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talita lobo santana
Uma criança, de nove anos, foi esganada pelo acusado no latrocínio [roubo seguido de morte] que tirou a vida de Talita Lobo Santana, de 35 anos. A mulher foi encontrada morta depois de ser estrangulada, dentro da própria casa, no conjunto Feira 10, em Feira de Santana, na manhã do último sábado (13).
Ao Acorda Cidade, parceiro do Bahia Notícias, o delegado Gustavo Coutinho, titular da Delegacia de Homicídios da cidade, informou que a sobrinha de Talita chegou à residência e tentou acordar a tia. O suspeito, para impedir que a menina pedisse ajuda, a esganou, deixando a garota desacordada. Minutos depois, ela recobrou a consciência e conseguiu buscar socorro. A vítima ainda foi levada para uma policlínica, mas não resistiu.
O caso é tratado como latrocínio, embora também haja suspeita de feminicídio. As investigações apontam que Talita teria marcado um encontro com o suspeito, que conheceu por meio das redes sociais.
Ele chegou à residência na noite de sexta-feira (12) e permaneceu no local até o dia seguinte. Após o crime, o suspeito chamou um carro por aplicativo e levou diversos pertences da vítima, incluindo um botijão de gás, uma televisão de LED, celulares, sapatos, relógios e bijuterias, que teriam sido vendidos na feira do rolo, no centro da cidade.
Ainda segundo o delegado, o homem seria usuário de drogas e teria cometido o crime para subtrair os pertences da vítima.
A polícia já ouviu o motorista de aplicativo que realizou a corrida do suspeito. Ele descreveu o homem como alto, magro, negro, com tatuagem no antebraço direito e mãos escurecidas pelo uso de drogas. O caso segue em investigação.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ricardo Alban
"A entrada de importações de até 50 dólares sem tributação é o mesmo que financiar a indústria de países como a China, principal exportador de produtos de baixo valor para o Brasil, especialmente no setor têxtil. O prejuízo é direto a quem fabrica e comercializa em território brasileiro".
Disse o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban ao comentar a aprovação da medida provisória 1357/2026, que revogou a chamada “taxa das blusinhas”. Segundo Alban, a medida representa um retrocesso econômico, cria uma condição de desigualdade para o setor produtivo brasileiro e pode colocar em risco mais de 100 mil empregos.