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regime militar
A ex-presidente da República Dilma Rousseff apresentou um pedido à Justiça Federal do Distrito Federal para que a União faça a imediata implantação de uma prestação mensal, permanente e continuada referente à sua anistia política.
As informações são do blog Ancelmo Gois, do jornal 'O Globo'.
De acordo com a publicação, o pedido foi apresentado na última semana e trata-se de uma das vitórias da petista na ação que tratou da reparação a ser paga pela anistia política, perseguição e tortura sofridas por ela durante o regime militar.
Segundo o colunista, os advogados fixaram o valor da prestação mensal em R$ 17.562,80, a ser recebido de forma imediata, com o valor do benefício calculado com base na média atualizada do seu salário na antiga Fundação de Economia e Estatística — atual Departamento de Economia e Estatística (DEE) do Rio Grande do Sul.
O ator Antônio Fábio retorna com o solo “Major Oliveira”, entre 14 de julho e 6 de agosto, no Teatro Gil Santana, no Rio Vermelho. Com dramaturgia de Daniel Arcades, ganhador do prêmio de melhor texto no Braskem de Teatro, a peça narra a história de um homem abandonado no asilo pelos filhos, após a instalação da Comissão da Verdade no Brasil. Ao perceber que o próprio corpo, a família e a política do país não são mais controladas por ele, o Major se coloca em teste resolvendo perturbar a paz dos visitantes do espetáculo. A visita de um enfermeiro e um membro da igreja Testemunha de Jeová agitam a montagem, fazendo o protagonista relembrar as torturas no período do Regime Militar. A peça promete fazer com que o público reflita sobre as convicções morais, filosóficas e religiosas. A trilha sonora é assinada por Ronei Jorge, Edeise Gomes, é responsável pela direção de movimento e Nando Zâmbia é o Diretor de Iluminação. Classificação 14 anos.
SERVIÇO
O QUÊ: Espetáculo ‘Major Oliveira’
QUANDO: 14 de julho a 6 de agosto – sextas e sábados, às 21h, e domingo, 20h
ONDE: Teatro Gil Santana, Rio Vermelho
VALOR: R$ 40/ R$20
Amado Batista defendeu o retorno da ditadura militar durante uma entrevista ao humorista Fábio Porchat. O cantor foi torturado durante o período, mas apesar disto, afirmou ter o desejo de ver Jair Bolsonaro (PSC) à frente da Presidência da República. “Prefiro a ditadura a essa anarquia que está hoje”, disse. “Democraticamente, [o próximo presidente] tem que ser Jair Bolsonaro”, completou. As declarações foram feitas nas gravações do “Programa do Porchat”, que vai ao ar nesta quarta-feira (5) pela TV Record. Em 2013, em entrevista ao programa “De Frente com Gabi”, apresentado por Marília Gabriela, Amado afirmou não se sentir vítima da ditadura militar e comparou os torturadores a “uma mãe que corrige um filho”. No período, o cantor foi preso quando trabalhava em uma livraria sob a acusação de fornecer livros considerados subversivos pelo regime. Veja um trecho da participação do cantor no "De Frente com Gabi", em que ele fala sobre o regime militar e diz que o Brasil poderia ter se tornado Cuba.

Espetáculo é montado em ambiente que remete aos porões da ditadura | Foto: Divulgação
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Navi Pillay
"Talvez dividiria com Trump".
Disse a vencedora do Prêmio Nobel da Paz de 2026 nesta sexta-feira (9), a jurista sul-africana Navanethem "Navi" Pillay ao brincar com a reação do público e declarou que, se os aplausos continuassem, "talvez dividiria o prêmio com Trump". Em tom descontraído, a premiada questionou se o anúncio era real: "Como advogada e juíza, ainda quero verificar se tudo isso é verdade", brinca.