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Artigos

Adriano Sampaio
Cartografia da Erosão Eleitoral
Foto: Acervo pessoal

Cartografia da Erosão Eleitoral

Em uma janela eleitoral curta, a erosão não depende apenas do conteúdo de uma narrativa. Ela emerge da interação entre alcance, repetição, credibilidade percebida, congruência identitária, carga moral, capacidade de correção e propensão à abstenção ou mudança de escolha.

Multimídia

“A política tem que voltar a conquistar as pessoas”, pede Grizenti sobre abstenção e votos nulos

“A política tem que voltar a conquistar as pessoas”, pede Grizenti sobre abstenção e votos nulos
Em entrevista concedida ao podcast Projeto Prisma, do portal Bahia Notícias, nesta segunda-feira (5), o cientista político Eduardo Grizenti avaliou o índice de abstenções e de votos brancos e nulos no primeiro turno das Eleições 2026, realizado neste domingo (4). Durante o programa, Grizenti argumentou que o debate sobre a obrigatoriedade do voto não é a questão central para explicar a ausência dos eleitores nas urnas.

Entrevistas

Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra

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Nesta segunda-feira (10), a ministra da Igualdade Racial, Rachel Barros, esteve em Salvador para participar do Colóquio Internacional Cultura, Relações Exteriores, Desenvolvimento e Reparação. O evento, que acontece nas cidades de Salvador e Cachoeira, integra as celebrações pelos 25 anos de fundação do FENEBA e desdobra as discussões iniciadas no 9º Congresso Panafricano, sediado em Lomé, no Togo.

top 50

João Fonseca corre risco de sair do Top 50 após não defender pontos do Challenger de Chicago
Foto: Andrew Eichenholz / ATP Tour

João Fonseca começa a semana sob pressão no circuito mundial de tênis. O jovem brasileiro de 18 anos perdeu duas posições e caiu para o 49º lugar no ranking da ATP, atualizado nesta segunda-feira (28). A queda tem explicação: ele não defendeu os pontos obtidos quando havia chegado às oitavas de final do Challenger de Chicago, nos Estados Unidos.

 

Fonseca ficou três semanas afastado das competições após a histórica campanha em Wimbledon, onde brilhou ao alcançar a terceira rodada. A pausa, entretanto, cobrou o preço. Sem atuar, perdeu os 15 pontos que havia somado no torneio americano no ano passado. E a situação pode piorar.

 

Isso porque o carioca também precisa defender, nesta semana, 75 pontos conquistados com o título do Challenger de Lexington, também nos EUA, seu primeiro troféu de nível internacional como profissional. Para manter essa pontuação, o brasileiro terá que vencer três partidas no Masters 1000 de Toronto, no Canadá, e atingir as oitavas de final.

 

A missão, porém, é bastante dura. Fonseca estreia contra o australiano Tristan Schoolkate, número 103 do mundo, vindo do qualifying. Caso avance, terá pela frente o italiano Matteo Arnaldi, 41º do ranking e cabeça de chave número 32 do torneio. Se superar os dois, a terceira rodada pode reservar um confronto com o alemão Alexander Zverev, principal favorito ao título e atual número 4 do mundo.

 

A estreia de Fonseca, inicialmente marcada para domingo (21), foi adiada para esta segunda-feira por conta do mau tempo em Toronto. O jogo contra Schoolkate está previsto para as 15h (horário de Brasília).

 

Caso não avance às oitavas e, consequentemente, não defenda os 75 pontos de Lexington, Fonseca deve perder entre cinco e seis posições no ranking. Isso o tiraria do Top 50, o que representaria um retrocesso importante em sua jovem carreira.

 

Estar entre os 50 melhores do mundo tem impacto direto no calendário de um tenista. A posição garante entrada direta nas chaves principais dos torneios de nível ATP e Grand Slam, sem a necessidade de disputar o qualifying, etapa prévia que pode exigir até três jogos extras e aumentar o desgaste físico.

 

Mais do que se manter no Top 50, Fonseca tem como meta se aproximar do Top 40. Isso porque, a partir dessa posição, um atleta começa a ser considerado para figurar como cabeça de chave nas principais competições do circuito — o que ajuda a evitar confrontos contra os principais favoritos logo nas primeiras rodadas.

 

O jovem já declarou que pretende fazer uma carreira longa e consistente no circuito, o que torna ainda mais importante administrar bem o calendário e o desgaste físico.

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
Procura-se urgentemente uma marca de pijama que dê patrocínio, ou pelo menos faça um preço mais camarada, depois das eleições desse ano. A sensação que ficou é ninguém ganhou e ninguém perdeu, mas todo mundo perdeu. Pro lado do Cacique, o grupo saiu "triste-alegre". Triste com a iminente derrota do Molusco, e alegre com o novo banho que deu no Soberano - sobretudo aqui em Salvador. Já o lado do Soberano o clima é de enterro. Um monte de gente sem mandato pra acomodar, uma conta enorme pra pagar, e a PF no cangote. Teremos que esperar...

Pérolas do Dia

Carlos Muniz

Carlos Muniz
Foto: Paulo Dourado / Bahia Notícias

"O povo entendeu que as obras que o governo do estado trouxe para Salvador foram muito importantes. Então essas obras influenciaram muito para que Jerônimo tivesse o êxito que teve". 

 

Disse o presidente da Câmara Municipal de Salvador (CMS), Carlos Muniz (PSDB), avaliou que ACM Neto (União Brasil) poderia ter reduzido a diferença para Jerônimo Rodrigues (PT) nas eleições para o governo da Bahia se tivesse repetido a estratégia de visitar municípios menores adotada na campanha anterior.
 

Podcast

Projeto Prisma recebe o cientista político do INCT.DD Eduardo Grizenti nesta segunda

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O pesquisador trará um panorama detalhado do mapa eleitoral desenhado pelas urnas, o peso das redes sociais na definição dos votos nas disputas majoritárias e proporcionais, além dos cenários e tendências políticos para a Bahia e o Brasil nos próximos anos.

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