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tecnico brasileiro
O basquete brasileiro vive um momento histórico nesta quinta-feira (23). Por conta da prisão do técnico Chauncey Billups, do Portland Trail Blazers, o treinador brasileiro Tiago Splitter assumirá o cargo de maneira interina, e vai se tornar o primeiro a ocupar a posição na história da NBA.
Segundo o jornalista Shams Charania, da ESPN, por ser o assistente da comissão técnica da franquia, o brasileiro vai assumar os Blazers. Além dele, Nate Bjorkgren, outro membro da equipe, também foi cogitado, mas Splitter foi o escolhido.
O ex-treinador da equipe, Chauncey Billups foi preso em uma operação de fraude esportiva que envolveu o objetivo de gerar lucro em apostas. Além dele, o armador do Miami Heat, Terry Rozier, além de outras 30 pessoas de 11 estados dos Estados Unidos também foram detidas.
Tiago atuou por cinco anos na NBA, e se aposentou em 2017. O ex-atleta foi campeão com o San Antonio Spurs em 2014 , e vestiu as camisas de Hawks e 76ers. O craque também atuou como assistente técnico no Brooklyn Nets entre 2019 e 2023 e no Houston Rockets na temporada 2023-24. Além disso, o brasileiro também atuou no basquete europeu. Durante sua carreira como treinador, comandou o Paris Basketball, da França e chegou a conquistar a Liga Francesa e a Copa da França. Após o bom desempenho no Velho Continente, o técnico recebeu o convite para a liga dos Estados Unidos.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jerônimo Rodrigues
"Os extremos não servem para nós. Nem uma polícia que não dê conta do seu papel, nem uma polícia que possa entrar no exagero e fazer ações fora do conceito de um servidor público. A polícia tem que garantir a segurança das pessoas e não ameaçá-las".
Disse o governador Jerônimo Rodrigues ao ser sabatinado na TV Aratu, nesta terça-feira (4) e abordou um dos temas mais sensíveis de sua gestão: a segurança pública e a atuação da Polícia Militar. Respondendo a questionamentos do jornalista Maurício Leiro, editor de política do Bahia Notícias, sobre a implementação das câmeras corporais nos fardamentos e suspeitas de excessos policiais, Jerônimo afirmou que "não passa a mão na cabeça" de quem atua fora dos padrões.