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O apagão elétrico que afetou o país na manhã desta terça-feira (15) causou um prejuízo de R$ 100 mil por hora em Feira de Santana, de acordo com o Sindicato do Comércio da cidade [Sicomfs]. Na Bahia, a baixa foi de R$ 2,2 milhões por hora, segundo dados da Federação do Comércio da Bahia (Fecomércio). A pane geral durou mais de duas horas, iniciando por volta das 8h30.
Conforme o Acorda Cidade, parceiro do Bahia Notícias, várias empresas relataram problemas devido à paralisação das atividades. Ao site, o presidente do Sicomfs, Marco Silva, avaliou que muitas compras deixaram de ser feitas, como aquisição de consumo imediato, como remédios.
O presidente da entidade ainda relatou que a maior dificuldade enfrentada no apagão foi a falta de informações. O fato de não saber o motivo, locais e por quanto tempo iria ocorrer a pane elétrica.
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André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.