grupo informou que Emile integrou a equipe há cerca de uma década e ressaltou que não mantém qualquer relação com a ex-participante desde o seu desligamento.
"Desde o seu desligamento, assim como ocorre com todas as integrantes que se desvinculam do grupo, ela seguiu sua trajetória pessoal de forma independente, não havendo qualquer vínculo institucional, representativo ou de responsabilidade entre o grupo e as decisões ou condutas individuais de ex-integrantes", diz o comunicado.
As Tricolíderes também destacaram os princípios que norteiam a atuação do grupo. "Ressaltamos ainda que as Tricolíderes sempre foram formadas por mulheres que pautam suas condutas nos princípios da ética, do respeito e da responsabilidade social".
Segundo as investigações, Emile se apresentava nas redes sociais como “cristã, casada e mãe de pets”, onde costumava compartilhar conteúdos religiosos. No entanto, as informações apuradas pela polícia indicam possível envolvimento em atividade criminosa.
Ela é casada com Pedro Vitor Lima Sena Souza, apontado por fontes policiais como integrante do grupo criminoso Bonde do Maluco (BDM), com atuação em Salvador, Região Metropolitana e também no município de Seabra.
A suspeita foi abordada por policiais no bairro de Plataforma após demonstrar comportamento considerado suspeito. Durante a abordagem, ela indicou o local onde as vítimas eram mantidas em cativeiro.
As três mulheres foram resgatadas na segunda-feira (16), cerca de 12 horas após o crime. Emile Quessia foi autuada por extorsão mediante restrição da liberdade e permanece presa, à disposição da Justiça.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.