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O brasileiro João Fonseca derrotou, na manhã desta terça-feira (14), o chileno Alejandro Tabilo por 2 sets a 0 — parciais de 7/6 (7/1) e 6/3 — e garantiu vaga nas oitavas de final do ATP 500 de Munique.
A vitória tem peso especial: foi a primeira de Fonseca sobre Tabilo, que havia levado a melhor nos dois confrontos anteriores entre os tenistas, incluindo o duelo recente em Buenos Aires.
O jogo foi equilibrado na primeira parcial, com ambos confirmando seus serviços até o tie-break. Mais consistente nos pontos decisivos, o brasileiro dominou o desempate e abriu vantagem.
No segundo set, Fonseca mostrou solidez mental ao salvar break points em um momento crucial e, na sequência, conseguiu a quebra que encaminhou a vitória. Mantendo o controle da partida, o jovem de 19 anos ainda ampliou a vantagem antes de fechar o jogo em 1h33min.
Agora, o brasileiro terá pela frente o francês Arthur Rinderknech, que avançou após vencer Alex Michelsen. O confronto marca mais um reencontro recente, já que Fonseca superou o adversário na semana passada, em Monte Carlo.
A partida válida pelas oitavas de final está prevista para esta quarta-feira (15), com horário ainda a ser definido.
Número 1 do mundo, o sérvio Novak Djokovic foi eliminado na terceira rodada do Masters 1000 de Roma após ser dominado pelo chileno Alejandro Tabilo, número 32 do ranking, por 6-2 e 6-3 em apenas 1h07min de partida.
Pentacampeão do torneio, Djokovic apresentou um nível muito baixo de jogo com muitos erros e vendo o rival quebrar duas vezes nos dois sets. Em alto nível, Tabilo aproveitou a apatia do sérvio que encerrou o jogo com uma dupla-falta.
O sérvio chegará a Roland Garros, que começa no próximo dia 26 de maio, depois de ter disputado apenas cinco torneios em 2024 e de ter alcançado as semifinais do Australian Open e de Monte Carlo como melhores resultados.
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Pérolas do Dia
Ricardo Alban
"A República enfrenta um teste de integridade inédito. As sucessivas crises que ocorrem em Brasília colocam as instituições em risco. Os recorrentes episódios podem lançar o Brasil num momento de especial gravidade, pois a confiança da população nos poderes públicos é alicerce da democracia".
Disse o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban ao alertar para o risco que as instituições brasileiras correm com a crise vivida pelo Supremo Tribunal Federal (STF).