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secretario de desenvolvimento economico
O secretário de Desenvolvimento Econômico de Feira de Santana, Sebastião Cunha, pediu exoneração do cargo por volta do meio dia desta quinta-feira (1). Aposentado do Banco do Brasil, ele alega ao prefeito Colbert Martins que o pedido teria motivações pessoas e de ordem familiar.
Sebastião é o terceiro secretário a sair do governo Colbert em menos de três meses. Antônio Carlos Borges Jr., ex-secretário de Desenvolvimento Social, pediu exoneração no dia 28 de março, também alegando motivos pessoais.
Na última semana, Saulo Figueredo pediu exoneração da Secretaria Municipal de Transportes e Trânsito (SMTT).Problemas relacionados ao transporte público da cidade e falta de melhores condições de trabalho teria motivado o pedido. O ex-deputado federal Sérgio Carneiro assumiu a pasta.
O site Acorda Cidade, parceiro do Bahia Notícias, entrevistou Sebastião Cunha por telefone. Ele disse que já havia estabelecido um prazo para encerrar suas atividades na vida pública, exatamente no dia de hoje. Cunha já foi ministro da Integração Integração Nacional e secretário no município de Serrinha.
“Vai chegando o tempo em que a gente precisa parar, porque o tempo voa. Falei com o prefeito, achei que era a hora de sair”, afirmou ao Acorda Cidade.
Sebastião ressaltou que exerce outras atividades e que a gestão de Colbert Martins precisa de uma renovação.
“O governo de doutor Colbert está precisando renovar, e ele fala todo dia que vai alterar secretarias. Não sou político, sou técnico. Gosto do prefeito Colbert e tenho grande consideração por ele, há muitos anos somos amigos, então resolvi e entreguei a ele (a carta). Sou advogado, administrador de empresas, tenho uma empresa de consultoria, e não estou a fim mais de continuar nesse negócio de ‘vamos trabalhar’”, argumentou.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Gabriel Galípolo
"Esse é um tipo de comportamento que não é desejável, que deve ser coibido e inibido pelos reguladores e pela gente, por isso que a gente vem trabalhando muito com o FGC, numa sucessão de medidas".
Disse o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo ao criticar a pressão de instituições não bancárias para usar o Fundo Garantidor de Crédito (FGC) na captação de varejo.