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taina reis
A jornalista Tainá Reis utilizou suas redes sociais, nesta segunda-feira (15), após ser demitida por justa causa da Record Bahia. A ex-repórter foi desligada após 4 anos e oito meses na emissora.
Em uma publicação no Instagram, Tainá falou sobre a importância do jornalismo para sua vida e carreira e aproveitou para “encerrar o ciclo”. “Com o coração em paz e a consciência tranquila, hoje encerro um ciclo importante da minha vida profissional. Um ciclo que me ensinou, me fortaleceu e me transformou”, declarou.
“Sigo acreditando no jornalismo humano. No jornalismo que escuta mais do que aponta, informa sem julgar e não perde a alma no caminho. Agradeço a Deus pelo privilégio de entrar em tantas casas, receber abraços e orações e confiar na força do amor ao próximo”, acrescentou.
ENTENDA O CASO
A jornalista Tainá Reis, repórter na Record Bahia e apresentadora na Salvador FM, foi desligada da emissora baiana na manhã desta segunda-feira (15). De acordo com informações obtidas pelo Bahia Notícias, a jornalista foi informada da demissão por justa causa nas primeiras horas da manhã, logo após chegar na emissora para iniciar o dia de trabalho.
A jornalista Tainá Reis, repórter na Record Bahia e apresentadora na Salvador FM, foi desligada da emissora baiana na manhã desta segunda-feira (15).

De acordo com informações obtidas pelo Bahia Notícias, a jornalista foi informada da demissão por justa causa nas primeiras horas da manhã, logo após chegar na emissora para iniciar o dia de trabalho.
Tainá já estava na empresa há 4 anos e oito meses e no início deste ano foi anunciada como a novidade na grade da Salvador FM. Antes da Record, a jornalista atuou na TV Aratu por dois anos e apresentou um programa na Metrópole.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Janja da Silva
"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".
Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país.