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O ex-marqueteiro baiano João Santana, que foi preso na operação Lava Jato e atualmente cumpre pena em regime semiaberto, pretende investir na carreira musical.
De acordo com informações da coluna de Mônica Bergamo, na Folha de S. Paulo, ele quer lançar três discos com canções de sua autoria. O primeiro deles tem previsão de lançamento para dezembro deste ano, já os outros, devem sair em 2020.
Ainda segundo a coluna, o baiano, que foi músico na juventude, voltou a se dedicar à arte enquanto cumpria prisão domiciliar. No período, ele recebia velhos parceiros em sua casa, no município de Camaçari, e assim deu o início do processo de composição. As músicas versam sobre temas como política, história, paixão, amor e sexo.
Apesar de assinar a autoria das músicas, Santana não canta e nem toca, mas participa com a voz em uma das composições. As gravações aconteceram no último mês, após ser autorizado a viajar para realizar o registro em São Paulo.
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Fernanda Melchionna
"A cantilena enfadonha da extrema direita e dos bolsonaristas chega a doer o ouvido. Um juiz, que foi um juiz ladrão, como mostrou a Vaza Jato, vem aqui tentar se mostrar como paladino da moral, como se lutasse contra a corrupção. É muita falta de vergonha na cara daqueles que votaram na PEC da bandidagem na Câmara dos Deputados vir aqui dizer que estão contra os corruptos".
Disse a deputada Fernanda Melchionna (Psol-RS) ao debater com o senador Sérgio Moro (PL-PR) durante a discussão do veto do presidente Lula ao projeto da dosimetria de penas, a deputada do Psol chamou Moro de “juiz ladrão”.