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toninho gereaes
O compositor Toninho Geraes, que processa a cantora Adele por plágio da música 'Mulheres' na canção 'Million Years Ago', lançada por ela em 2015, voltou a "estaca zero" com a transferência da ação movida por ele para São Paulo.
De acordo com a coluna de Lauro Jardim, a juíza da 6ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro, Simone Chevrand, atendeu a um pedido da Universal Music, que representa Adele, e com isso, a ação será reiniciada.
A ação, que tramitava desde fevereiro de 2024, incluía uma liminar para proibir temporariamente execuções da música de Adele, além de uma perícia para avaliar possíveis semelhanças entre as faixas. No entanto, a liminar foi derrubada e o laudo foi inconclusivo.
Segundo a publicação, a juíza entendeu que os dois deveriam tramitar numa das varas empresarias de São Paulo e não no Rio, por lá ser um foro jurídico adequado para a situação.
A coluna afirma que Toninho irá recorrer da decisão. A defesa do compositor afirma que a alteração feita pela juíza foi frágil e ilegal.
Os representantes do compositor Toninho Gereaes, que acusa a cantora britânica Adele de plágio, solicitaram na Justiça do afastamento da perita judicial responsável pelos laudos técnicos que comparam a canção 'Million Years Ago' e 'Mulheres', sucesso na voz de Martinho da Vila.
De acordo com a coluna de Ancelmo Gois, do jornal 'O Globo', os advogados de Toninho alegam que a perita mantém relações de "amizade íntima" com o assistente técnico dos réus, o que configuraria suspeição.
A prova anexada pela equipe de Toninho ao processo mostra a presença de ambos em um evento da Academia Brasileira de Música deste ano.
Ainda de acordo com a publicação, o advogado de acusação, Fredmínio Biasotto Trotta, também afirma que, apesar de a perita indicar em seu laudo preliminar que houve plágio da canção "Mulheres", apontando, por exemplo, similaridades em 85% da música, o documento é inconclusivo, não atendendo ao objetivo fixado para a perícia.
SOBRE A AÇÃO CONTRA ADELE
Na ação, que teve início em 2021, o compositor Toninho Geraes acusa a britânica de plágio pela música 'Million Years Ago'. Segundo o artista, a diva pop teria copiado a canção 'Mulheres', sucesso de Geraes que foi gravada por Martinho.
Em 2024, em uma movimentação inédita, a Justiça brasileira determinou que a música parasse de ser executada, ou só fosse tocada com o aval de Geraes. A indenização pedida pelo brasileiro é de R$ 1 milhão por danos morais.
Ele solicita ainda o pagamento de perdas e danos, bem como de todos os valores de direitos autorais devidos desde o lançamento da música "Million Years Ago", em novembro de 2015, corrigidos monetariamente.
A defesa da cantora Adele fez um pedido milionário à Justiça do Rio de Janeiro no processo que acusa a britânica de ter plagiado o músico brasileiro Toninho Gerais com uma cópia da música 'Mulheres'.
De acordo com a coluna de Ancelmo Gois, do jornal 'O Globo', os representantes legais da artista pedem para que Toninho e a defesa do compositor depositem, em juízo, o valor mínimo de R$ 1 milhão.
A equipe justifica que o montante é necessário para "cobrir os prejuízos já causados e os que possam vir a ocorrer durante a vigência da decisão liminar"m que determinou a remoção da música 'Million Years Ago' das plataformas por ser um plágio da canção brasileira interpretada por Martinho da Vila.
Já o brasileiro abriu uma queixa-crime contra Adele e sua defesa, acusando a cantora e a equipe de terem cometido falsidade ideológica e documental, uso de documento falso, além de fraude processual.
O compositor Toninho Geraes, responsável pela música 'Mulheres', abriu uma queixa-crime por falsidade ideológica e documental contra Adele, o produtor Greg Kurstin, a gravadora XL Recordings e a distribuidora Universal Music.
De acordo com o site Splash, do Uol, os advogados do brasileiro apontam irregularidades na procuração apresentada pelos réus. Toninho teve uma vitória na Justiça do Rio de Janeiro no processo de plágio envolvendo a música 'Mulheres' e 'Million Years Ago'.
Na queixa, a defesa de Toninho alega que o documento foi apresentado com atraso após os advogados alegarem um "pequeno problema" durante audiência. Segundo a publicação, o juiz teria repreendido a defesa pelo atraso, já que a procuração é a condição legal para que os réus sejam representados por seus advogados.
A equipe do compositor apontou que a procuração teria "rasuras e entrelinhas inseridas à mão" e a versão em inglês não seria uma tradução juramentada, como requer a lei. De acordo com a queixa, os advogados de defesa não apresentaram uma proposta de conciliação, que seria o objetivo da audiência emergencial requisitada pelos próprios réus.
“As prováveis adulterações, além disso, implicam em inegáveis prejuízos para o noticiante, que pensou estar conciliando na audiência com representantes legitimados dos quatro réus, e não com representantes que sequer procuração válida tinham.”
Toninho ainda apontou que havia divergências nas assinaturas de Adele no documento e a defesa pediu um exame grafotécnico para apurar as diferenças entre as assinaturas na procuração em português, em inglês e o autógrafo da cantora.
Ao Splash, o advogado de Toninho Geraes afirmou que a falsificação pode configurar estelionato. "Parece que não estávamos a negociar com a cantora, naquela audiência [de 19 de dezembro], mas, sim, a participar de uma farsa protagonizada pelos réus", disse.
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