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sonegacao fiscal na bahia
Os estabelecimentos alvos da “Operação Galardão”, deflagrada nesta terça-feira (27), foram identificados como Mercado da Tinta, Brasil Supermercado e Canal Supermercado. Os três pertencem ao mesmo grupo empresarial com atuação em Ilhéus e Itabuna, no Sul, acusado de sonegar cerca de R$ 65 milhões em impostos (ICMS).

Foto: Reprodução / Políticos do Sul da Bahia
Dois empresários investigados também precisaram colocar tornozeleiras eletrônicas, conforme decisão da Justiça. Ao todo, nove mandados de busca e apreensão foram cumpridos nas duas cidades onde funcionam os supermercados. A operação é acompanhada pelo Políticos do Sul da Bahia, parceiro do Bahia Notícias.

Foto: Reprodução / Políticos do Sul da Bahia
Segundo o Ministério Público do Estado (MP-BA),a Justiça ainda determinou o bloqueio dos bens das pessoas físicas e jurídicas envolvidas, a fim de garantir a recuperação dos valores sonegados. Conforme as apurações da Inspetoria Fazendária de Investigação e Pesquisa (Infip), do Ministério Público e da Polícia Civil, na Bahia, as empresas do grupo praticaram fraudes tributárias mediante vendas de mercadorias sem nota fiscal, utilização indevida de créditos fiscais e prestação de informações falsas à administração tributária, visando reduzir ICMS.
Ainda segundo o MP-BA, o esquema envolvia abandono de empresas com significativos débitos tributários que eram sucedidas por outras, constituídas em nome de familiares e laranjas.
Investigações recentes da Força-Tarefa do Comitê Interinstitucional de Ativos (Cira) em Itabuna apontaram que os dois empresários teriam liquidado, nos últimos meses, uma das empresas sonegadoras e aberto uma nova no mesmo endereço em nome de familiar, com semelhante nome fantasia, mas com razão social diversa, em evidente sucessão empresarial fraudulenta, deixando débito de mais de R$ 65 milhões com o Estado da Bahia.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Flávio Bolsonaro
"Lula vai ficar do lado de criminosos?"
Disse o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao fazer duras críticas à atuação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na área da segurança pública. Flávio, pré-candidato do PL a presidente nas eleições de outubro, citou o projeto de lei antifacção, aprovado pelo Congresso Nacional em fevereiro e que ainda não foi sancionado por Lula.