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tiago sostenes
Imagens registradas por câmeras de segurança de um hotel, em Aracaju, no estado de Sergipe, mostram o momento em que o policial penal, Tiago Sóstenes, entra no estabelecimento e mata a empresária Flávia Barros. A vítima era namorada do ex-diretor do Conjunto Penal de Paulo Afonso, no extremo norte da Bahia. A gravação mostra detalhes sobre a movimentação da vítima e do suspeito antes e depois do crime na capital sergipana.
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— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) May 27, 2026
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As imagens apontaram que ele entrou no hotel e começou a circular em diferentes dependências. Os vídeos serviram para a polícia realizar a investigação e apontar que Tiago não tentou não tirar a própria vida, após praticar o homicídio contra a empresária no hotel. A versão tinha sido apresentada pela defesa dele durante o seguimento do caso. No entanto, a versão foi desmentida pelo Ministério Público sergipano, durante entrevista coletiva realizada nesta terça-feira (26).
Após a divulgação das imagens, os laudos técnicos apresentados durante a apuração, mostraram que ele foi atingido superficialmente na cabeça por disparos que ricocheteiam em outros alvos dentro do quarto. As apurações também indicaram que Flávia vivia um relacionamento abusivo com o suspeito. De acordo com dados extraídos dos celulares dos envolvidos, ela já tinha passado por episódios anteriores de violência.
O MP ainda apontou que a vítima estava deitada na cama no momento em que foi morta, sem possibilidade de defesa. O suspeito segue preso preventivamente e responde por feminicídio. O caso ocorreu em março deste ano, em um hotel localizado no bairro Coroa do Meio, na Zona Sul e na região da orla sergipana.
O Ministério Público de Sergipe (MP-SE) desmentiu, em coletiva de imprensa realizada na manhã desta terça-feira (26), a defesa do policial penal Tiago Sóstenes Miranda de Matos, acusado de matar a empresária e estudante de direito Flávia Barros dos Santos. O crime ocorreu em março deste ano. Tiago era diretor do Conjunto Penal de Paulo Afonso e está preso preventivamente.
De acordo com o MP, as circunstâncias apuradas esclareceram a origem dos ferimentos apresentados pelo suspeito no dia do crime. A alegação de que Tiago teria tentado tirar a própria vida após o disparo contra a empresária foi contestada pelos laudos técnicos.
"Tiago Sóstenes não tentou tirar a própria vida. Ele foi atingido inclusive de forma superficial na cabeça por tiros que ricochetearam em outros alvos. Essa alegação de que ele estava absolutamente abalado e que, portanto, acabou tentando tirar a própria vida cai por terra com base nas provas que até o momento foram produzidas", afirmou a promotora de Justiça Luciana Duarte.
O crime ocorreu em um hotel no Bairro Coroa do Meio, na Zona Sul de Aracaju. Ainda na entrevista, a promotoria informou que as circunstâncias do crime apontam que a vítima estava deitada na cama quando foi executada. Um vídeo divulgado pelo MP mostra o momento anterior à ação do policial. Ele chega ao hotel depois da vítima, arromba a porta do quarto e atira contra ela.
Segundo informações divulgadas pelo g1 Sergipe, dados extraídos dos aparelhos celulares dos envolvidos comprovaram que Flávia vivia um relacionamento abusivo com o policial penal. As mensagens indicam que a estudante já havia sofrido episódios anteriores de violência.
O Ministério Público pede a condenação do suspeito pelo crime de feminicídio, que tem uma pena máxima de 40 anos e a incidência de duas causas de aumento de pena.
"A pena tem que ser rigorosa nesse caso, não só por se tratar de feminicídio, mas um feminicídio com circunstâncias que agravam absolutamente o crime, como o fato dele ser agente da segurança pública, fazer uso de uma arma funcional, por ele ter encurralado a vítima no quarto, atirado nela sem possibilidade de defesa motivado e imbuído com essa questão de gênero", completou a promotora Luciana Duarte.
Um celular foi apreendido na cela onde o ex-diretor do presídio de Paulo Afonso, no Norte baiano, Tiago Sóstenes, acusado de matar uma empresária com quem se relacionava em um hotel de Aracaju (SE). O acusado segue preso no Presídio Militar (Presmil) na capital sergipana.
Segundo o PA4, parceiro do Bahia Notícias, a informação foi confirmada na noite da última terça-feira (12). Conforme a TV Atalaia, a apreensão teria ocorrido no dia 24 de abril passado quando houve revista na cela de Tiago, onde foram encontrados um aparelho celular e dois carregadores.
Um processo administrativo para apurar a conduta do interno foi aberto, assim como um inquérito para investigar as circunstâncias em que o material ingressou na unidade. O Ministério Público já apura possíveis irregularidades na custódia de Tiago Sóstenes enquanto ele esteve internado no Hospital de Urgências de Sergipe (Huse).
A denúncia envolve o suposto uso de celular no hospital, recebimento de visitas sem autorização judicial e até a circulação livre pelas dependências da unidade hospitalar. Tiago Sóstenes recebeu alta médica no dia 17 de abril e, desde então, está preso no Presídio Militar (Presmil).

Flávia Barros foi morta a tiros / Foto: Reprodução / Redes Sociais
Ele é acusado de matar a tiros a empresária Flávia Barros dos Santos, de 38 anos, dentro de um hotel na Zona Sul de Aracaju. O crime aconteceu no dia 22 de março passado.
Após atirar contra a vítima, ele tentou tirar a própria vida. Depois de receber alta médica, foi encaminhado ao Presídio Militar, onde permanece preso.
A irmã da empresária Flávia Barros, assassinada em um quarto de hotel em Aracaju no último domingo (22), deu novos detalhes sobre o relacionamento dela com o policial penal Tiago Sóstenes, suspeito do crime.
Em entrevista ao Cidade Alerta, Cintia Barros, afirmou que o começo da relação foi pacífico, e não havia motivos para desconfiança. "Me tratava bem quando eu morava com ela, falava que queria casar com ela, ter filho com ela. Era o sonho dela formar uma família, ter uma filha. Ele prometeu isso a ela".
No entanto, depois de um tempo do namoro, o policial penal mudou o comportamento, com brincadeiras que indicavam a prática do crime. "Ele dizia 'eu vou te matar, eu vou te dar um tiro' e começava a rir. Só que a gente sempre levava na brincadeira. não imaginávamos que isso ia acontecer. Pela forma que ele tratava ela era sempre muito bem".
Cintia citou um ocorrido dias antes do crime, no dia 7 de março, véspera do Dia da Mulher. "Ele bebeu, uma coisa que não era para ter acontecido, porque ela disse que não queria cachaça. Ele começou a beber, foi no carro dele e deu tiro para cima. Ela surtou com ele, disse que não era para ter feito aquilo", o episódio motivou o término uma semana antes do aniversário dela.
Segundo a irmã da vítima, Tiago se queixava das postagens feitas por ela nas redes sociais e das coisas que ela falava. "Ele diminuia ela, cortava, não deixava concluir a fala. Eu percebi que com o tempo desse relacionamento ela perdeu o brilho dela. Com o tempo, ela não estava mais do jeito que ela era".
Apesar das questões, Cintia afirmou que o suspeito sempre dizia: "Ela era o amor da vida dele".
A irmã de Flávia ainda pontuou que Tiago conseguiu esconder detalhes do antigo casamento dele, a ponto dela não ter noção de que ele era casado. "O relacionamento deles foi uma coisa que ninguém entendia. Em nenhum momento ele chegou para a gente para dizer que era casado, que tinha um relacionamento complicado. Ela não sabia que ele era casado. Ele tratava ela muito bem".
Na última sexta, a advogada do caso do policial penal Tiago Sóstenes, investigado pela morte da empresária Flávia Barros, se defendeu nas redes sociais de ataques que vem recebendo desde que passou a integrar o time de defesa do agente. Priscila Mendes, afirmou que buscou separar a figura do profissional do crime investigado, reforçando o papel constitucional da advocacia. Segundo ela, o foco da equipe é a garantia dos direitos do cliente durante o processo legal.
Tiago passou por audiência de custódia na última quinta (26), e segue preso no Presidio Militar de Sergipe (Presmil).
O diretor do Conjunto Penal de Paulo Afonso, no Norte baiano, Tiago Sóstenes Miranda de Matos, suspeito de matar a namorada, havia iniciado o relacionamento há cerca de uma semana, informou o g1. O crime ocorreu neste domingo (22), em um hotel em Aracaju, capital de Sergipe (SE). A vítima, Flávia Barros, de 38 anos, era empresária e residia em Paulo Afonso.
O casal havia viajado junto para Aracaju, onde participou de um show do cantor Rey Vaqueiro na noite do último sábado (21).

Flávia Barros era empresáia em Paulo Afonso / Foto: Reprodução / PA4
Segundo informações de amigas da vítima, os dois se conheciam desde novembro do ano passado, mas o pedido formal de namoro foi feito por Tiago no dia 15 de março, data em que Flávia comemorou o aniversário. O crime aconteceu dentro de um quarto de hotel. Após efetuar disparos contra Flávia, Tiago tentou tirar a própria vida. Ele foi socorrido e encaminhado ao Hospital de Urgência de Sergipe (Huse), onde permanece em estado grave.
O corpo de Flávia Barros começou a ser velado ainda na noite deste domingo. O sepultamento está previsto para ocorrer nesta segunda-feira (23), às 16h, em um cemitério de Canindé de São Francisco, em Sergipe.

Foto: Reprodução / PA4
Tiago Sóstenes Miranda de Matos é policial penal e bacharel em Direito. De acordo com a Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização da Bahia (Seap-BA), ele não responde a processos administrativos disciplinares.
Em nota, a pasta informou ainda que o servidor tinha histórico funcional considerado regular e vinha exercendo funções de gestão sem registros de condutas incompatíveis com o cargo ou indícios de instabilidade emocional.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.