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trafico de drogas internacional
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou um perdão total e incondicional a Ross Ulbricht, operador do Silk Road, mercado da Dark Web no qual drogas ilegais eram vendidas de forma não-rastreável. Ulbricht havia sido condenado a prisão perpétua em 2015, por lavagem de dinheiro e venda de narcóticos.
Em sua rede social Truth Social, Trump afirmou que ligou para a mãe de Ulbricht para informá-la haver concedido perdão ao seu filho. O Silk Road, ou ‘rota da seda’ em tradução literal, foi fechado em 2013, após a polícia de Nova York prender Ulbricht durante operação em biblioteca pública.
A investigação mostrou que a plataforma vendia drogas ilegais usando bitcoin, além de oferecer equipamentos para hackear sistemas e passaportes roubados. Os promotores responsáveis pelo caso afirmaram que o site da dark web vendeu mais de 200 milhões de dólares (R$ 1,2 bilhão na conversão atual) em drogas anonimamente.
Os promotores também acusavam o hacker de encomendar o assassinato de seis pessoas, mas a provas foram consideradas insuficientes. Ulbricht foi condenado por conspiração para cometer tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e invasão de computadores. Documentos do FBI apontavam que o site tinha quase 1 milhão de usuários registrados.
No ano passado, Trump, enquanto candidato a presidente pelo partido republicano deu a entender que planejava alterar a sentença de Ulbricht durante a Convenção Nacional Universitária do Partido Libertário, que defendia a inocência de Ulbricht e considerava a sua prisão uma forma de perseguição e exagero do governo de Biden.
“Eu queria apenas capacitar as pessoas a fazer escolhas em suas vidas e ter privacidade e anonimato”, declarou Ulbricht à época de sua sentença. Na Truth Social, Trump comentou: “A escória que trabalhou para condená-lo reunia alguns dos mesmos lunáticos que estavam envolvidos na moderna armamentização do governo contra mim”.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Léo Kret
"Estou aqui ó, com meu pai, com minha mãe, na minha casa. Dizendo que eu estou presa. Meu nome apenas foi mencionado numa investigação com um contrato que eu nem assino".
Disse a ex-vereadora de Salvador e cantora Léo Kret ao se pronunciar após ter se tornado alvo de busca e apreensão durante uma operação do Ministério Público, por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco).