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ronaldo mansur
O patrimônio declarado pelo candidato ao Governo da Bahia, Ronaldo Mansur (PSol), ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) saltou de R$ 1.737,55 em 2022 para R$ 91.397,22 nas eleições de 2026.
Na declaração anterior, quando concorreu ao cargo de vice-governador, Mansur informou apenas R$ 1.737,55 em ações da Magazine Luiza. Para o pleito de 2026, a principal mudança está na inclusão de uma participação societária de R$ 30 mil na empresa Babayaga.
O candidato também declarou R$ 50 em uma conta poupança no Banco do Brasil e R$ 923,52 em uma caderneta mantida na Caixa Econômica Federal. Ao todo, os bens informados à Justiça Eleitoral neste ano chegam a R$ 91.397,22. A diferença entre as duas declarações é de R$ 89.659,67.
Uma nova rodada do Instituto Paraná Pesquisas, em parceria com o Bahia Notícias, aponta que o ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (União) mantém a frente na corrida pelo governo da Bahia, porém o governador Jerônimo Rodrigues (PT) diminuiu a margem entre eles. Enquanto ACM Neto oscilou para baixo, marcando 48,9%, Jerônimo viveu a situação inversa, para cima, chegando a 38,7%. Todavia, as variações acontecem dentro da margem de erro de 2,7%, na comparação com o levantamento de julho.

Os cenários não são exatamente idênticos, pois aparecem dois novos nomes na corrida pelo Palácio de Ondina, Aroldo Félix (UP) e José Estêvão (DC). No total, o levantamento testou cinco candidaturas entre os dias 31 de julho e 2 de agosto. Além dos "estreantes", que ficaram com 0,1% das intenções de voto cada, Ronaldo Mansur (PSOL) pontuou 0,7%.
Os dois principais candidatos mantém, há três levantamentos (maio, julho e agora agosto de 2026), números muito semelhantes, com oscilações dentro da margem de erro das pesquisas. A diferença entre ACM Neto e Jerônimo, que já foi de 11,7%, caiu para 10,2% em um mês. Esse número é maior do que o de maio, quando a distância entre ambos chegou a 9,1%.
Em agosto, 7% disseram que votariam branco, nulo ou em nenhum dos candidatos, enquanto o número de indecisos ficou em 4,4% (não souberam ou não opinaram).

SEGUNDO TURNO
Com os candidatos de PSOL, UP e DC pontuando abaixo de 1%, a chance de uma disputa em dois turnos na Bahia é pequena. Ainda assim, o Instituto Paraná Pesquisas restringiu uma das perguntas aos dois nomes que lideram os levantamentos.
Nesse caso, ACM Neto aparece como opção para 50,9% dos eleitores, enquanto Jerônimo é citado por 40%. O número dos que não sabem ou não opinaram cai para 2,9%, e 6,1% indicam que votariam branco, nulo ou em nenhum dos nomes.

ESPONTÂNEA
O ex-prefeito de Salvador também lidera o cenário espontâneo, quando não são apresentados os nomes dos candidatos. Nesse caso, ACM Neto é citado por 31,2% dos entrevistados e Jerônimo Rodrigues por 22,9%. Também são lembrados Rui Costa (PT), com 0,8% e Aroldo Félix, com 0,1%. O número daqueles que não souberam ou não opinaram chega a 39,1%.
O Instituto Paraná Pesquisas ouviu presencialmente 1400 eleitores entre os dias 31 de julho e 2 de agosto, em 60 municípios. O levantamento possui intervalo de confiança de 95% e margem de erro de 2,7%, sob registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) n? BA-03043/2026.
O candidato ao Governo da Bahia, Ronaldo Mansur (PSOL), divulgou seu plano de governo para as eleições de 2026. O representante da federação PSOL-REDE destacou em seu programa e propôs romper com o que classificou como "polarização reinante" entre o grupo político do Partido dos Trabalhadores (PT) e o grupo,que denominou de carlista e atribuiu ao ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (União) e seus aliados.
Ele argumentou que esse cenário atual beneficia apenas o "andar de cima" da sociedade. O candidato convocou ainda a população a encerrar o "ciclo petista", após quase 20 anos de gestão na Bahia.
Ronaldo disse ainda que pretende evitar o retorno do grupo de Neto ao Executivo baiano. A federação se apresenta como uma opção que busca construir uma nova síntese política.
O programa ainda trouxe aspectos relacionados ao desenvolvimento sustentável e econômico. O programa propõe um novo modelo econômico que rompe com a dependência histórica e foca no fortalecimento do mercado interno.
Uma das propostas centrais é a suspensão negociada do pagamento da dívida estadual com a União, visando liberar recursos para investimentos sociais e infraestrutura. O desenvolvimento será alavancado por uma estratégia que utiliza o mercado, redes de permutas, economia solidária e a agricultura familiar.
Ronaldo disse também que pretende abrir campos de relação econômica e cultural com a África e com países da América do Sul (especialmente do Pacífico), buscando alternativas ao imperialismo tradicional.
O candidato do PSOL disse que haverá estímulo às alternativas ferroviárias, fluviais e metroviárias, além da defesa do patrimônio socioambiental e energético, focando na expansão de fontes renováveis a preços compatíveis.
O candidato ao governo do estado da Bahia, Ronaldo Mansur formalizou a submissão dos dados de sua candidatura ao sistema da Justiça Eleitoral. No painel oficial constam, até a tarde desta quinta-feira (30), as candidaturas de apenas dois dos cinco principais postulantes ao Palácio de Ondina: Ronaldo Mansur (PSOL) e ACM Neto (União).
O perfil dos candidatos no Tribunal Superior Eleitoral concentra as principais informações dos candidatos aos cargos eletivos, como dados de perfil, limite de gastos, filiações e coligações partidárias, além da declaração de bens dos candidatos.
No que diz respeito aos bens, o representante do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) declarou R$91,3 mil em patrimônio. O valor inclui um imóvel orçado em R$60 mil em Salvador, participação societária em uma empresa e contas poupança.
A filiação e coligação contou apenas com o apoio da Federação PSOL-Rede, com dois partidos PSOL (50) e Rede (18). Já os dados de perfil foram preenchidos como homem cisgênero, heterossexual, de cor parda, solteiro e com ensino médio completo.
No histórico de registros do candidato em eleições, o perfil aponta participações em quatro eleições, incluindo esta. Ele pleiteou, duas vezes, o cargo de vice-governador do estado nos anos de 2014 e 2022 e foi candidato a deputado federal em 2018, todas pelo PSOL.
A ficha do TSE ainda adiciona informações sobre o limite legal de gastos na campanha. No primeiro turno, o valor despendido na campanha de Mansur está limitado ao teto de R$17,7 milhões. Já no segundo turno, os valores podem chegar a R$8,8 milhões.
O governador Jerônimo Rodrigues lidera o índice de rejeição entre os candidatos à eleição estadual na Bahia. Segundo o levantamento divulgado pela Quaest, nesta quarta-feira (29), 40% dos eleitores baianos conhecem e não votaria no atual governador, que é pré-candidato à reeleição pelo PT.
O levantamento, registrado na Justiça Eleitoral sob os números BR-05856/2026 e BA-02331/2026 ouviu presencialmente 1.200 eleitores de 16 anos ou mais, residentes na Bahia, entre os dias 23 e 27 deste mês. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
A Quaest avaliou o conhecimento, potencial de voto e rejeição dos candidatos os candidatos e pré-candidatos ACM Neto, Aroldo Felix (UP), Jerônimo Rodrigues (PT), José Estêvão (DC) e Ronaldo Mansur (PSOL) frente aos eleitores.
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Foto: Gráfico disponibilizado pela Quaest
Ao citarem o candidato ACM Neto, 90% dos eleitores disseram conhecê-lo, sendo que 57% conhecem e votariam nele, e outros 33% conhecem e não votariam. 10% disseram não conhecer o candidato.
No caso do atual governador, Jerônimo Rodrigues, ele também é conhecido por 90% dos eleitores questionados e dentre eles, 50% deles votariam nele para a reeleição e outros 40% não votariam. 10% disseram que não conhecem.
Ronaldo Mansur, candidato pelo PSOL, foi reconhecido por apenas 21% dos eleitores. Entre os que o conheciam, 17% disseram que não votariam e 4% votariam. 79% dos eleitores disseram não conhecer o candidato. No caso de João Estevão, 16% dos eleitores o disseram conhecer o candidato, sendo que apenas 3% votariam nele e outros 13% alegaram que não votariam. 84% não o reconheceram.
Já o candidato Aroldo Félix foi reconhecido por 10% dos entrevistados, sendo que 1% votaria nele e 9% disseram que não votariam. 90% dos eleitores não reconheceram o candidato.
Ronaldo Mansur critica atual governo e descarta qualquer possibilidade de apoio a Jerônimo Rodrigues
Nesta sexta-feira (24), o presidente estadual do PSOL e da Federação PSOL-Rede, Ronaldo Mansur, oficializa sua candidatura ao Governo da Bahia durante convenção partidária realizada no Fiesta Bahia Hotel, em Salvador. Durante coletiva de imprensa, Mansur concentrou críticas ao atual governador Jerônimo Rodrigues (PT) que tenta a reeleição.
O candidato destacou que o governo não cumpriu promessas cruciais de 2022, como a instalação de câmeras no fardamento de policiais militares e o fim da fila da regulação na saúde. Ronaldo também fez comentários sobre o crescimento do crime organizado no estado.
“A Bahia hoje está entregue ao crime organizado e o governo não teve coragem nem política de segurança para combater a criminalidade", afirma.
Ao ser questionado sobre o apoio do PSOL a Jerônimo no segundo turno das eleições de 2022, Mansur esclareceu que aquela foi uma decisão pontual por considerá-lo o "menos pior", mas que isso nunca significou adesão ao projeto petista.
“O menos pior não significa que a gente acha que ele seria mil maravilhas, tanto que nós continuamos com a nossa independência na Assembleia Legislativa, com o nosso deputado estadual Hilton Coelho, fazendo o enfrentamento.”, explica.
A disputa pelo governo da Bahia ganhou mais uma avaliação eleitoral, nesta quarta-feira (13). O levantamento realizado pela Paraná Pesquisas, em parceria com o Bahia Notícias, aponta vantagem para o ex-prefeito de Salvador ACM Neto (União) frente ao atual governador Jerônimo Rodrigues (PT).
Em cenário espontâneo, ACM Neto aparece com 26,3% das intenções de voto. Já Jerônimo Rodrigues surge com 19,8%, seguido de Ronaldo Mansur (PSOL) com 0,1%. Outros nomes citados constam com 1,1% das menções e não sabem ou não opinaram somam 47% dos entrevistados.
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Registro da pesquisa eleitoral BN/Paraná Pesquisas / Cenário espontâneo
Com cenário estimulado, quando os candidatos são apresentados, ACM Neto lidera com 47,8% e Jerônimo Rodrigues surge com 38,7% das intenções. Ronaldo Mansur aparece com 1,7%, seguido de nenhum, branco ou nulo. Não sabem ou não responderam aparecem com 4,9% das menções no levantamento.

Registro da pesquisa eleitoral BN/Paraná Pesquisas / Cenário estimulado
A rejeição dos postulantes ao governo da Bahia também foi avaliada. Em cenário estimulado, o atual governador Jerônimo Rodrigues desponta com maior rejeição com 37,1%, seguido de ACM Neto com 27,4% e Ronaldo Mansur com 25,2%. A opção “poderia votar em todos” consta com 12,4% e não sabem ou não opinaram surge com 7,6%.
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Registro da pesquisa eleitoral BN/Paraná Pesquisas / Cenário de rejeição
O levantamento está de acordo com a Resolução-TSE n.º 23.600/2019, essa pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o n. BA-03619/2026. Com coleta de dados realizada através de entrevistas pessoais, domiciliares e presenciais, entre os dias 10 e 12 de maio de 2026.
Para a realização desta pesquisa foi utilizada uma amostra de 1510 eleitores em 65 municípios. Tal amostra representativa do Estado da Bahia atinge um grau de confiança de 95,0% para uma margem estimada de erro de aproximadamente 2,6 pontos percentuais para os resultados gerais.
Levantamento realizado pela Séculus Análise e Pesquisa, encomendado pelo Bahia Notícias, mostra que o ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (União), lidera a corrida eleitoral pelo governo da Bahia em 2026. Candidato há quatro anos, ACM Neto aparece com 48,28% das intenções de voto, frente a 31,15% do atual governador Jerônimo Rodrigues (PT).
A pesquisa ouviu 1.535 entrevistados em 72 municípios baianos. O cenário estimulado em questão inclui ainda os nomes de José Carlos Aleluia (Novo), com 0,65% das intenções de voto, e Ronaldo Mansur (PSOL), com 0,52%. Não souberam ou não opinaram 9,93% dos eleitores, enquanto 9,47% indicaram votar branco, nulo ou em nenhum dos nomes apresentados.

Esse é o primeiro levantamento da Séculus em 2026 sobre a corrida eleitoral da Bahia. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob nº BA-09740/2026 e possui margem de erro de 2,5 pontos percentuais para mais ou para menos e intervalo de confiança de 95%. Não houve consolidação de dados de uma disputa em dois turnos, dado os baixos números obtidos pelos demais candidatos, além de ACM Neto e Jerônimo Rodrigues.
REJEIÇÃO
A Séculus perguntou ainda aos entrevistados em qual dos nomes eles não votariam de jeito nenhum. Neste questionário, o governador Jerônimo Rodrigues aparece à frente com 37,96% de rejeição entre os nomes apresentados. O adversário dele, ACM Neto, foi citado por 22,65% dos eleitores. José Carlos Aleluia aparece com rejeição de 5,71%, empatado tecnicamente no quesito com Ronaldo Mansur (6,42%).

Não souberam ou não opinaram somam 14,99% nessa questão, enquanto 12,26% responderam nenhum, branco ou nulo.
A executiva estadual do PSOL definiu o atual presidente do diretório estadual do partido, Ronaldo Mansur, como pré-candidato ao Governo da Bahia para disputar as eleições de 2026. A decisão foi tomada na tarde desta terça-feira (16) em encontro da executiva estadual no auditório do Hotel Goden Park.
Conforme o anúncio, a chapa será composta pela professora e historiadora, Meire Reis (PSOL), como pré-candidata a vice e a professora Delliana Ricelli (PSOL), como pré-candidata ao Senado pela federação PSOL e Rede Sustentabilidade.
Ronaldo Mansur é natural de Alagoinhas, já foi candidato a vice-governador na chapa de Marcos Mendes em 2014 e, mais recentemente, foi candidato a vice de Kleber Rosa em 2022. Além disso, Mansur concorreu a Deputado Federal em 2018. Com formação em meio ambiente e atualmente estudante de Direito, ele também é um militante ativo do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) e um dos fundadores do PSOL Bahia.
Em sua trajetória no partido, Mansur ocupou importantes cargos na executiva estadual. Foi Secretário Geral, Presidente Estadual e Tesoureiro. Em 2023, foi eleito Presidente Estadual pela segunda vez, demonstrando sua influência e liderança dentro da sigla.
"Vamos governar a Bahia! Nossa chapa representará as pautas da esquerda raiz, dos movimentos sociais e da população baiana", pontuou o pré-candidato ao Palácio de Ondina.
A movimentação ocorre após o ex-candidato à prefeitura de Salvador, Kleber Rosa (PSOL) retirar a sua pré-candidatura ao Governo da Bahia. No último sábado (13), o militante anunciou sua pré-candidatura a deputado estadual.
A federação PSOL-Rede será conduzida, pelos próximos três anos, por Ronaldo Mansur, presidente estadual do PSOL e candidato a vice-governador em 2014 e 2022, Ronaldo Mansur. O nome foi oficializado e já consta no registro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Da mesma tendência do deputado federal e pré-candidato a prefeito de São Paulo, Guilherme Boulos, Ronaldo tem uma longa trajetória política como militante do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) e dirigente nacional do PSOL. Ele substitui Elze Facchinetti, ex-presidente do PSOL na Bahia que estava à frente da federação.
O nome do candidato a vice no último pleito teve o apoio da coalizão formada por importantes nomes da legenda, como o deputado estadual Hilton Coelho, Jhonatas Monteiro, vereador mais votado em Feira de Santana na última eleição, da vereadora de Salvador Cleide Coutinho, da candidata do PSOL ao Senado em 2022, Tâmara Azevedo, de Hamilton Assis, Fábio Nogueira, Marcos Mendes e dos movimentos Juventude do Afronte, Fogo no Pavio, Pajeú e Rua.
"Temos o desafio de apresentar o nosso programa, as ideias que formam o nosso partido, para conseguir um resultado inédito nesta eleição que se aproxima. O PSOL vem se fortalecendo nos últimos anos e tenho certeza que com a unidade e com o trabalho sério, sairemos ainda maior deste processo", destacou Ronaldo.
"Fico feliz de ter sido escolhido para comandar a federação e pretendo nos próximos três anos me manter disponível para as conversas necessárias, ouvindo todos que fazem parte deste grupo. Somente com uma construção coletiva e respeitando os princípios que norteiam o nosso partido e a Rede, podemos propor mudanças que de fato impactem na vida das pessoas que mais precisam", complementou.
De olhos nas eleições municipais em 2024, setores do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) apresentaram a pré-candidatura de Tâmara Azevedo à prefeitura de Salvador. Segundo manifesto que circula internamente, a pré-candidatura de Tâmara representa uma “contribuição programática e de ação que priorize os interesses populares: uma candidatura de esquerda para superar a velha política”.
Baiana, graduada em Ciências Sociais pela UFBA, e Pós-Graduada pela Universidade de Santa Catarina em Gestão de Políticas Públicas do Turismo, Tâmara Azevedo já atuou como Coordenadora Setorial do Carnaval de Salvador na Emtursa (atual Saltur – Empresa Salvador Turismo) e de Culturas Populares da Fundação Gregório de Matos, onde coordenou o Programa Capoeira Viva e o Projeto no Coração da Cidade.
“Uma companheira de lutas, cientista social, ambientalista, gestora pública, com uma vida dedicada às reivindicações populares. Tâmara Azevedo é o nosso nome para construir uma Capital da Resistência, uma Salvador para a maioria. É a nossa representante das reivindicações das e dos indígenas, população LGBQTIA+, pretas, pretos e mulheres. É a pessoa para propor soluções que superem vulnerabilidades, defender a cultura, as manifestações artísticas, os direitos das trabalhadoras e trabalhadores”, afirma Ronaldo Mansur, presidente estadual do PSOL.
Na Escola Olodum, ela foi coordenadora e na ocasião implantou o curso de Produção Cultural. Foi Gestora do Escritório Internacional de Capoeira e Turismo, sendo indicada para concorrer a um dos maiores prêmios de projetos sociais do mundo, Koldyke Fellowship do Chicago Council.
Foi consultora da Secretaria de Turismo do Estado da Bahia, onde atuou no desenvolvimento e fortalecimento do Turismo Étnico Afro e Indígena. Atualmente é Diretora Executiva da agência Bahia Turismo e Arte, única do segmento cultural voltada para o Turismo Étnico Afro e Indígena.
“Não somos de negociatas por troca de cargos, vantagens e possíveis ganhos pessoais. Não compactuamos com pactos que acabam prejudicando os interesses populares. Venha com Tâmara Azevedo para construir uma Salvador que seja para a maioria e não para uma chamada elite que desde a invasão portuguesa manda e desmanda em nossa terra”, concluiu Ronaldo Mansur.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"Claro que existem preferências. Neto tem uma relação com Caiado, que era do União Brasil. Caiado apoia Neto, Zema apoia Neto, Flávio Bolsonaro apoia ACM Neto. Mesmo os que não estão na Bahia veem que a Bahia precisa mudar de rumo".
Disse o ex-ministro da Cidadania no governo Bolsonaro e pré-candidato ao Senado João Roma (PL) ao afirmar que à exceção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), todos os pré-candidatos ao Planalto em 2026 devem apoiar o ex-prefeito de Salvador e pré-candidato da oposição ao Governo da Bahia, ACM Neto (União).