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tabu
A Seleção Brasileira terá um grande desafio nas oitavas de final da Copa do Mundo. Não só por se tratar de ter que anular o centroavante Erling Haaland, mas também por ter que quebrar uma marca histórica que é um fantasma para o Brasil. A Canarinho nunca venceu a seleção norueguesa e precisará deixar esse tabu para trás para chegar nas quartas de final.
Carrasca da Seleção Brasileira, a Noruega já enfrentou o Brasil em quatro oportunidades. Foram duas vitórias norueguesas e dois empates. Dentre estes confrontos, dois se destacam. Em 1997, as duas equipes se enfrentaram em um amistoso, em Oslo, onde a seleção norueguesa venceu por 4 a 2. Aquela era a primeira derrota da Canarinho em jogos oficiais desde 1993 e, após a partida, o técnico Egil Olsen ainda declarou que a defesa verde e amarela “era muito desorganizada”.
Um ano mais tarde, na Copa do Mundo de 1998, o destino juntou Brasil e Noruega no Grupo A do Mundial. Já classificada na terceira rodada, a Seleção Brasileira enfrentava uma equipe que precisava vencer para garantir vaga. Bebeto abriu o placar na segunda etapa, mas nos minutos finais, os noruegueses viraram com Kjetil Rekdal e o centroavante Tore André Flo, que depois da vitória ironizou ao dizer que “queria ser chamado de ‘Flonaldo’ (menção à Ronaldo Fenômeno) pelos brasileiros”.
Em 2006, o Brasil reencontrou a Noruega pela última vez no jogo de estreia do tetracampeão mundial e ex-técnico da Seleção Brasileira, Dunga. Naquela ocasião, o jogo, disputado em agosto daquele ano, em Oslo, terminou empatado em 1 a 1, com gols de Morten Pedersen e Daniel Carvalho.
No próximo domingo (5), a Seleção vai ter a oportunidade de quebrar essa marca negativa. Às 17h (horário de Brasília), Brasil e Noruega se enfrentam no MetLife Stadium, em Nova Jersey, nos Estados Unidos, pelas oitavas de final da Copa do Mundo.
Se depender do histórico, a torcida do Vasco já pode comemorar a permanência na Série A do Campeonato Brasileiro. O Cruzmaltino nunca foi rebaixado quando abriu a última rodada da competição fora do Z-4. A equipe é a 16ª colocada com 42 pontos, um a mais do que o Bahia, que abre a degola em 17º lugar. Nesta quarta-feira (6), às 21h30, o time carioca decide seu futuro na elite no duelo contra o Red Bull Bragantino, em São Januário.
O Vasco foi rebaixado para a Série B quatro vezes. Na primeira queda em 2008, o Cruzmaltino abriu a 38ª rodada ocupando o 18º lugar com dois pontos a menos do que o 16º, que era o Athletico-PR, mas perdeu para o Vitória por 2 a 0, em São Januário. No ano de 2013, o time ocupava a 17ª colocação 44, um a menos do que o Coritiba, que estava em 16º, e foi goleado pelo Furacão por 5 a 1, na Arena Joinville. Na terceira vez que não conseguiu a permanência em 2015, a equipe era a 18ª com 40, um a menos do que o Avaí, em 16º, e acabou empatando sem gols com o Coritiba, fora de casa. Já na última vez que foi para a segunda divisão em 2020, o Gigante da Colina já estava praticamente com o descenso selado na 17ª colocação com 38, três a menos do que o Fortaleza, que era o 16º, e não conseguiu escapar mesmo a vitória sobre Goiás, em São Januário.
Na edição atual, o Vasco chega ao último jogo dependendo apenas de si para escapar do rebaixamento. Uma vitória sobre o Massa Bruta garante a permanência do Cruzmaltino. Em caso de empate ou derrota, os cariocas precisam contar com o revés do Tricolor, que enfrenta o Atlético-MG, na Arena Fonte Nova, no mesmo dia e horário, no encerramento da competição.
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André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.