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rita galvao
A advogada Rita Galvão, presidente da Comissão da Verdade da Escravidão Negra no Brasil da OAB-MG, foi vítima de racismo institucional ao ser impedida de entrar no prédio do Juizado Especial Criminal de Belo Horizonte, em Minas Gerais, na terça-feira (6), por estar usando um turbante. O caso gerou indignação na seccional mineira da Ordem dos Advogados do Brasil, que repudiou publicamente a abordagem sofrida pela profissional.
Segundo vídeo publicado pela própria advogada em suas redes sociais, a abordagem ocorreu na entrada do tribunal, quando uma agente de segurança solicitou que ela retirasse o turbante para poder ingressar no prédio. Conforme o relato, a funcionária alegou estar cumprindo uma instrução repassada por um colega. Ao se recusar a remover o acessório, Rita Galvão teve sua entrada bloqueada. Apenas após acionar contatos internos do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJ-MG), a advogada conseguiu acesso ao prédio e pôde participar normalmente da audiência marcada.
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Na da quarta-feira (7), o TJ-MG divulgou nota oficial em que afirma que Rita Galvão participou regularmente da audiência designada, sem ser obrigada a retirar o turbante. O Tribunal também informou a instauração de um procedimento para apuração dos fatos e reafirmou seu compromisso institucional com o respeito à diversidade cultural e étnica.
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Fernanda Melchionna
"A cantilena enfadonha da extrema direita e dos bolsonaristas chega a doer o ouvido. Um juiz, que foi um juiz ladrão, como mostrou a Vaza Jato, vem aqui tentar se mostrar como paladino da moral, como se lutasse contra a corrupção. É muita falta de vergonha na cara daqueles que votaram na PEC da bandidagem na Câmara dos Deputados vir aqui dizer que estão contra os corruptos".
Disse a deputada Fernanda Melchionna (Psol-RS) ao debater com o senador Sérgio Moro (PL-PR) durante a discussão do veto do presidente Lula ao projeto da dosimetria de penas, a deputada do Psol chamou Moro de “juiz ladrão”.