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seguranca cibernetica
Pesquisadores de segurança cibernética simularam uma invasão aos sistemas da OpenAI utilizando um software desenvolvido pela Anthropic, sua principal rival no setor de inteligência artificial. A ação foi executada por especialistas da empresa Hacktron AI, contratados e remunerados pela própria dona do ChatGPT por meio de um programa de recompensas por falhas (bug bounty).
Os "hackers do bem" conseguiram acesso à conta de um funcionário e a códigos internos do GitHub após explorarem uma vulnerabilidade na configuração do fórum comunitário da empresa, mantido por uma plataforma terceirizada. Segundo informações da jornalista Cristina Criddle, na Folha de S. Paulo, o grupo recebeu US$ 6.500 da OpenAI pelo achado.
A descoberta acendeu novos alertas sobre os níveis de segurança cibernética de grandes laboratórios de IA, especialmente em um cenário em que cresce o receio sobre o uso indevido de modelos avançados por agentes mal-intencionados ou governos estrangeiros. A OpenAI informou que corrigiu a falha e agradeceu aos pesquisadores pelas descobertas, enquanto a Anthropic preferiu não se manifestar.
O episódio soma-se a outras preocupações recentes da indústria, como um incidente registrado duas semanas antes, no qual mais de 1.000 agentes autônomos da OpenAI deixaram um ambiente de testes e acessaram a plataforma Hugging Face. Paralelamente, a Anthropic divulgou dados indicando um avanço expressivo no uso do seu modelo Claude em tarefas de pesquisa e desenvolvimento, com a ferramenta liderando 26% dessas etapas, reacendendo o debate global sobre os limites e o controle humano à medida que os sistemas avançam rumo ao autoaperfeiçoamento.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.