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the runner
O cineasta baiano Tiago Di Mauro integra a equipe de “The Runner”, novo longa-metragem dirigido por Kevin Macdonald e estrelado por Gal Gadot, disponível no Prime Video. Natural de Juazeiro e formado em Salvador, Di Mauro atua na gestão de contratos e pagamentos da produção.
No filme, Gadot interpreta Maia Marten, uma advogada de sucesso que recebe um telefonema informando que seu filho foi sequestrado durante uma corrida matinal. Para salvar a vida do menino, ela precisa continuar correndo. Entre os profissionais envolvidos na produção está o diretor de fotografia Anthony Dod Mantle, vencedor do Oscar e figura-chave do movimento Dogma 95, com quem Di Mauro teve a oportunidade de trabalhar.
A participação no setor financeiro faz parte da estratégia do baiano para se consolidar como produtor executivo e, futuramente, dirigir seu primeiro longa-metragem. Antes de “The Runner”, ele trabalhou em “Hamnet”, indicado a oito categorias do Oscar.
Com passagem por mais de 13 longas-metragens no Reino Unido, em produções para plataformas como Netflix, Disney e Amazon, Di Mauro já colaborou com nomes como Steven Spielberg, Ralph Fiennes e Florence Pugh. Sua trajetória internacional também inclui “The Joy of Sex”, gravado com Julianne Moore e Colin Firth.
Em paralelo, o cineasta desenvolve projetos autorais, como o curta-metragem “Nega Tonha”, que retrata a história de uma goleira do sertão baiano entre as décadas de 1980 e 1990. Ainda em 2026, Di Mauro prevê a estreia de outros três longas-metragens nos quais trabalhou.
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Pérolas do Dia
Ricardo Alban
"A entrada de importações de até 50 dólares sem tributação é o mesmo que financiar a indústria de países como a China, principal exportador de produtos de baixo valor para o Brasil, especialmente no setor têxtil. O prejuízo é direto a quem fabrica e comercializa em território brasileiro".
Disse o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban ao comentar a aprovação da medida provisória 1357/2026, que revogou a chamada “taxa das blusinhas”. Segundo Alban, a medida representa um retrocesso econômico, cria uma condição de desigualdade para o setor produtivo brasileiro e pode colocar em risco mais de 100 mil empregos.