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A Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) deve concluir nesta terça-feira (16) a tramitação da indicação da procuradora Camila Vasquez Negromonte para uma vaga no Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia (TCM-BA). O nome será apreciado inicialmente pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), em reunião extraordinária convocada para as 11h.
A expectativa é que, após a análise da comissão, a matéria seja encaminhada ao plenário e votada pelos deputados ainda no mesmo dia. O tema integra a pauta prioritária da Casa antes do recesso junino.
Durante entrevista ao Projeto Prisma, do Bahia Notícias, o líder do governo na AL-BA, deputado estadual Rosemberg Pinto (PT), afirmou que a indicação de Camila está entre as matérias que devem ser apreciadas nesta semana, após a análise na CCJ, juntamente com projetos relacionados à recomposição orçamentária do Estado, propostas voltadas aos policiais militares e a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO).
Camila Vasquez foi indicada pelo governador Jerônimo Rodrigues (PT) para ocupar a vaga aberta após a aposentadoria do conselheiro Mário Negromonte. Procuradora de carreira do Ministério Público de Contas, ela foi escolhida entre os integrantes da lista tríplice encaminhada ao Executivo estadual.
A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) vai analisar nesta terça-feira (16) a indicação da procuradora do Ministério Público de Contas do Tribunal de Contas dos Municípios, Camila Vasquez Negromonte, para uma vaga no Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia (TCM-BA). A apreciação ocorrerá durante reunião extraordinária convocada para as 11h, conforme confirmou ao Bahia Notícias o presidente da comissão, deputado Robinson Almeida (PT).
A análise do nome havia sido adiada na semana passada em razão da realização da Bahia Farm Show, em Luís Eduardo Magalhães. Com isso, o cronograma de tramitação da indicação acabou sendo reprogramado pela Assembleia.
Camila Vasquez foi indicada pelo governador Jerônimo Rodrigues para ocupar a vaga aberta no TCM. Procuradora de carreira do Ministério Público de Contas (MPC), ela foi escolhida entre os integrantes da lista tríplice formada também pelos procuradores Guilherme Costa Macêdo e Aline Paim Monteiro do Rego.
A vaga em disputa surgiu após a aposentadoria do sogro de Camila, o conselheiro Mário Negromonte. A procuradora é esposa do deputado federal Mário Negromonte Júnior (PSB), e teve o nome encaminhado pelo Executivo estadual após quase um ano da entrega da lista tríplice ao governador.
Caso receba parecer favorável na CCJ, a indicação seguirá para votação em plenário, etapa final do processo de escolha do novo integrante do Tribunal de Contas dos Municípios.
A tramitação da indicação de Camila Vasquez para uma vaga no Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia (TCM-BA) sofreu um atraso na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA). A análise do nome pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), inicialmente prevista para esta semana, foi adiada para a próxima terça-feira (16). Ao Bahia Notícias, o presidente da CCJ, Robinson Almeida (PT), confirmou que conversou com a presidente da Assembleia, Ivana Bastos (PSD), e que a mudança ocorreu em razão da realização da 20ª edição da Bahia Farm Show, em Luís Eduardo Magalhães.
Com o adiamento da apreciação na comissão, o calendário de tramitação da indicação também foi impactado. A expectativa agora é que o parecer seja discutido pelos integrantes da CCJ na próxima semana, antes de eventual encaminhamento para votação em plenário.
A indicação de Camila Vasquez integra a pauta de escolhas para o TCM, órgão responsável pela fiscalização das contas dos municípios baianos. A análise na comissão é uma das etapas obrigatórias do processo antes da deliberação final pelos deputados estaduais.
O Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia determinou a suspensão imediata de um pregão eletrônico da Prefeitura de Jaguaquara destinado à confecção de fardamentos para secretarias municipais. O certame tinha valor estimado em R$ 939 mil. As informações são do Achei Sudoeste, parceiro do Bahia Notícias.
A decisão monocrática foi assinada pelo conselheiro substituto Antônio Carlos da Silva e atinge diretamente a prefeita Edione Oliveira Agostinone e o secretário de Administração, Planejamento e Finanças, Uellington Souza Reis.
Segundo o TCM, a Diretoria de Assistência aos Municípios identificou 14 irregularidades no edital do Pregão Eletrônico nº 017/2026. Entre os problemas apontados estão ausência de estudo técnico preliminar, falta de mapa de riscos, exigências consideradas excessivas para participação das empresas e inconsistências na justificativa da quantidade de peças previstas.
O tribunal também questionou o uso de orçamento sigiloso sem justificativa concreta e apontou possíveis riscos de sobrepreço, já que os quantitativos previstos para os fardamentos foram considerados desproporcionais em relação à finalidade apresentada pela gestão municipal. Com a decisão cautelar, a prefeitura está impedida de homologar o resultado da licitação ou firmar contratos até o julgamento do mérito do processo. Os gestores terão prazo de 20 dias para apresentar defesa ao órgão de controle.
O Supremo Tribunal Federal (STF) julgou, por unanimidade, que o Tribunal de Contas dos Municípios do Estado da Bahia (TCM-BA) não deve ter suas contas julgadas diretamente pela Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA). A decisão ocorreu no julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 4124, proposta pelo Partido Comunista do Brasil (PCdoB), seguindo o voto do relator, ministro Nunes Marques.
A ação questionava dispositivos da Constituição do Estado da Bahia e da Lei Complementar estadual 6/1991, que atribuíam à Assembleia Legislativa a competência para julgar as contas do TCM-BA. Para o partido, as normas contrariavam o modelo de controle externo definido pela Constituição Federal.
Em seu voto, o relator fundamentou a decisão. “Embora o Tribunal de Contas dos Municípios atue no auxílio do controle externo titularizado pelas Câmaras Municipais, trata-se de um órgão criado pela Constituição estadual e que integra a estrutura do estado”, explicou o ministro Nunes Marques. “Por essa razão, deve prestar contas ao Tribunal de Contas do Estado da Bahia (TCE-BA), e não ao Poder Legislativo estadual.”
Com esse entendimento, o Supremo declarou a inconstitucionalidade da expressão “e pelo Tribunal de Contas dos Municípios” contida no artigo 71, inciso XI, da Constituição baiana e no artigo 3º da Lei Complementar 6/1991. A Corte também fixou interpretação ao artigo 91, parágrafo 3º, da Constituição local, para esclarecer que a obrigação de prestar contas à Assembleia aplica-se exclusivamente ao Tribunal de Contas do Estado.
Em contrapartida, o STF manteve a constitucionalidade da regra que obriga o TCM-BA a enviar relatórios trimestrais e anuais de suas atividades ao Legislativo estadual. A Corte entendeu que esse envio permite o acompanhamento institucional do órgão, sem se confundir com o julgamento propriamente dito de suas contas.
O Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia (TCM-BA) determinou, em sessão realizada nesta terça-feira (3), a exoneração de 90 servidores da Prefeitura de Aiquara, no sudoeste baiano. A decisão, que também aplica uma multa de R$ 2 mil ao prefeito Delmar Ribeiro (PP), decorre de uma denúncia que apontou irregularidades nas contratações realizadas entre os anos de 2017 e 2019.
Segundo denúncia, formulada por Marta Lisboa Gomes, o prefeito contratou os servidores temporariamente sem a realização de processo seletivo, descumprindo a legislação e o princípio da legalidade. O prefeito de Aiquara foi notificado sobre as irregularidades em fevereiro de 2019, mas não tomou as medidas necessárias para regularizar a situação.
Diante da omissão do gestor, o TCM-BA determinou a exoneração dos servidores contratados irregularmente, no prazo de 90 dias, caso ainda estejam em exercício. A decisão é baseada no artigo 37, IX, da Constituição Federal, que estabelece que a contratação temporária deve ser justificada e limitada a situações excepcionais. Além disso, a decisão também considera o descumprimento da Lei Municipal n.º 548/2017.
As contas dos municípios de Ilhéus e Juazeiro, referentes aos exercícios de 2020, foram rejeitas pelo Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia, na sessão desta terça-feira (15). Foram aplicadas multas e apresentadas representações ao Ministério Público Estadual, para que seja investigada a prática de improbidade administrativa por parte dos gestores.
A prefeitura de Ilhéus, liderada pelo prefeito Mário Alexandre Correa, teve as contas rejeitadas em razão do descumprimento do artigo 42 da Lei de Responsabilidade Fiscal, devido à ausência de recursos em caixa para cumprir as despesas inscritas em “restos a pagar”, que apresentava um saldo de R$ 63.908.245,17.
As contas da prefeitura de Juazeiro, do prefeito Marcus Paulo Alcântara Bomfim, foram rejeitadas, também em razão da indisponibilidade financeira em ordem de R$ 26.300.497,31, descumprindo ao disposto no artigo 42 da LRF. E também devido a não apresentação dos processos licitatórios de números CR0052020, no valor de R$ 24.940.931,52, e nº IL010-2020, R$ 130.000,00.
Após aprovação dos votos, os conselheiros relatores imputaram multas aos gestores por meio de Deliberações de Imputação de Débitos nos valores de R$ 4 mil.
O prefeito de Itajú do Colônia, Djalma Orrico Duarte, foi condenado pelo Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia (TCM-BA) por irregularidades em contratações de servidores nesta terça-feira (10). A decisão determinou a exoneração de servidores contratados irregularmente, incluindo familiares do prefeito, caracterizando nepotismo.
A denúncia, apresentada pelo Sindicato dos Servidores Públicos do município, apontou que, em 2019, o número de servidores contratados superava em muito o número de servidores efetivos, gerando um prejuízo de mais de R$ 435 mil aos cofres públicos.
Além disso, o sindicato denunciou a contratação de familiares do prefeito para cargos comissionados, configurando nepotismo.
A conselheira Aline Peixoto, relatora do processo, concluiu que o prefeito não apresentou a documentação necessária para justificar as contratações, que a maioria dos familiares contratados não possuía a qualificação necessária para os cargos ocupados.
Com tantas irregularidades, o TCM-BA determinou a exoneração dos servidores contratados de forma irregular e multou o prefeito em R$ 1 mil.
O ex-prefeito e candidato a prefeitura de Mirangaba, Adilson Almeida do Nascimento (Avante), foi multado em R$ 20 mil pelo Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia (TCM-BA). A decisão, tomada nesta terça-feira (10), se deu após a constatação de irregularidades na prestação de contas dos recursos repassados pela prefeitura.
As irregularidades foram encontradas nas contas relacionadas ao repasse de recursos públicos para o Centro Comunitário Social Alto Paraíso (CECOSAP).
Segundo relatória do processo foram identificados diversos problemas nas contas, como a ausência de comprovação de despesas que somam mais de R$ 1,7 milhão. Bem como, outras irregularidades relacionadas a destinação dos recursos públicos. O ex-prefeito e agora candidato, Adilson Nascimento foi multado em R$ 20 mil.
A relatora destacou a falta de clareza sobre o destino dos valores repassados ao CECOSAP com uma a ausência de cláusulas importantes no termo de parceria.
Além disso, o processo apontou a falta de especificações sobre as fontes dos recursos e seus objetivos.
Diante das irregularidades encontradas, o TCM-BA julgou as contas irregulares e determinou o ressarcimento dos valores aos cofres públicos, de forma solidária, por parte dos gestores envolvidos.
A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) vai analisar nesta terça-feira (16) a indicação da procuradora do Ministério Público de Contas do Tribunal de Contas dos Municípios, Camila Vasquez Negromonte, para uma vaga no Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia (TCM-BA). A apreciação ocorrerá durante reunião extraordinária convocada para as 11h, conforme confirmou ao Bahia Notícias o presidente da comissão, deputado Robinson Almeida (PT).
A análise do nome havia sido adiada na semana passada em razão da realização da Bahia Farm Show, em Luís Eduardo Magalhães. Com isso, o cronograma de tramitação da indicação acabou sendo reprogramado pela Assembleia.
Camila Vasquez foi indicada pelo governador Jerônimo Rodrigues para ocupar a vaga aberta no TCM. Procuradora de carreira do Ministério Público de Contas (MPC), ela foi escolhida entre os integrantes da lista tríplice formada também pelos procuradores Guilherme Costa Macêdo e Aline Paim Monteiro do Rego.
A vaga em disputa surgiu após a aposentadoria do sogro de Camila, o conselheiro Mário Negromonte. A procuradora é esposa do deputado federal Mário Negromonte Júnior (PSB), e teve o nome encaminhado pelo Executivo estadual após quase um ano da entrega da lista tríplice ao governador.
Caso receba parecer favorável na CCJ, a indicação seguirá para votação em plenário, etapa final do processo de escolha do novo integrante do Tribunal de Contas dos Municípios.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.