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tabocas do brejo velho
O Município de Tabocas do Brejo Velho foi condenado pela 1ª Vara dos Feitos de Relações de Consumo, Cíveis e Comerciais de Serra Dourada ao pagamento de salários retroativos, verbas remuneratórias e indenização por danos morais a 18 servidores que foram exonerados ilegalmente.
As informações são do site Velho Chico News, parceiro do Bahia Notícias.
A decisão, proferida pelo juiz José Mendes Lima Aguiar foi publicada na última sexta-feira (18) no Diário de Justiça Eletrônico Nacional.
Na sentença, o magistrado afastou as preliminares apresentadas pelo Município, reconheceu apenas prescrição parcial e determinou a restituição integral das verbas não pagas aos servidores que foram aprovados em concurso público e nomeados regularmente, mas acabaram sendo afastados de seus cargos sem a devida instauração de processo administrativo.
Para o juiz Aguiar a exoneração irregular é nula, o que impõe a obrigação de pagar todos os valores devidos. O pagamento inclui: salários mensais; décimo terceiro salário; e terço de férias.
Além das verbas remuneratórias, o Município foi condenado ao pagamento de R$ 5 mil a título de danos morais para cada servidor.
As verbas devidas serão corrigidas pelo IPCA e terão juros da poupança até dezembro de 2021, passando posteriormente a ser aplicada a taxa Selic. A decisão também fixou o pagamento de honorários advocatícios, que serão apurados na fase de liquidação de sentença.
O procurador do Município deverá recorrer ao Tribunal de Justiça da Bahia para o reexame necessário, um procedimento obrigatório em decisões condenatórias contra a Fazenda Pública. Após o trânsito em julgado, os 18 servidores poderão iniciar o cumprimento de sentença para o pagamento dos valores.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.