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top mega brasil 2026
A regional Bahia da Associação Brasileira das Agências de Comunicação (Abracom-BA) celebrou a presença de quatro agências baianas entre as finalistas do Prêmio TOP Mega Brasil de Comunicação Corporativa 2026, uma das principais premiações do setor no país. O reconhecimento é definido por votação direta de profissionais de comunicação de todas as regiões do Brasil, que elegem as agências e os executivos mais admirados do mercado.
Nesta edição, a Bahia garantiu destaque nas categorias nacional e regional. A Texto & Cia Assessoria e Comunicação está entre as 15 agências finalistas do Brasil. Já a ATcom Comunicação Corporativa, a Comunicativa Associados e a Darana RP disputam o reconhecimento entre as cinco finalistas da região Nordeste.
Para a diretora regional da Abracom-BA, Monique Melo, o resultado reforça o protagonismo das agências baianas no cenário da comunicação corporativa. “A presença da Bahia entre os finalistas de uma premiação construída pelo reconhecimento do próprio mercado é motivo de orgulho para todos nós. Esse resultado evidencia a força do nosso ecossistema de comunicação, a qualidade técnica das agências baianas e a capacidade de entregar estratégias que geram valor para clientes e para a sociedade”, afirma.
Criado em 2015 pela Mega Brasil Comunicação, o Prêmio TOP Mega Brasil de Comunicação Corporativa é considerado uma das principais referências do segmento. Os vencedores recebem o Troféu da Onça Pintada, símbolo da premiação que homenageia as chamadas “Feras da Comunicação”.
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Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ricardo Alban
"A entrada de importações de até 50 dólares sem tributação é o mesmo que financiar a indústria de países como a China, principal exportador de produtos de baixo valor para o Brasil, especialmente no setor têxtil. O prejuízo é direto a quem fabrica e comercializa em território brasileiro".
Disse o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban ao comentar a aprovação da medida provisória 1357/2026, que revogou a chamada “taxa das blusinhas”. Segundo Alban, a medida representa um retrocesso econômico, cria uma condição de desigualdade para o setor produtivo brasileiro e pode colocar em risco mais de 100 mil empregos.