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O diretor de investigação e combate ao crime organizado da Polícia Federal, Ricardo Andrade Saadi, negou que o órgão sofra interferência política de gestores do Governo Federal. A declaração do diretor aconteceu durante o lançamento da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO) na Bahia, nesta sexta-feira (11).
Em conversa com o Bahia Notícias, Saadi disse que o trabalho realizado pela PF seria o “mais profissional possível” e que não aceita nenhum tipo de interferência política.
“A atuação da Polícia Federal é institucional. Nós temos que atuar sempre de forma institucional, eu confio plenamente em todos os colegas da Polícia Federal e o trabalho feito é o mais profissional possível. A PF trabalha de forma técnica que não aceita qualquer tipo de interferência política”, disse.
Uma possível interferência política começou a ser questionada após Saadi ter sido nomeado pelo Governo Lula para o atual cargo, mesmo chefiando a Superintendência da PF no Governo Bolsonaro. A empresa nacional foi também alvo de retaliação por conta da investigação do caso de Adélio Bispo.
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Ronaldo Caiado
"Vocês que têm essa capacidade toda e sensibilidade de serem mães, criar os filhos, os nossos lares, estruturar as nossas famílias. Esta é a verdade, o verdadeiro poder da mulher. A nossa formação no dia a dia é a cultura brasileira. Nós somos muito mais uma criação matriarcal, como a grande protetora é o nosso lar".
Disse o ex-governador de Goiás e pré-candidato à Presidência da República, Ronaldo Caiado (União), ao afirmar que as mulheres exercem um papel central na proteção das famílias e possuem mais influência do que os homens nas decisões tomadas dentro do lar. As declarações foram feitas durante sua participação no Congresso da Confederação de Irmãs Beneficentes Evangélicas Mundial (Cibem), realizado no Riocentro, na Zona Oeste do Rio de Janeiro.