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selecao marroquina
A seleção de Marrocos incorporou seis novos atletas em um intervalo de apenas 13 dias, todos aptos a defender o país após mudança de nacionalidade esportiva. Os dados constam no sistema oficial da FIFA para transferência de elegibilidade entre seleções.
A movimentação integra um planejamento mais amplo da federação marroquina, que projeta não apenas a Copa do Mundo de 2026, mas também o Mundial de 2030, quando o país será um dos anfitriões. Como parte da estratégia, dirigentes intensificaram o mapeamento de jogadores com ascendência marroquina atuando no futebol europeu.
O levantamento concentrou-se principalmente em mercados como Espanha, França, Itália, Alemanha, Holanda e Bélgica. Entre os seis atletas recém-integrados, dois tinham passagem pelas categorias de base da Bélgica, enquanto outros quatro defendiam seleções jovens da Holanda.
Os jogadores que optaram por atuar por Marrocos são:
- Rayane Bounida (20 anos, Ajax)
- Saif Eddien Lazar (20 anos, Genk)
- Benjamin Khaderi (19 anos, PSV)
- Ayoub Ouarghi (18 anos, Feyenoord)
- Oualid Agougil (21 anos, Utrecht)
- Sami Bouhoudane (18 anos, PSV)
Além das recentes incorporações, a federação ainda trabalha para convencer outros nomes a aderirem ao projeto. Um dos principais alvos é o meia Thiago Pitarch, destaque das categorias de base do Real Madrid e recentemente convocado para a seleção sub-19 da Espanha. Outro jogador monitorado é o meio-campista Ayyoub Bouaddi, do Lille, que atualmente representa as seleções de base da França.
Marrocos será o primeiro adversário do Brasil na Copa do Mundo de 2026. As equipes se enfrentam pela rodada inicial do Grupo C, no dia 13 de junho, em Nova Jersey.
A Confederação Africana de Futebol (CAF) tomou uma decisão polêmica nesta terça-feira (17). A entidade anunciou a seleção marroquina como campeã da Copa Africana de Nações quase dois meses após Senegal levantar a taça no último dia 18 de janeiro. A final, marcada por reviravoltas, como 10 dos 11 jogadores senegaleses deixando o campo após marcação de pênalti para o Marrocos, não foi o último capítulo da competição que começou em 2025 e terminou em 2026.
A decisão judicial tem como maior justificativa a ameaça da seleção senegalesa em abandonar a partida após a marcação do pênalti em Brahim Díaz nos acréscimos do segundo tempo.
Com a decisão em declarar vitória de 3 a 0 de Marrocos, por W.O, passando o título de senegaleses para marroquinos, os Leões do Atlas quebraram um jejum de 50 anos sem títulos. Em 1976, Marrocos conquistou a Copa Africana de Nações pela primeira vez, e agora, em 2026, levou a sua segunda taça na história, jogando em casa.
Depois de Sadio Mané, capitão de Senegal, ir ao vestiário e buscar os atletas dos Leões de Teranga, Brahim, que sofreu a penalidade, cobrou com uma cavadinha e viu o goleiro Edouard Mendy defender a batida. Na prorrogação, Pape Gueye marcou o gol da, até então, vitória senegalesa.3
Em nota, a Federação Real Marroquina de Futebol se pronunciou sobre a decisão. Segundo a entidade, a abordagem nunca teve a intenção de contestar o desempenho esportivo das equipes participantes, mas apenas de solicitar a aplicação dos regulamentos da competição. Confira a nota na íntegra:
A Federação Real Marroquina de Futebol tomou conhecimento da decisão emitida pelo Comitê de Apelações da CAF.
A Federação deseja recordar que sua abordagem nunca teve a intenção de contestar o desempenho esportivo das equipes participantes desta competição, mas apenas de solicitar a aplicação dos regulamentos da competição.
A Federação reafirma seu compromisso com o respeito às regras, garantindo clareza no quadro competitivo e mantendo a estabilidade dentro das competições africanas.
Também deseja saudar todas as nações que participaram desta edição da AFCON, que foi um grande momento para o futebol africano.
A Federação fará uma declaração oficial amanhã, após reunir seus órgãos dirigentes.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Fernanda Melchionna
"A cantilena enfadonha da extrema direita e dos bolsonaristas chega a doer o ouvido. Um juiz, que foi um juiz ladrão, como mostrou a Vaza Jato, vem aqui tentar se mostrar como paladino da moral, como se lutasse contra a corrupção. É muita falta de vergonha na cara daqueles que votaram na PEC da bandidagem na Câmara dos Deputados vir aqui dizer que estão contra os corruptos".
Disse a deputada Fernanda Melchionna (Psol-RS) ao debater com o senador Sérgio Moro (PL-PR) durante a discussão do veto do presidente Lula ao projeto da dosimetria de penas, a deputada do Psol chamou Moro de “juiz ladrão”.