Artigos
SAFs e tributação: segurança jurídica para o futuro do futebol brasileiro
Multimídia
João Roma diz que todos, exceto Lula, devem apoiar ACM Neto no governo da Bahia
Entrevistas
Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
sicario
Levantamentos divulgados nesta quinta-feira (16) revelam que, nas redes sociais, o senador e pré-candidato a presidente Flávio Bolsonaro (PL-RJ) sofreu o maior desgaste com a decisão do governo dos Estados Unidos de aplicar um tarifaço de 25% sobre produtos brasileiros. E o engajamento negativo para o senador do PL não saiu apenas das tarifas, mas também da foto divulgada nesta quarta (15) em que ele aparece ao lado do “Sicário” de Daniel Vorcaro.
Segundo o site da revista Veja, desde que foram anunciadas as novas tarifas para os produtos brasileiros, mais de 21 milhões de menções e interações digitais foram feitas nas principais redes sociais. O tema do tarifaço imposto por Donald Trump ultrapassou o campo econômico e se transformou em uma disputa política sobre quem deveria ser responsabilizado pela crise.
Realizado pela Ativaweb DataLab para a revista Veja, o levantamento mostrou que o senador Flávio Bolsonaro concentrou o maior desgaste, impulsionado pela disseminação da expressão “TariFlávio”, utilizada nas redes sociais para atribuir à família Bolsonaro a responsabilidade pela aplicação de tarifas ao Brasil.
Já o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, de acordo com o levantamento, levou vantagem em relação ao seu adversário ao ser associado à defesa da soberania nacional, do Pix e da reação brasileira às medidas adotadas pelo governo Trump.
A revista Veja destaca ainda que um outro ponto destacado pelo levantamento foi a transformação do Pix em um símbolo da soberania brasileira. A ferramenta de pagamentos passou a ser retratada nas redes como um patrimônio nacional e exemplo da capacidade brasileira de desenvolver infraestrutura pública própria.
Outro estudo, desta vez realizado pela empresa Nexus Pesquisa e Inteligência de Dados, mostrou que desde a última terça (14) o senador Flávio Bolsonaro vem sofrendo desgaste nas redes sociais, por conta da foto em que aparece ao lado de Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, mais conhecido como “Sicário”. A imagem foi divulgada pelo site ICL Notícias no início da tarde de terça.
Segundo o levantamento da nexus, as publicações sobre a imagem de Flávio ao lado do chefe da milícia privada de Daniel Vorcaro registraram 1.247.615 interações nas três redes entre 9h da terça (15) e 9h da quarta (16). O volume total representa um engajamento 22% superior ao das publicações sobre as novas tarifas norte-americanas, que somaram 1.020.184 interações no mesmo período em redes como X, Facebook e Instagram.
O senador Flávio Bolsonaro (PL) reagiu publicamente à divulgação de uma foto em que aparece ao lado de Luiz Mourão, o "Sicário", apontado pela Polícia Federal como operador de uma milícia. Em vídeo nas redes sociais nesta quarta-feira (15), o parlamentar não negou a veracidade do registro, mas minimizou o episódio e partiu para o contra-ataque político, acusando seu opositor nas eleições de 2026.
Veja a defesa em vídeo:
"Se for verdade, a foto é mais uma das várias que eu tiro todos os dias porque, graças a Deus, por onde eu ando, todo mundo pede para tirar foto", alega o senador, argumentando que, como figura pública, é impossível identificar todas as pessoas que o abordam.
Como estratégia de defesa, Flávio Bolsonaro compartilhou um vídeo do presidente Lula da Silva (PT) com a influenciadora Deolane Bezerra, presa recentemente sob a acusação de lavagem de dinheiro. De fato, Lula e Deolane Bezerra tiveram uma relação pública baseada em um encontro em 2022, durante a campanha eleitoral, quando a influenciadora declarou apoio ao então candidato. Deolane nunca foi advogada de Lula, e não há registros de vínculo profissional entre os dois.
Ao divulgar imagens de encontros públicos e apoios antigos da advogada a Lula, o parlamentar escreveu: "Os amigos de Lula nunca decepcionam". Com isso, a campanha do senador busca emparelhar o desgaste de sua imagem com investigados ao do atual presidente da República.
O desdobramento também provocou forte reação do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL), condenado no STF por coação judicial. Em suas redes sociais, o parlamentar partiu para a ofensiva contra a repórter Juliana Dal Piva e os veículos de imprensa responsáveis pela publicação da foto, acusando o registro de ser uma montagem criada por Inteligência Artificial (IA).
Visita da investigada ao presidente Lula | Foto: Reprodução / Ricardo Stuckert
OFENSIVA CONTRA REPÓRTER
Em sua postagem, Eduardo utilizou termos hostis e trocadilhos pejorativos direcionados à jornalista e aos portais de notícias: "Soltam uma matéria dessas sem nem verificar. Qual o compromisso com a verdade de uma Julaina das Picas, ICL, PCCept?", escreve o ex-deputado cassado.
Confira a postagem:
Soltam uma matéria dessas sem nem verificar. Qual o compromisso com a verdade de uma Julaina das Picas, ICL, PCCept?
— Eduardo Bolsonaro???????? (@BolsonaroSP) July 15, 2026
Porque se for para ir de qualquer jeito, então quero uma explicação do @FlavioBolsonaro sobre esta foto aqui também???? https://t.co/CeegbUjmkZ pic.twitter.com/H36Cp93aCe
Para tentar minimizar a seriedade da possível ligação do seu irmão com o miliciano sob investigação, Eduardo publicou uma montagem cômica falsa, questionando Flávio de forma irônica. É importante destacar que Juliana Dal Pilva é a mesma repórter que, até mesmo na Bahia, foi homenageada pela Associação Baiana de Imprensa (ABI) por ter divulgado as acusações de rachadinhas no gabinete da família Bolsonaro, logo já conhecida e criticada pelo trabalho por membros da família.
A repórter/colunista respondeu fazendo perguntas que ficaram sem respostas. "Há 4 anos ex-deputado, revelei que o senhor tinha usado 150 mil em dinheiro vivo para pagar 2 apartamentos. Até hj o senhor não explicou a origem do dinheiro. Só gravou vídeo para me atacar e admitir que usou mesmo e botou na escritura. Podia explicar agora tb como paga suas contas?", questiona.
Confira as postagens:
Há 4 anos ex-deputado, revelei que o senhor tinha usado 150 mil em dinheiro vivo pra pagar 2 apartamentos. Até hj o senhor não explicou a origem do dinheiro. Só gravou vídeo pra me atacar e admitir que usou mesmo e botou na escritura. Podia explicar agora tb como paga suas contas pic.twitter.com/h5IQewkOBa
— Juliana Dal Piva (@julianadalpiva) July 15, 2026
(Nota atualizada às 16h51 para correção: Eduardo Bolsonaro não é mais deputado. Foi cassado em 2025 pela Câmara dos Deputados e se autoexilou nos Estados Unidos).
Uma imagem revelada pelo ICL Notícias mostra o senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), ao lado de Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, conhecido como "Sicário". A fotografia, que teria sido tirada em 2022 em um hotel na Zona Sul do Rio de Janeiro, gerou uma nova crise na campanha do parlamentar.
Apontado pela Polícia Federal (PF) como integrante de uma milícia ligada ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro, Mourão era suspeito de atuar sob as ordens do empresário para realizar ameaças e ações violentas contra desafetos. Em nota oficial, o senador Flávio Bolsonaro negou conhecer Sicário e declarou que, por ser uma figura pública popular, frequentemente atende a pedidos de fotos de pessoas desconhecidas nas ruas.
VERIFICAÇÃO TÉCNICA
O ICL Notícias, em parceria com o Centro Latino-americano de Investigación Periodística (CLIP), submeteu a imagem a um rigoroso processo de checagem técnica para averiguar possíveis manipulações digitais. A foto foi analisada por cinco diferentes ferramentas de detecção de Inteligência Artificial generativa (Gemini, Hive Moderation, Sight Engine, Was It AI e Image Whisperer). Nenhuma delas apontou indícios de que o registro tenha sido criado por softwares de IA.
Além disso, uma análise detalhada realizada com a ferramenta InVID descartou marcas de montagem ou alterações manuais. O exame técnico observou consistência na iluminação da cena, como sombras idênticas nas mãos de ambos, reflexos correspondentes nos óculos escuros e a projeção do braço de Mourão no tronco de Flávio Bolsonaro, comprovando que ambos estavam sob as mesmas fontes de luz no momento do registro.
FLÁVIO ACUSA I.A!
Em nota oficial enviada por sua assessoria de imprensa, o senador Flávio Bolsonaro rebateu as associações com o investigado:
"O senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, como figura pública e extremamente popular, recebe todos os dias pedidos de dezenas de pessoas pelas ruas para fotos. Impossível o senador saber quem é cada uma das pessoas que dele se aproxima. Flávio Bolsonaro reafirma que não conhece e nunca viu a pessoa na foto. É irresponsável tentar atribuir qualquer significado pessoal a uma imagem aleatória. Além disso, não se sabe qual a procedência da foto, nem se a imagem é real ou produzida por Inteligência Artificial", termina a nota.
A Polícia Federal afirmou que Joana Mourão, irmã de Luiz Philipi Mourão, conhecido como Sicário, ameaçou "acabar com a família" de Daniel Vorcaro e que aliados do ex-banqueiro atuaram para comprar seu silêncio.
A informação consta em documento elaborado pela PF e encaminhado ao Supremo Tribunal Federal (STF), cujo sigilo foi retirado pelo ministro relator André Mendonça.
A PF identificou as ameaças em conversas interceptadas nos celulares de investigados. Em uma delas, Joana afirmou que poderia revelar documentos que "acabariam" com Vorcaro e sua família.
Em outra mensagem, enviada em 7 de maio ao interlocutor identificado como Manolo, após a prisão do primo de Daniel Vorcaro, Felipe Vorcaro, ela escreveu: "Já foi o filho, o genro, hoje o sobrinho, no que depender de mim, HV será o próximo. Domingo já coloco tudo no Fantástico e no Cabrini dessa família maldita."
A PF entende que "HV" seria uma referência a Henrique Vorcaro, pai de Daniel.
Segundo a investigação, Manoel Mendes Rodrigues, conhecido como Manolo e apontado como braço direito de Henrique Vorcaro, atuou para comprar o silêncio de Joana, que relatava passar por dificuldades financeiras e disse estar "desesperada".
Em 26 de abril, Joana e sua mãe se encontraram com Manolo, que depois relatou o encontro a Henrique.
"Estamos conversando com a mãe aqui. Vamos passar os contratos dos ativos pertinentes ao nosso amigo, no nome dela, para resolver a questão", disse Manolo em mensagem interceptada pela PF.
O STF julga nesta terça-feira (16) se mantém a prisão de Henrique Vorcaro.
Em audiência na Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados, na tarde desta terça-feira (9), o ministro da Justiça, Wellington Cesar Lima, assegurou que Luiz Philip Mourão, cúmplice de Daniel Vorcaro conhecido como Sicário, atentou contra a própria vida na cela onde estava custodiado.
Apesar de confirmar a ação de Luiz Philip, o ministro disse aos deputados que os detalhes sobre a morte dele têm “muitas facetas sigilosas” que devem ser destituídas de sigilo em breve.
“Não houve menor dúvida da natureza do evento (suicídio) com base em perícias. Não assisti ao vídeo, mas oficiais disseram que era inequívoco. A PF (Polícia Federal) apurou com todo rigor”, disse o ministro.
Conhecido pelo apelido “Sicário”, termo usado para designar um matador de aluguel, Luiz Phillipi Mourão era apontado pela polícia como um operador de perfil violento e ligado a fraudes financeiras. Preso na operação Compliance Zero, que investiga supostas irregularidades bilionárias relacionadas ao Banco Master, Mourão morreu após tentar suicídio dentro da cela da Polícia Federal em Belo Horizonte, em 4 de março deste ano.
As investigações também o relacionam ao banqueiro Daniel Vorcaro e a um grupo que monitorava e intimidava adversários. Embora não tenha respondido formalmente por homicídios, Mourão já era conhecido das autoridades, pois tinha passagens por crimes como estelionato, receptação, uso de documento falso e ameaça.
Em outro momento da audiência pública, o ministro Wellington Cesar Lima e Silva revelou que o governo federal estuda a conversão de 138 presídios em unidades de segurança máxima. O ministro não deu detalhes sobre o trabalho de coordenação com as secretarias penitenciárias estaduais, e também não deu um prazo para conclusão dessa conversão.
“Vamos converter em presídios de segurança máxima dotando de equipamentos e tecnologia para tirar esses 138 presídios de estado precário. Nossa ideia original era fazer um novo por estado, seriam 27, até que tivemos o estímulo e o apoio para elevarmos”, afirmou Wellington.
O ministro da Justiça recebeu ainda diversos questionamentos de deputados de oposição sobre o papel da Polícia Federal na prisão do ex-deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ), em abril deste ano, no estado da Flórida (EUA), pelo serviço de imigração americano. Ele foi condenado por tentativa de golpe e é foragido da Justiça brasileira.
Na sua fala, Wellington Lima e Silva negou que autoridades brasileiras teriam intercedido junto aos Estados Unidos pela prisão de Ramagem e citou um relatório da PF.
“Teria ocorrido uma comunicação ao nível da cooperação policial, uma comunicação informal entre diálogos entre os agentes da ICE [serviço de imigração] e o oficial de ligação, que teriam trocado informações sobre o cidadão brasileiro que acabou sendo alcançado pela providência”, afirmou.
O empresário Fabiano Zettel, cunhado do dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, declarou à Receita Federal um aporte de R$ 48,5 milhões na Super Empreendimentos em 2022, empresa apontada pela Polícia Federal como utilizada pelo grupo para a prática de crimes financeiros e lavagem de dinheiro.
Segundo as investigações, a estrutura atenderia à chamada “turma” de Vorcaro: pessoas ligadas a atividades de caráter miliciano, entre elas o indivíduo conhecido como “Sicário”, Luiz Felipe Mourão. As informações foram divulgadas pelo portal G1.
Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão foi preso na Operação Compliance Zero, que investiga um esquema bilionário de fraudes financeiras relacionadas ao Banco Master. As investigações apontam que ele tinha papel central na organização criminosa e executava ordens de monitoramento de alvos, extração ilegal de dados em sistemas sigilosos e ações de intimidação física e moral.
De acordo com dados da Junta Comercial do Estado de São Paulo, Zettel atuou como diretor da empresa entre 2021 e 2024. A informação consta na declaração de Imposto de Renda do próprio empresário, obtida pela Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado junto à Receita Federal.
No documento, Zettel afirma que o valor foi repassado na forma de adiantamento para futuro aumento de capital (AFAC). Na prática, esse tipo de operação permite a transferência de recursos para a empresa sem a incidência do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), já que o valor é classificado como um aporte societário e não como uma transação financeira comum.
Luiz Phillipi Mourão, apontado como “sicário” de Daniel Vorcaro em investigação sobre o Banco Master, teve a morte confirmada após protocolo de morte encefálica. O fato ocorreu na noite desta sexta-feira (6), segundo informou a defesa em nota.
De acordo com os advogados, via g1, o óbito foi declarado às 18h55, após o encerramento do protocolo de morte encefálica iniciado no mesmo dia, por volta das 10h15. O corpo será encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para os procedimentos legais. Mourão havia sido preso durante a Operação Compliance Zero, deflagrada pela Polícia Federal na quarta-feira (4).
A investigação apura um suposto esquema bilionário de fraudes financeiras envolvendo o Banco Master. Na quinta-feira (5), a PF informou que abriu inquérito para apurar as circunstâncias da custódia de Mourão. Segundo nota divulgada pela instituição, ele atentou contra a própria vida enquanto estava sob custódia na Superintendência Regional da Polícia Federal em Minas Gerais. O diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, afirmou que as ações ocorridas no local e o atendimento prestado pelos policiais foram registrados por câmeras.
“Toda a ação dele e o atendimento pelos policiais estão filmados sem pontos cegos”, declarou. A Operação Compliance Zero também resultou na prisão do banqueiro Daniel Vorcaro, apontado pelos investigadores como líder de uma organização criminosa estruturada em diferentes núcleos.
Ainda segundo a PF, Mourão teria papel central no grupo, executando ordens relacionadas ao monitoramento de alvos, extração ilegal de dados em sistemas sigilosos e ações de intimidação física e moral. Relatórios da investigação mencionam ainda conversas entre Vorcaro e Mourão que indicariam uma dinâmica considerada violenta pelos investigadores.
Nos documentos, Mourão é descrito como “longa manus” [expressão jurídica que designa alguém que atua em nome de outra pessoa] em supostas práticas atribuídas à organização. O relatório também aponta indícios de que Mourão receberia cerca de R$ 1 milhão por mês de Vorcaro como pagamento pelos supostos serviços ilícitos.
Nota da defesa de Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão: “Informamos que o quadro clínico de Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão evoluiu a óbito, que foi legalmente declarado às 18h55, após encerramento do protocolo de morte encefálica iniciado hoje, 06.03.26, por volta das 10h15.O corpo será encaminhado ao Instituto Médico Legal, seguindo-se o protocolo legal”, encerra a nota.
A Secretaria de Saúde de Minas Gerais informou, nesta quinta-feira (5), que o estado de saúde de Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, conhecido como “Sicário” de Daniel Vorcaro, é considerado gravíssimo. Luiz Mourão foi preso nesta quarta-feira (4) no âmbito da Operação Compliance Zero, da Polícia Federal (PF).
O homem de 43 anos era chamado pelos comparsas de “Sicário”, em referência a uma denominação para assassino de aluguel. Ainda na quarta-feira, o suspeito aguardava pela audiência de custódia na sede da Superintendência da Polícia Federal em Belo Horizonte, quando tentou se matar.
Ele foi socorrido por agentes durante a tarde e a PF chegou a informar que médicos do Hospital João XXIII constataram a morte cerebral dele, mas, minutos depois, a Secretaria de Saúde de Minas Gerais divulgou uma outra informação, e disse que ele permanecia em estado grave no CTI.
Segundo Robson Lucas, advogado da família de Luiz, ele continua vivo e internado no CTI do Hospital João XXIII. A Polícia Federal abriu inquérito nesta quinta-feira (5) para apurar a circunstância da custódia de Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão.
O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, afirmou que "toda a ação dele e o atendimento pelos policiais estão filmados sem pontos cegos". A PF disse que comunicou o ocorrido ao gabinete do ministro André Mendonça, relator do caso Master no Supremo Tribunal Federal (STF), e entregará todos os registros em vídeo que demonstram a dinâmica do ocorrido.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ratinho
"Cara de viado".
Disse o apresentador Ratinho, que foi denunciado ao Ministério Público de São Paulo por homofobia após o comentário feito sobre o visual do cantor sertanejo Tiago Piquilo.