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O apresentador e humorista Fabio Porchat recebeu com ironia a aprovação, nesta quinta-feira (14), de uma proposta que o torna persona non grata no Estado do Rio de Janeiro. A sugestão foi aprovada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa do Estado.
Em entrevista ao site Terra, Fábio Porchat que ainda aguarda o resultado final do projeto na Assembleia para se manifestar. "Não posso contar com essa vitória ainda. Quando for votado e eu for designado persona non grata, aí eu vou celebrar. Aí eu vou comemorar. Por enquanto, ainda não quero contar vantagem", brincou.
Apresentada pelo deputado Rodrigo Amorim (PL), a proposta teve como motivação as esquetes feitas pelo comediante com temas religiosos, além de um vídeo em que o humorista simula ligar para a equipe do ex-presidente Jair Bolsonaro, com xingamentos para os funcionários.
Com a aprovação na CCJ, a proposta segue agora para o plenário da Assembleia. Caso seja aprovada e posteriormente sancionada pelo governador, a condição de persona non grata valeria para todo o estado do Rio de Janeiro.
Segundo o relator da proposta, deputado Alexandre Knoploch, a sugestão representa uma resposta institucional da Assembleia Legislativa a declarações consideradas ofensivas à imagem do Rio de Janeiro e de seus cidadãos supostamente feitas por Porchat. Na mesma linha, o autor do pedido, Rodrigo Amorim, afirma que a iniciativa é uma posição política contrária às declarações do humorista.
Além do projeto que declara Fabio Porchat persona non grata no estado do Rio de Janeiro, o deputado Rodrigo Amorim também apresentou proposta para conceder a Medalha Tiradentes, principal honraria da Alerj, ao ator Juliano Cazarré.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ricardo Alban
"Permitir a entrada de importações de até 50 dólares sem tributação é o mesmo que financiar a indústria de países como a China, principal exportador de produtos de baixo valor para o Brasil, especialmente no setor têxtil. O prejuízo é direto a quem fabrica e comercializa em território brasileiro".
Disse o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban ao comentar sobre a revogação, pelo governo Lula, do imposto de importação de 20% cobrado sobre compras internacionais de até US$ 50, a chamada “taxa das blusinhas”, resultará na perda de empregos e impactará principalmente as micro e pequenas empresas brasileiras.