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roubo de mounjaro
A Polícia Civil da Bahia e a Polícia Militar deflagraram, nesta quarta-feira (3), a Operação Dose Final, com o objetivo de cumprir mandados de prisão e de busca e apreensão contra integrantes de uma organização criminosa investigada por roubos a estabelecimentos farmacêuticos, tráfico de drogas, tráfico de armas e lavagem de dinheiro.
As medidas judiciais são cumpridas nos municípios de Salvador e nas cidades de Mesquita, no Rio de Janeiro, e São Paulo, capital paulista. Também foi autorizado pela Justiça o bloqueio de bens e valores que somam R$ 12,5 milhões.
As investigações tiveram início a partir da apuração de roubos reiterados contra redes farmacêuticas da capital baiana, especialmente voltados à subtração de medicamentos de alto valor comercial, como Mounjaro, Ozempic e Wegovy.
No decorrer das diligências investigativas, os elementos reunidos apontaram que os crimes patrimoniais integravam uma estrutura criminosa organizada, com atuação concentrada na região do Nordeste de Amaralina, em Salvador.
Segundo as investigações, além dos delitos, o grupo também é investigado por tráfico de drogas, tráfico de armas, execuções ligadas a disputas territoriais e associação criminosa, apresentando divisão estruturada de funções e elevado poder operacional.
A operação conta com equipes dos departamentos de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), de Repressão e Combate à Corrupção, ao Crime Organizado e à Lavagem de Dinheiro (DRACO), de Polícia Metropolitana (DEPOM), de Inteligência Policial (DIP) e de Investigação e Repressão ao Narcotráfico (DENARC), além da Coordenação de Polícia Interestadual (POLINTER) e da Coordenação de Operações e Recursos Especiais (CORE).
A ação também reúne a Superintendência de Inteligência da Secretaria da Segurança Pública (SI/SSP), a Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização (SEAP), o Departamento de Polícia Técnica (DPT), Polícia Militar da Bahia e forças de segurança dos estados do Rio de Janeiro e de São Paulo.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Luiz Inácio Lula da Silva
"Eu fiquei triste, porque ele não foi derrotado por incompetência jurídica, porque ele é um dos melhores advogados desse país, ele foi derrotado por uma questão simplesmente política. E o que vai acontecer? Eu vou mandar o Messias outra vez. Por respeito à função presidencial, sou eu que indico".
Disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao confirmar que vai enviar ao Senado o nome do advogado-geral da União, Jorge Messias, para a vaga do Supremo Tribunal Federal (STF). O AGU teve sua primeira indicação rejeitada no Senado no último dia 29 de abril.