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Um médico boliviano foi preso em flagrante na noite da última sexta-feira (27) por suspeita de cobrar por cirurgia de paciente do Sistema Único de Saúde (SUS) no Rio Grande do Sul. O caso aconteceu no Hospital Universitário de Canoas, na cidade de Canoas, na Região Metropolitana de Porto Alegre.
Segundo a Polícia Civil, o ortopedista teria exigido o pagamento de R$ 2 mil após o procedimento. A família do paciente gravou uma ligação em que o médico faz a cobrança e orienta que o caso não seja contado a outras pessoas.
A denúncia chegou à polícia por meio do setor jurídico do hospital, que recebeu o relato sobre a cobrança.
O suspeito foi identificado como Pablo Rojas Romero, de 34 anos, e foi preso dentro da unidade de saúde.
Em nota divulgada nas redes sociais, o hospital afirmou que não realiza cobranças por atendimentos. “O Hospital Universitário é uma instituição 100% SUS e não cobra por qualquer tipo de procedimento. Práticas assim deve ser denunciadas imediatamente”, disse a instituição.
De acordo com a polícia, o médico disse que o valor seria destinado à compra de materiais. Após os procedimentos legais, ele foi encaminhado ao Núcleo de Gestão Estratégica do Sistema Prisional (Nugesp), centro de triagem de presos.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Bruno Reis
"De jeito algum. Pelo contrário. Neto está o final de semana todo viajando [no interior]. A oposição vai cuidar da vida dela, deixa a gente cuidar da nossa. Cada um tem sua estratégia, agora se tem alguém que está atrasado é eles. Nós já começamos os nossos há muito tempo, já discutimos temas importantes, já ouvimos sugestões regionais sobre problemas graves que atingem a Bahia e tem outros já previstos também".
Disse o prefeito de Salvador, Bruno Reis (União) ao rebater às críticas do grupo da oposição sobre a ausência de eventos políticos do pré-candidato ao Governo do Estado, ACM Neto, em cidades do interior.