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Barrado na imigração dos Estados Unidos, sendo impedido de apitar a Copa do Mundo no país, o árbitro somali Omar Abdulkadir Artan receberá o cachê integral por sua participação no torneio. A informação foi publicada neste domingo pela BBC.
Segundo a rede britânica, fontes da Federação Internacional de Futebol (Fifa) garantem que Artan terá direito a receber a quantia, mesmo sem atuar na Copa. Os valores ainda são desconhecidos, já que os árbitros só recebem o pagamento ao fim da competição.
Aos 34 anos, Omar Artan faz parte do quadro de árbitros da Fifa desde 2018 e foi eleito o melhor árbitro da África em 2025. Recentemente, comandou a final da Liga dos Campeões da África entre Mamelodi Sundowns e AS FAR, consolidando seu protagonismo no cenário continental.
Escolhido entre os 52 árbitros da Copa do Mundo de 2026, Artan faria história como o primeiro somali a apitar uma partida do torneio. No entanto, teve a entrada nos Estados Unidos barrada pelas autoridades migratórias. Segundo o árbitro, nenhuma justificativa oficial foi apresentada no momento da recusa.
Em nota, a imigração norte-americana informou que o profissional foi considerado "inadmissível devido a preocupações relacionadas à verificação de antecedentes". Já na última quarta-feira (10), um representante do governo do presidente Donald Trump afirmou que Artan estaria sendo investigado por suposto envolvimento com terrorismo.
De volta à Somália, o árbitro foi recebido com homenagens no aeroporto. Apesar do episódio, ele segue escalado para apitar a Supercopa Europeia entre Paris Saint-Germain e Aston Villa, marcada para o dia 12 de agosto, em Salzburgo, na Áustria.
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André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.