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sergio guerra
O publicitário e produtor cultural Sérgio Guerra, marqueteiro da campanha de reeleição de Jerônimo Rodrigues (PT) na Bahia, divulgou um vídeo de posicionamento a favor do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Em seu discurso, Guerra faz críticas à campanha do presidente que “ainda não conseguiu indicar caminhos”, mas pede voto ao petista no 2º turno das eleições.
“Estamos sofrendo com os efeitos de um governo que apostou na polarização e do identitarismo em detrimento da conciliação e de uma campanha que ainda não conseguiu indicar caminhos. Mas agora não adianta reclamar. É sobre nós que cairão as consequências de um outro governo Bolsonaro”, afirmou o pernambucano que possui anos de experiência no marketing político.
Em sua manifestação pública, Guerra fala sobre as previsões para o governo de Flávio Bolsonaro, caso eleito, em comparação ao mandato do pai, Jair Bolsonaro, entre 2019 e 2022. Ele cita a flexibilização do acesso a armas de fogo, possíveis cortes de verbas para universidades e programas de pesquisa, e possível fim da obrigatoriedade das vacinas.
“Estamos falando da discriminação aos nordestinos. Estamos falando de entregar as nossas riquezas aos americanos. Estamos a falar de estender o tapete vermelho ao Trump para fazer o que quiser com o Brasil”, diz ainda.
Nesse sentido, o marqueteiro questiona: “Será que as nossas instituições terão capacidade de resistir?”. Sérgio volta a pontuar a ineficiência da campanha quando ressalta: “Está em questão a nossa República, a nossa própria perspectiva enquanto sociedade. É sobre nós, não é sobre o Lula. Se a campanha não traz as respostas, somos nós que precisamos reagir”, garante.
“Achar que vamos resolver a eleição apenas com esforço contra a abstenção é ilusão. Precisamos mesmo sair da bolha e virar voto. Que cada um faça a sua parte para podermos enfrentar o algoz. A soma de todas essas partes unidas será capaz de dar a resposta. Não temos o direito de nos omitir. O movimento começou e não podemos parar até o dia 25. É a vida dos nossos filhos que está em jogo. Não é pelo Lula, é por nós. Dia 25, vota 13”, completa.
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Navi Pillay
"Talvez dividiria com Trump".
Disse a vencedora do Prêmio Nobel da Paz de 2026 nesta sexta-feira (9), a jurista sul-africana Navanethem "Navi" Pillay ao brincar com a reação do público e declarou que, se os aplausos continuassem, "talvez dividiria o prêmio com Trump". Em tom descontraído, a premiada questionou se o anúncio era real: "Como advogada e juíza, ainda quero verificar se tudo isso é verdade", brinca.