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supersticoes para o ano novo
Usar branco, colar dinheiro na sola do pé, comer lentilha… A chegada de um novo ano costuma vir acompanhada de crenças e tradições que atravessam gerações. Na noite desta quarta-feira (31), durante o último dia do Festival Virada Salvador 2026, o Bahia Notícias conversou com o público para saber quais superstições não podem faltar na virada de ano.
Entre as práticas mais citadas, as cores das roupas aparecem como protagonistas. Uma das entrevistadas contou que mantém o mesmo ritual todos os anos: vestir branco e amarelo, sempre acompanhado de acessórios dourados. “Não deixo de usar amarelo no Ano Novo para atrair muito dinheiro”, revelou, confiante de que o visual ajuda a abrir caminhos para a prosperidade.
As superstições também passam pelo que nem sempre aparece no look. Um destacou a tradição da cueca vermelha, associada ao amor. Outro comentou que nunca entra o ano novo sem carregar dois reais na carteira, hábito popularmente ligado à atração de abundância financeira ao longo do ano.
Já entre os mais ligados às tradições à beira-mar, pular as sete ondinhas segue sendo um ritual indispensável, simbolizando pedidos e renovação de energias. Além disso, passar a virada cercado pelos familiares também foi lembrado como uma superstição importante.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.