Artigos
Pelo fim da escala 6x1 para que tempo seja direito, não privilégio
Multimídia
João Roma diz que todos, exceto Lula, devem apoiar ACM Neto no governo da Bahia
Entrevistas
Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
supersticoes para o ano novo
Usar branco, colar dinheiro na sola do pé, comer lentilha… A chegada de um novo ano costuma vir acompanhada de crenças e tradições que atravessam gerações. Na noite desta quarta-feira (31), durante o último dia do Festival Virada Salvador 2026, o Bahia Notícias conversou com o público para saber quais superstições não podem faltar na virada de ano.
Entre as práticas mais citadas, as cores das roupas aparecem como protagonistas. Uma das entrevistadas contou que mantém o mesmo ritual todos os anos: vestir branco e amarelo, sempre acompanhado de acessórios dourados. “Não deixo de usar amarelo no Ano Novo para atrair muito dinheiro”, revelou, confiante de que o visual ajuda a abrir caminhos para a prosperidade.
As superstições também passam pelo que nem sempre aparece no look. Um destacou a tradição da cueca vermelha, associada ao amor. Outro comentou que nunca entra o ano novo sem carregar dois reais na carteira, hábito popularmente ligado à atração de abundância financeira ao longo do ano.
Já entre os mais ligados às tradições à beira-mar, pular as sete ondinhas segue sendo um ritual indispensável, simbolizando pedidos e renovação de energias. Além disso, passar a virada cercado pelos familiares também foi lembrado como uma superstição importante.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jerônimo Rodrigues
"Os extremos não servem para nós. Nem uma polícia que não dê conta do seu papel, nem uma polícia que possa entrar no exagero e fazer ações fora do conceito de um servidor público. A polícia tem que garantir a segurança das pessoas e não ameaçá-las".
Disse o governador Jerônimo Rodrigues ao ser sabatinado na TV Aratu, nesta terça-feira (4) e abordou um dos temas mais sensíveis de sua gestão: a segurança pública e a atuação da Polícia Militar. Respondendo a questionamentos do jornalista Maurício Leiro, editor de política do Bahia Notícias, sobre a implementação das câmeras corporais nos fardamentos e suspeitas de excessos policiais, Jerônimo afirmou que "não passa a mão na cabeça" de quem atua fora dos padrões.