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Operadores de direito estarão reunidos nesta segunda-feira (8), em Salvador, para participar do I Congresso Encontros do Direito Médico: Desjudicialização da Saúde. O evento acontecerá às 19h, no auditório da UNIFTC da Paralela. A entrada é gratuita e as inscrições estão esgotadas.
A noite também será marcada pelo lançamento do livro ‘Encontros do Direito Médico’. A obra foi escrita por 15 profissionais da advocacia que atuam nesta esfera do direito. Os artigos transitam por assuntos como: bioética, robótica, Leis de Proteção de Dados x Direito, prótese de silicone x câncer, útero de substituição, entre outros.
O livro foi idealizado pela advogada especialista em direito da medicina pela Universidade de Coimbra-Portugal, com certificação no Curso The Law, Medicine, and Ethics of Reproductive Technologies and Genetics pela Harvard University, Simone Neta. Ela também é membro da Associação Brasileira de Advogados na Comissão Nacional de Saúde e será a mediadora do evento na universidade.
Direito médico é o tema que fez da advogada uma influencer jurídica, oferecendo mentoria a profissionais em diversas partes do país. Com sua trajetória, pensou na construção da obra jurídica em parceria com a editora Mazalti, que tem abrangência nacional e internacional, assim reunindo grandes advogados que em algum momento da carreira sentiram a necessidade de refletir sua área de atuação sob o ponto de vista do direito médico e da saúde.
O livro visa mostrar a interdisciplinaridade do direito médico com outras áreas do direito, e ainda proporcionar o encontro de artigos de grandes advogados bem como suas reflexões e análises que envolvem o setor.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ricardo Alban
"A entrada de importações de até 50 dólares sem tributação é o mesmo que financiar a indústria de países como a China, principal exportador de produtos de baixo valor para o Brasil, especialmente no setor têxtil. O prejuízo é direto a quem fabrica e comercializa em território brasileiro".
Disse o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban ao comentar a aprovação da medida provisória 1357/2026, que revogou a chamada “taxa das blusinhas”. Segundo Alban, a medida representa um retrocesso econômico, cria uma condição de desigualdade para o setor produtivo brasileiro e pode colocar em risco mais de 100 mil empregos.