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Uma ação criminosa atingiu a tradicional vinícola Marchesi Antinori, localizada na região da Toscana, na Itália. Um grupo invadiu o armazém da produtora e furtou cerca de 30.000 garrafas de vinho, gerando um prejuízo estimado em US$ 5,8 mi, aproximadamente R$ 29 mi.
Para realizar a invasão, os criminosos desativaram os sistemas de alarme do armazém e utilizaram as próprias empilhadeiras da propriedade para carregar dois caminhões. O CEO da vinícola, Renzo Cotarella destacou que o grupo demonstrou alto treinamento técnico na execução do crime.
As garrafas levadas já estavam separadas para um lote de exportação programado para o dia seguinte, procedimento que ocorre apenas duas vezes ao ano. Devido à precisão da data escolhida, a direção da empresa suspeita de vazamento de informações internas referentes à rotina da vinícola.
Entre os rótulos de prestígio roubados estão vinhos como Tignanello, com garrafas avaliadas em até R$ 7 mil, Solaia e Guado al Tasso. A administração da vinícola comunicou ainda que a apólice de seguro contratada cobrirá apenas cerca de 10% do prejuízo total.
A polícia da cidade de Cortona assumiu a condução das investigações para identificar os envolvidos e rastrear o paradeiro das garrafas. Até o momento, nenhum suspeito foi detido e o lote de bebidas não foi localizado.
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Navi Pillay
"Talvez dividiria com Trump".
Disse a vencedora do Prêmio Nobel da Paz de 2026 nesta sexta-feira (9), a jurista sul-africana Navanethem "Navi" Pillay ao brincar com a reação do público e declarou que, se os aplausos continuassem, "talvez dividiria o prêmio com Trump". Em tom descontraído, a premiada questionou se o anúncio era real: "Como advogada e juíza, ainda quero verificar se tudo isso é verdade", brinca.