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Artigos

Adriano Sampaio
E se o maior erro das previsões eleitorais não estiver nas pesquisas, mas na forma como interpretamos o eleitor indeciso?

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Modelo proprietário desenvolvido pela Duplamente Inteligência de Mercado desafia a distribuição proporcional dos votos e propõe uma nova leitura das trajetórias eleitorais brasileiras

Multimídia

Mansur diz que candidatura feminina no PSOL deve ser decidida pelas mulheres

Mansur diz que candidatura feminina no PSOL deve ser decidida pelas mulheres
O candidato ao Governo da Bahia pelo PSOL, Ronaldo Mansur, afirmou que a legenda tem ampliado a participação feminina nas disputas majoritárias, mas é necessário que "as mulheres decidam" disputar um lugar na majoritária. A declaração ocorreu durante entrevista à série especial “Vota BN”, do Projeto Prisma, do Bahia Notícias, com Fernando Duarte. Para ele, a escolha precisa partir das próprias integrantes do partido.

Entrevistas

Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra

Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra
Nesta segunda-feira (10), a ministra da Igualdade Racial, Rachel Barros, esteve em Salvador para participar do Colóquio Internacional Cultura, Relações Exteriores, Desenvolvimento e Reparação. O evento, que acontece nas cidades de Salvador e Cachoeira, integra as celebrações pelos 25 anos de fundação do FENEBA e desdobra as discussões iniciadas no 9º Congresso Panafricano, sediado em Lomé, no Togo.

renuncia

Datafolha: 28% querem impeachment de Moraes e 37% defendem afastamento temporário de André Mendonça
Foto: Nelson Jr./SCO/STF

Para 28% dos brasileiros, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), deveria sofrer um processo de impeachment. Já para 37% das pessoas, o ministro André Mendonça deveria se afastar temporariamente do seu cargo  no STF. 

 

Esses foram alguns resultados obtidos em pesquisa divulgada pelo Datafolha neste sábado (12). O instituto entrevistou cerca de duas mil pessoas nos últimos dias. 

 

Ainda em relação a Moraes, cerca de 34% acreditam que ele deveria se afastar de seu cargo, enquanto 12% dizem que André Mendonça é que deveria sofrer um impeachment. A pesquisa também apurou que 7% não viram nada de errado na atuação de Alexandre de Moraes, enquanto 5% acreditam que não há problemas porque o vazamento de conversas das investigações foi ilegal.

 

Confira abaixo os resultados em relação aos ministros Alexandre de Moraes e André Mendonça:

 

Sobre Alexandre de Moraes

 

34% defendem afastamento temporário
28% pedem impeachment
13% querem renúncia do cargo
7% afirmam que não há nada de errado nas mensagens
5% acreditam que o vazamento de conversas foi ilegal
13% se disseram indecisos

 

Sobre André Mendonça

 

37% defendem afastamento temporário
25% dizem que não há nada de errado nas ações dele
12% pedem impeachment
11% querem renúncia do cargo
12% se disseram indecisos

 

Em outro recorte da pesquisa Datafolha, 76% dos brasileiros consideram que os ministros do STF possuem poder demais. Desse total, 18% não acreditam em tal afirmação.

 

A pesquisa também mostra que 3% não concordam nem discordam do acúmulo de poder dos magistrados, enquanto 4% não souberam responder.

 

Um outro questionamento foi feito para avaliar a percepção dos eleitores se confiam menos no STF atualmente do que no passado. Do total, 77% acreditam que a Corte era mais acreditada no passado, enquanto 16% discordam. Aqueles que não concordam nem discordam com a colocação somam 3%, e os que não souberam responder são 4%.

 

O levantamento do Datafolha ouviu 2.002 eleitores entre os dias 8 e 10 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada no TSE sob o número BR-01833/2026. 
 

Flávio Bolsonaro defende renúncia de Alexandre de Moraes após revelação de mensagens com banqueiro
Foto: Reprodução / Agência Brasil

O senador e candidato do PL à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, defendeu nesta terça-feira (1º) a renúncia do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. A declaração ocorre após a revelação de novas informações sobre mensagens que teriam sido trocadas entre o magistrado e o proprietário do Banco Master, Daniel Vorcaro.

 

A informação, revelada pelo portal Metrópoles, aponta que o ministro André Mendonça, também integrante do STF, encaminhou à Procuradoria-Geral da República (PGR) um relatório da Polícia Federal (PF) contendo supostas conversas entre Moraes e Vorcaro.

 

O documento reúne dados extraídos do celular do banqueiro. Em um dos trechos, Vorcaro indica que necessita da proteção de “Paulo” e “Andrei”. De acordo com investigadores, o destinatário da mensagem era o ministro Alexandre de Moraes, e os nomes citados referem-se, respectivamente, ao procurador-geral da República, Paulo Gonet, e ao diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues.

 

DISCUSSÃO NO CONGRESSO
Em entrevista concedida nesta terça-feira na chegada ao Congresso Nacional, Flávio Bolsonaro afirmou que o teor das mensagens indica que Moraes atuava, “de fato, [como] o advogado do Vorcaro” e que os diálogos sinalizam para uma “proteção do próprio Alexandre de Moraes”, além da PGR e da direção da PF, ao banqueiro.

 

“Isso é uma coisa muito grave. Eu acho que o Alexandre de Moraes tinha que renunciar ao Supremo Tribunal Federal. Não tem a menor condição de ele continuar sendo ministro do Supremo”, declarou o parlamentar.

 

O candidato também relacionou as suspeitas ao contrato firmado pelo Banco Master com o escritório de advocacia de Viviane Barci, esposa do ministro. Firmado em janeiro de 2024, o acordo previa pagamentos mensais no valor de R$ 3,6 milhões.

 

Ao comentar o contrato, Flávio alegou que Moraes teria participado diretamente da elaboração do documento: “Um integrante da mais alta Corte, do Supremo, ele próprio redigindo o contrato da esposa dele para devolver para o Vorcaro. Quer dizer, tudo indica, inclusive sugere que é uma proteção do próprio Alexandre de Moraes”.

 

O senador concluiu afirmando que o ministro precisa apresentar justificativas formais sobre sua relação com o empresário. “Isso é uma completa distorção do devido processo legal. Isso é uma completa distorção das garantias institucionais que um membro da mais alta corte, do Supremo, deveria exercer. Tem que dar muito esclarecimento, isso é muito grave.”, finaliza.

VÍDEO: Bruno Dantas anuncia renúncia ao cargo de ministro do TCU
Foto: Divulgação TCU

O ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) Bruno Dantas decidiu renunciar ao cargo nesta segunda-feira (30). O anúncio foi feito por meio de suas redes sociais após formalizar o ato por meio de ofício encaminhado ao presidente da Corte, Vital do Rêgo Filho.

 

No ofício, o baiano de Feira de Santana disse que tomou sua decisão de renúncia em "caráter irretratável", solicitando que a sua exoneração passe a contar a partir de 9 de setembro.

 

Ele explicou também que pretende atuar em “iniciativas de interesse nacional em áreas estratégicas”, além de continuar dedicado à vida acadêmica e participar do debate público. 

 

“Encerro este ciclo com a serenidade de quem cumpriu, com lealdade e dedicação, todos os mandatos que me foram confiados. E com a convicção republicana de que a rotatividade nos altos cargos do país é uma virtude. As instituições se fortalecem quando seus quadros sabem chegar e sabem partir”, diz Dantas.

Presidente da Câmara de Lauro de Freitas renuncia ao cargo e justifica: "Manter a normalidade na Casa"
Foto: Reprodução / Câmara Municipal de Lauro de Freitas

O presidente da Câmara Municipal de Lauro de Freitas, vereador João Raimundo Damascena dos Santos (PSDB), popularmente conhecido como Juca, apresentou seu pedido de renúncia do comando da Mesa Diretora da Casa Legislativa do município da Região Metropolitana de Salvador. A decisão foi comunicada por meio de uma carta protocolada e endereçada aos demais integrantes da Mesa.

 

No documento, Juca informa que a renúncia ao cargo de presidente, referente ao biênio 2025-2026, é "irrevogável e irretratável" e afirma que a medida foi tomada de forma "consciente, livre e voluntária". Segundo o vereador, a decisão tem como objetivo preservar a normalidade institucional, a estabilidade administrativa e o regular funcionamento dos trabalhos legislativos.

 

"Essa decisão está sendo tomada de forma consciente, livre e voluntária, com o propósito de preservar a normalidade institucional, a estabilidade administrativa e o regular funcionamento dos trabalhos legislativos, em respeito a esta Casa e à população de Lauro de Freitas", afirmou o parlamentar.

 

Na carta, João Raimundo também agradece o apoio recebido durante o período em que esteve à frente da Câmara e destaca a oportunidade de ter conduzido os trabalhos do Legislativo municipal e mencionou o caso de agressão à namorada que o levou a prisão.

 

Sem detalhar os fatos, ele afirma que as informações divulgadas estão sendo apuradas pela Justiça e nega qualquer relação entre essas investigações e as decisões tomadas durante sua gestão como presidente da Casa.

 

O vereador do PSDB também sustenta que a renúncia não representa reconhecimento de qualquer irregularidade, mas uma demonstração de compromisso com o interesse público. "A decisão não se toma sob a ótica da covardia, mas sob a ótica da coragem, a coragem de renunciar ao próprio ego em favor do interesse coletivo", escreveu o ex-presidente da Câmara de Lauro de Freitas.

 

PRISÃO RECENTE
A renúncia do líder da Câmara coincide com sua prisão, ocorrida no dia 26 de junho, após denúncias de agressão contra a namorada em um bar localizado no bairro da Pituba, em Salvador. Os ataques foram denunciados à Polícia Civil por clientes e funcionários presentes no estabelecimento.

 

Além das agressões contra a namorada, o parlamentar também foi acusado de ameaçar de morte um funcionário do bar e promover um tumulto no local, quebrando diversos objetos do estabelecimento. Após audiência de custódia, a prisão em flagrante foi convertida em prisão preventiva.

Buffon renuncia cargo na Federação Italiana de Futebol após terceira ausência consecutiva em Copas
Foto: Imago

 

A eliminação da seleção italiana na disputa por uma vaga na Copa do Mundo desencadeou mudanças imediatas na estrutura do futebol do país. Após a saída de Gabriele Gravina da presidência da federação, o ex-goleiro Gianluigi Buffon também anunciou sua despedida do cargo de chefe de delegação.

 

A decisão veio logo depois da derrota para a Bósnia e Herzegovina nos pênaltis, resultado que deixou a Itália fora do Mundial pela terceira edição consecutiva. Buffon afirmou que sua reação inicial foi imediata, mas optou por oficializar a saída após a definição na federação.

 

"Apresentar minha demissão um minuto após o término da partida contra a Bósnia foi um ato impulsivo, que surgiu do fundo da minha alma . Tão espontâneo quanto as lágrimas e a dor que sinto no coração, uma dor que sei que compartilho com todos vocês. Pediram-me para esperar para que todos pudessem refletir adequadamente. Agora que o presidente Gravina decidiu renunciar, sinto-me livre para fazer o que considero ser a coisa responsável a fazer. (...) O principal objetivo era levar a Itália de volta à Copa do Mundo. E não conseguimos isso", declarou.

 

Buffon exercia a função desde agosto de 2023, quando assumiu poucos dias após encerrar a carreira como jogador. Ele substituiu Gianluca Vialli, que faleceu em janeiro daquele ano, aos 58 anos, em decorrência de câncer. Durante o período, participou do ciclo que terminou sem a classificação para o Mundial.

 

A ausência marca um feito negativo inédito: é a primeira vez que uma seleção campeã do mundo fica fora de três Copas seguidas. O cenário gerou forte pressão interna. O ministro do Esporte e Juventude da Itália, Andrea Abodi, já havia cobrado mudanças na federação e defendido a saída do então presidente.

 

Ídolo histórico, Buffon é o jogador com mais partidas pela seleção italiana, com 176 jogos entre 1997 e 2018. Ele foi peça-chave na conquista da Copa do Mundo FIFA de 2006 e construiu carreira de destaque por clubes como Juventus, Parma e Paris Saint-Germain.

Presidente da Câmara de Ruy Barbosa renuncia a cargo em meio a decisões judiciais e polêmicas
Foto: Montagem / Bahia Notícias

Em uma sessão extraordinária o vereador Ney Marques Dias (PSB), que ocupava a presidência da Câmara Municipal de Ruy Barbosa, anunciou sua renúncia ao cargo nesta sexta-feira (08) por volta das 10 horas da manhã. O comunicado oficial foi feito por meio de uma carta de renúncia, que foi lida por um colega no plenário da Casa Legislativa.

 

“Eu não estou desposto a temer um processo administrativo, como dizem nas ruas que vão me cassar. Esses processos têm que serem lidos aqui, é um processo que [solicita] meu afastamento. Me esquivo mais sem medo de sombra, dúvidas e sequelas. Na minha idade vocês vão perceber que o medo passa longe. Quem tem medo de sombras, não é aqui nessa casa [legislativa] que deve ter”, discursa o vereador. 

 

Ainda na sessão com um discurso solicitando respeito, o vereador pede para que o primeiro secretário de mesa faça a leitura de sua carta de renúncia. “Assino a denúncia do cargo de presidência da mesa do biênio 2025 e 2026. […] A presente decisão decorre por conta de motivo pessoal e se efetivará a partir da leitura desse expediente”, define o documento lido por Tacinho Filho (PSD).


O CLIMA NO LEGISLATIVO 

O município de Ruy Barbosa passa por uma situação política incomum no interior baiano, até mesmo com a prefeitura interinamente já ter sido assumida no nome do vereador, desgaste na casa legislativa e agora uma nova data de votação para a questão. Com uma votação bem apertada pela cadeira da presidência

 

A saída do vereador com dez mandatos na cidade, ocorre em um momento de diversas controvérsias e investigações envolvendo sua gestão e conduta. O próprio Ney Dias publicou um vídeo em suas redes sociais que ascendeu uma polêmica, ela conta que coletou depoimentos de pessoas que afirmaram morar no terreno cedido por ele, sobrevivendo da agricultura familiar.

 

Recentemente, a Justiça anulou atos do então Ney Dias que haviam exonerado assessores parlamentares ligados aos gabinetes dos vereadores. Diante da decisão judicial, Ney foi obrigado a publicar novas portarias, renomeando os assessores de níveis médio e superior. 

 

Em seu último discurso como presidente na sessão extraordinária, o agora ex-presidente da câmara deseja que seja marcada uma nova votação, com uma reorganização de chapa, para a próxima segunda-feira (10). A renúncia abre caminho para a escolha de um novo presidente para a Câmara. 

 

Uma nova sessão será ainda será confirmada para definir quem assumirá o posto, relembre os 11 eleitos na casa por partido:

  • PSD: Tacinho Filho, Raimundo Costa (Nunui), Bernardino Neto, Robério Nascimento (Dr. Roberio) e Jumar Adorno; 
  • PSB: Ney Dias (ex-presidente), Marcos Oliveira (Marcos do Caminhão), Carlos Gomes (De Celeste), Cesar Santos e Geovan Santos (Lulu); 
  • MDB: Eridan Dourado. 
Sob pressão de Rui Costa, presidente dos Correios prepara saída do cargo após prejuízo anual de R$ 2,6 bilhões
Foto: Reprodução / Agência Brasil

O presidente dos Correios, Fabiano Silva dos Santos, deve deixar o comando da estatal em breve. Segundo apuração da Mônica Bergamo na Folha de S.Paulo, Fabiano já redigiu uma carta de renúncia que será entregue ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Seu mandato termina em agosto e, para permanecer no cargo, dependeria de recondução pelo governo.

 

A saída ocorre em meio à pressão da Casa Civil, comandada pelo ministro Rui Costa, que cobra um plano de reestruturação da estatal. A proposta prevê o fechamento de agências em todo o país e medidas para reduzir os custos operacionais da empresa, que acumulou prejuízo de R$ 2,6 bilhões no ano passado.

 

A reestruturação prevê, além do Plano de Demissão Voluntária (PDV) em curso — que pode desligar cerca de 4 mil funcionários —, a possível extinção de outras 8 a 10 mil vagas com o encerramento de unidades físicas. A estimativa é economizar R$ 1 bilhão, além dos R$ 800 milhões já esperados com o PDV.

 

Fabiano, no entanto, resiste à adoção de medidas mais severas. Ele argumenta que os cortes podem comprometer projetos sociais da estatal, como a abertura de agências em comunidades vulneráveis. Só no Rio de Janeiro, mais de 50 favelas foram contempladas com novas unidades nos últimos anos.

 

Apesar das pressões, o ministro Rui Costa afirmou por meio de sua assessoria que não defende demissões em massa. Segundo interlocutores, sua orientação é pela "racionalização dos gastos", e não pelo enxugamento radical do quadro funcional.

 

Os Correios têm sido alvo de disputas políticas entre partidos da base aliada. Mesmo com o rombo financeiro, a empresa conseguiu um empréstimo junto ao Banco dos Brics e planeja investir R$ 5 bilhões nos próximos anos. O prejuízo mais recente é atribuído à "taxa das blusinhas", mudança nas regras de importação de compras internacionais, que teria impactado significativamente o volume de encomendas processadas.

Augusto Melo admite iminente saída da presidência do Corinthians
Foto: Reprodução/Instagram (@augustomelooficial)

O presidente do Corinthians, Augusto Melo, admitiu nesta segunda-feira (26) que seu mandato está próximo do fim. Em entrevista coletiva no Parque São Jorge, ele negou ter renunciado, mas reconheceu que a votação de impeachment deve ser aprovada em breve, em meio às denúncias envolvendo o caso VaideBet.

 

“Missão cumprida. Não é renúncia, ao contrário. Não vou participar dessa palhaçada. Não estou renunciando, vou brigar para continuar aqui. Vai ter a votação, eles são a maioria, não tenho dúvida de que a votação vai passar, tem 60 dias para a assembleia geral e vamos brigar pelo Corinthians. Tudo o que fiz foi pelo Corinthians”, declarou.

 

Com o pronunciamento, a tendência é que Augusto Melo deixe o cargo após a conclusão do processo de cassação. O 1º vice-presidente, Osmar Stábile, deve assumir interinamente a presidência até a realização da assembleia geral, que será convocada por Romeu Tuma Jr., presidente do Conselho Deliberativo do clube.

Papa Francisco comenta sobre estado de saúde e afirma que renúncia é “hipótese distante”
Foto: Divulgação Vaticano

O Papa Francisco revelou que uma eventual renúncia do comando da igreja Católica é uma “hipótese distante”. A declaração do líder religioso aconteceu durante entrevista em um livro, onde trechos foram divulgados pelo jornal “Corriere della Sera”, nesta quinta-feira (14) via G1.

 

Na ocasião, o pontífice disse que sente que tem saúde suficiente para continuar o papado e afastou os rumores sobre uma possível renúncia em curto prazo. 

 

“Esta é uma hipótese distante, porque não tenho razões suficientemente sérias para me fazer pensar em desistir”, afirmou.

 

Francisco, que está com 87 anos, enfrentou recentemente crises de bronquite e chegou a cancelar audiências por estar gripado. Durante o ano passado, o pontífice precisou ser hospitalizado pelo menos três vezes. Em uma das internações, ele fez uma cirurgia abdominal. Já no final do último ano, o papa cancelou uma viagem aos Emirados Árabes, por conta de uma inflamação no pulmão. 

 

No ano de 2022, Francisco comentou que deixou uma carta de renúncia assinada, caso seja impedido de desempenhar suas atividades religiosas por conta da sua saúde.

Investigação do Ministério Público de Portugal erra  em caso que levou premiê à renúncia
Foto: Valter Campanato / Agência Brasil

O Ministério Público de Portugal errou na transcrição de uma escuta telefônica que levou o primeiro-ministro do país, António Costa, a renunciar ao cargo. A operação investiga um suposto esquema irregular de exploração de lítio e de hidrogênio verde por parte do governo português.


Dois investigados falavam sobre conseguir influência junto a “Antonio Costa” para favorecer a empresa Start Campus para a construção de data centers em uma conversa por telefone. O ministério entendeu que a referência era ao premiê quando, na verdade, era a Antonio Costa Silva, ministro da Economia de Portugal. As informações são da CNN.


De acordo com fontes ligadas à defesa dos acusados, a omissão do último sobrenome do ministro da Economia no indiciamento, que se tornou público, gerou a percepção que Diogo Lacerda Machado, consultor da Start Campus, se referia ao premiê na ligação telefônica.
 Durante os interrogatórios judiciais com Machado, o Ministério Público reconheceu que a transcrição da escuta estava incorreta.


A escuta de 31 de agosto de 2022 da conversa mostra que Afonso Salema, administrador da empresa, pediu que o consultor abordasse o governo. O objetivo era que União fizesse um pedido junto à Comissão Europeia para uma alteração em uma matéria sobre data centers, o que beneficiaria a Start Campus.


Lacerda Machado respondeu: “Tá bem. Eu vou decifrar se é com a Economia ou com Finanças. Se for Finanças, falo logo com o Medina (ministro) ou com o António Mendes, que é o secretário de Estado. Se for Economia, arranjo uma maneira depois de chegar ao próprio António Costa”.


A defesa de Machado afirmou a jornalistas no último sábado (11) que em nenhum momento do processo o nome do primeiro-ministro foi citado “direta ou indiretamente”.


Também no sábado, o primeiro-ministro reiterou que os investigados não tinham qualquer aval da parte dela para fazerem “o que quer que fosse”.

Após minimizar gravidade da Covid-19, Pedro Almeida renuncia à curadoria do Prêmio Jabuti
Foto: Reprodução / Youtube

Depois de ser duramente criticado por publicar em suas redes sociais um texto no qual minimizava a gravidade do novo coronavírus, o professor Pedro Almeida renunciou à curadoria do Prêmio Jabuti, nesta quarta-feira (27).

 

De acordo com informações do jornal O globo, a Câmara Brasileira do Livro (CBL), responsável pelo prêmio, confirmou ter recebido e acatado a carta de renûncia enviada por ele. Em nota, a entidade agradeceu a Pedro pela contribuição na última edição do Jabuti, "em uma atuação reconhecida por todos".

 

"A entidade seguirá trabalhando para levar melhores serviços aos associados, enfrentando de forma responsável os enormes desafios que nossa sociedade ainda tem adiante e reafirmando seu compromisso permanente com a defesa dos princípios democráticos e valorização do livro e leitura", acrescentou, no comunicado.

 

A situação ficou insustentável para Pedro Almeida após a postagem contrária ao isolamento social, na qual afirmava que os brasileiros estavam sendo “enganados” sobre os casos de morte pelo novo coronavírus. Um dia depois, mais de 100 pessoas no meio literário e jornalistas assinaram um manifesto repudiando as declarações e pedindo a saída do ex-curador do Jabuti (clique aqui e saiba mais).

 

Nesta segunda-feira (25) ele tentou contornar a situação, através de outra publicação: "Fiz um post com dados incorretos; errei por acreditar que eram corretos. Assim que amigos me avisaram disso, apaguei o post. Não desejava colocar inverdades e, como jornalista, sempre confiro antes de divulgar. Mas apostei na fonte".

Presidente afastado da Ancine renuncia ao cargo para se defender de acusação do MPF
Foto: Divulgação

Afastado da Agência Nacional do Cinema (Ancine) desde agosto, o produtor Christian de Castro decidiu renunciar ao cargo nessa quarta-feira (13). Ele oficializou o pedido em uma carta enviada ao presidente Jair Bolsonaro (PSL) e ao ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio.

 

A Ancine é vinculada à Secretaria da Cultura  e, na última semana, a pasta foi transferida do Ministério da Cidadania para o Ministério do Turismo (veja aqui).

 

A informação sobre a renúncia de Castro foi dada pela coluna de Mônica Bergamo, na Folha de S. Paulo. A publicação lembra que ele e outros servidores foram afastados por determinação da Justiça, com base em uma denúncia do Ministério Público Federal (MPF) que os acusa de prática de calúnia, difamação, prevaricação e associação criminosa com o objetivo de favorecer a candidatura dele à presidência da instituição. Tanto Castro quanto os demais funcionários negam as acusações.

 

"Infelizmente, fui vencido pela reação daqueles a quem a transparência não interessa", declarou o agora ex-presidente da Ancine na carta de renúncia. "Após todos os indícios de irregularidades em gestões passadas, o Ministério Público Federal para estas não atentou, passando a me acusar infundadamente, chegando inclusive a pleitear o meu afastamento do cargo, de forma reiterada, o que não se justifica", acrescentou em sua defesa.

 

Diante desse quadro, Castro afirma que decidiu renunciar para se dedicar a sua defesa e não prejudicar as atividades da agência.

 

Nessa quarta (13), a coluna noticiou que o Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2) havia marcado para o dia 3 de dezembro o julgamento do mandado de segurança apresentado por Castro para que a decisão de seu afastamento fosse anulada (veja aqui).

Lei Rouanet dá retorno 59% maior que valor de renúncia fiscal, aponta estudo da FGV
Classe artística virou alvo de críticas infundadas | Foto: Reprodução

Um estudo da Fundação Getúlio Vagas (FGV) desmistificou as críticas infundadas à Lei Rouanet, uma das principais ferramentas de incentivo à cultura no Brasil. De acordo com dados divulgados na revista Exame, nesta sexta-feira (14), a economia e cultura criativa representam 2,64% do PIB brasileiro e corresponde a um retorno de 59% maior do que o valor da renúncia fiscal praticada pelo governo.


Segundo o levantamento, em seus 27 anos de história, a lei gerou em média R$ 1,59 na economia local para cada R$ 1 de renúncia em imposto. Tal dado derruba, portanto, o argumento de que o incentivo à cultura gera custos à sociedade. Na verdade, a Lei Rouanet traz riqueza a todo setor produtivo, que envolve 68 atividades econômicas diferentes, do transporte ao turismo, do setor alimentício às finanças. Os dados apontam ainda que as 251 mil empresas do segmento cultural criam um milhão de empregos diretos e geram mais de R$ 10,5 bilhões de impostos diretos.


Ainda de acordo com o levantamento, entre 1993 e 2018, a lei gerou R$ 31,22 bilhões em renúncia fiscal (valores reais corrigidos pelo IPCA). Esses R$ 31,22 bilhões não só retornaram à economia brasileira como geraram outros R$ 18,56 bilhões. No total, o impacto econômico da lei foi de R$ 49,78 bilhões. “A Lei Rouanet extrapola o setor cultura. E este impacta em todos os setores da economia, em diferentes proporções. Após a lei, vem toda uma cadeira produtiva que envolve venda de ingressos, turismo e eventos, financiamentos públicos e privados, alavancando a economia”, explica o coordenador da FGV, Luiz Gustavo Barbosa.

 

Veja o impacto do segmento na economia:
Artes Cênicas – R$ 11,8 bilhões
Audiovisual – R$ 5,0 bilhões
Artes Visuais – R$ 5,3 bilhões
Humanidades (Letras) – R$ 5,0 bilhões
Música – R$ 10,5 bilhões

Após cair em pegadinha de criador de ‘Borat’, deputado americano renuncia
Foto: Reprodução / Youtube

Após participar da nova série de televisão do comediante britânico Sacha Baron Cohen, um deputado do estado da Geórgia, nos EUA, anunciou sua renúncia, pois mostrou suas nádegas e proferiu insultos racistas durante a série. De acordo com informações da Folha, Jason Spencer foi a primeira vítima política do criador de “Borat”, que durante a sua série de sete capítulos “Who is America?”, transmitida pelo canal Showtime, irá denunciar os medos e excessos da sociedade americana. O segundo episódio do programa foi exibido neste domingo (22), e Cohen aparecei caracterizado como Erran Morad, um falso especialista israelense na luta contra o terrorismo que ensina maneiras para sair ileso de uma tomada de reféns. Durante uma sequencia da série, o deputado apareceu lançando insultos racistas para impressionar um sequestrador e chegou a abaixar as calças para um “terrorista islâmico”. As imagens de Spencer provocaram agitação na Geórgia e a partir disso, o deputado anunciou que deixaria a Câmera em 31 de julho. Em declaração ao Washington Post, Jason declarou que o comediante britânico “se aproveitou do meu medo paralisante de que minha família seja atacada”.  Ele ainda disse que recebeu ameaças de morte em 2016, após ter apresentado um projeto de lei para proibir que as muçulmanas utilizassem burca em público. Jason não foi o único político alvo do Baron Cohen, a ex-candidata republicana a vice-presidente, Sarah Palin, chegou a denunciar os métodos e humor “perverso” do comediante. 

 

 

Após pressão, Fabiana Cozza renuncia papel principal em musical sobre Dona Ivone Lara
Foto: Reprodução / Facebook

Após sua escalação ter sido criticada por parte do movimento negro e de ter sido acusada de ser “pouco negra” para ser protagonista, a cantora paulista Fabiana Cozza renunciou o papel principal no musical em homenagem a Dona Ivone Lara. Para anunciar a desistência, a artista, que é filha de uma mulher branca e pai negro, escreveu uma carta aberta emocionada. "Aos irmãos: O racismo se agiganta quando transferimos a guerra para dentro do nosso terreiro. Renuncio hoje ao papel de Dona Ivone Lara no musical ‘Dona Ivone Lara – um sorriso negro’ após ouvir muitos gritos de alerta – não os ladridos raivosos. Aprendo diariamente no exercício da arte – e mais recentemente no da academia, sempre com os meus mestres - que escuta é lugar de reconhecimento da existência do Outro, é o espelho de nós”, declarou Fabiana. “Renuncio por ter dormido negra numa terça-feira e numa quarta, após o anúncio do meu nome como protagonista do musical, acordar ‘branca’ aos olhos de tantos irmãos. Renuncio ao sentir no corpo e no coração uma dor jamais vivida antes: a de perder a cor e o meu lugar de existência. Ficar oca por dentro. E virar pensamento por horas”, acrescentou a cantora, afirmando ter visto a “guerra” ser transferida “mais uma vez para dentro do nosso ilê (casa)” e que, como consequência, sentiu que “a gente poderia ilustrar mais uma vez a página dos jornais quando ‘eles’ transferem a responsabilidade pro lombo dos que tanto chibataram. E seguem o castigo. E racismo vira coisa de nós, pretos. E eles comemoram nossos farrapos na Casa Grande. E bebem, bebem e trepam conosco. As mulatas”. Fabiana dedicou a renúncia ainda à memória de todas negras estupradas durante e após a escravidão pelos donos e colonizadores brancos. “Renuncio porque sou negra. Porque tem sopro suficiente dizendo a hora e o lugar de descer para seguir na luta. É minha escuta de lobo, de quilombola. Renuncio pra seguir perseguindo o sol, de cabeça erguida feito o meu pai, minha mãe (branca), meus avós, meus bisavós, tatas... Ao lado de vocês, irmãos”, diz, acrescentando que deixa o projeto porque a cor da pele de Dona Ivone Lara precisa ser a de outra artista “mais preta” do que ela, mas que deseja um dia dançar ao lado de todo e qualquer “irmão”,  “toda e qualquer tom de pele comemorando na praça a nossa liberdade”.

 


Choveram críticas na página do espetáculo nas redes sociais, que, como retaliação, recebeu várias avaliações negativas | Foto: Reprodução / Facebook

 

Fabiana diz ainda que sai também em respeito à família da homenageada. “Eliana, André, seu pai e todos os parentes e amigos que cuidaram dela até os 97 anos e tem sido duramente constrangidos por gente que se diz da luta mas ataca os iguais perversamente. Renuncio pelo espírito de Dona Ivone que ainda faz a sua passagem e precisa de paz”, explica, projetando um futuro no qual todos possam se unir para pensar juntos espaços de representatividade para todos os negros. “Renuncio porque quero que outras mulheres e homens de pele clara, feito eu, também tenham o direito de serem respeitados como negros. Renuncio porque tenho alma de artista e levo amor pras pessoas. Porque acredito num mundo feito de gente e afeto. Renuncio porque não tolero a injustiça, o desrespeito ao outro, o linchamento público e gratuito das pessoas, descabido, vil, sem caráter, desumano”, acrescentou, criticando os ataques sofridos por ela, pela família de Dona Ivone Lara e todos os demais envolvidos na montagem, como o diretor, o baiano Elísio Lopes Jr.. “Renuncio em respeito à direção e produção do espetáculo que tanto me abraçou, em respeito ao elenco que agora se forma e que, sensível a tudo, lutou por seu espaço e precisa trabalhar e criar em silêncio. Renuncio por amor aos meus amigos artistas, familiares, irmãos que a vida me deu que também se entristecem, mas não se acovardam diante dos covardes”, disse Fabiana Cozza, destacando que seguirá cantando em tributo à “amiga e amada” Dona Ivone Lara e, citando André Abujamra, afirmou que “alma não tem cor”.

Inspirado em romance de Chico Xavier, ‘Um Amor de Renúncia’ estreia em Salvador
Foto: Divulgação

Há seis anos circulando pelo Brasil, o espetáculo “Um Amor de Renúncia” chega a Salvador no dia 9 de abril, para realizar única apresentação no Teatro Isba. Com direção de Lucienne Cunha, a montagem tem texto adaptado por Alberto Centurião, inspirado no romance “Renúncia”, de Chico Xavier. O enredo do espetáculo narra a saga familiar de Madalena Vilamil e sua filha Alcione, ao longo de quatro décadas. A adaptação faz um recorte neste painel para contar a história do amor impossível de Alcione e Padre Carlos, que tem como pano de fundo a Santa Inquisição na Espanha e na França. A trilha sonora é assinada por Markinhos Moura.

Serviço
O QUÊ: “Um Amor de Renúncia”
QUANDO: Domingo, 9 de abril, às 17h
ONDE: Teatro ISBA - Ondina
VALOR: R$ 80 (inteira) e R$ 40 (meia)

‘Me retiro em respeito a minha própria tribo’, diz Ingra Lyberato ao sair de comissão do Oscar
Foto: Reprodução / Facebook
A comissão formada por críticos para indicar representante brasileiro no Oscar sofreu mais um desfalque nesta sexta-feira (26). Depois da renúncia de Guilherme Fiúza Zenha (clique aqui e saiba mais), a cineasta Ingra Lyberato anunciou sua saída: “Me retiro em respeito a minha própria tribo, lamento profundamente esse conflito e torço para que nova comissão encontre legitimidade”, escreveu Ingra, referindo-se aos protestos da classe artística diante parcialidade no julgamento de Marcos Petrucelli, escolhido pela Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura para integrar a comissão. Ele se posicionou publicamente contra “Aquarius”, longa-metragem de Kleber Mendonça Filho, cuja equipe participou de protestos contra o impeachment de Dilma Rousseff, durante o Festival de Cannes. “Há alguns dias comecei a sofrer por causa da retirada de alguns filmes preciosos (clique aqui e saiba mais). Estou diante da minha classe insatisfeita e clamando por justiça. Minha função diante da arte que me construiu nessa existência é atuar e escrever histórias. Não estou escolhendo um lado porque já o tinha feito desde sempre: Sou contra o golpe que impediu e retirou o governo eleito democraticamente, de suas funções. Mas não corto relações de amizade com ninguém por causa disso. Acredito na nossa união como classe artística acima de tudo. Sei que nome de grande representatividade já aceitou integrar a comissão, mas esse processo fragmentado pode comprometer nosso maior interesse: o cinema”, escreveu Ingra Lyberato, justificando sua saída da comissão. 
Cineasta mineiro decide deixar comissão do Oscar após polêmica envolvendo ‘Aquarius’
Foto: Reprodução / Facebook
O cineasta mineiro Guilherme Fiúza Zenha decidiu deixar a comissão formada por nove críticos para indicar o filme brasileiro que representará o país no Oscar. “Informo que no dia de ontem, 25 de agosto, comuniquei ao MinC, meu desligamento da Comissão Especial de Seleção ao Prêmio de Melhor Filme de Língua Estrangeira (Oscar) da 89a Premiação Anual por questões pessoais”, escreveu Fiúza em sua página pessoal. A renúncia se dá em um momento polêmico, quando até cineastas com possíveis indicações resolveram sair da disputa, em solidariedade a Kleber Mendonça Filho, diretor de “Aquarius” (clique aqui e saiba mais). Isto porque a Secretaria do Audiovisual, ligada ao Ministério da Cultura, nomeou para fazer parte da comissão julgadora, o crítico paulista Marcos Petrucelli, que ironizou e criticou Mendonça e seu filme, após protestos contra o impeachment de Dilma Rousseff, durante o Festival de Cannes. 

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
Do jeito que as coisas vão, não sei se o Soberano chega inteiro em outubro. Mas não foi o único que levou bola nas costas também. Tiveram que recorrer até ao passado pra lembrar da conexão entre o Pernambucano e o Capitão, por exemplo. Enquanto isso, o passado deixa outros tristes. Não é, Ferragamo? Mas o futuro também tira o sono de alguns. Alice no País das Maravilhas, por exemplo, já tem seu plano B. Saiba mais!

Pérolas do Dia

André Viana

André Viana
Foto: Antena 1 Salvador

"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade". 


Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.

Podcast

Vota BN: Projeto Prisma entrevista o candidato ao governo da Bahia Ronaldo Mansur (PSOL) nesta segunda

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A sabatina faz parte da série especial "Vota BN", dedicada a sabatinar as principais lideranças políticas na disputa pelo Executivo estadual e pelo Senado nas eleições de 2026. O programa é transmitido ao vivo a partir das 16h no YouTube do Bahia Notícias.

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